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Envio do texto ao Congresso deve ser feito só em 2021, e vice-presidente foi questionado se governo poderia antecipar. Maia tem dito que Câmara está 'pronta' para discutir tema. Reforma administrativa está pronta, mas envio depende de decisão de Bolsonaro, diz Mourão O vice-presidente Hamilton Mourão afirmou nesta quinta-feira (13) que o texto da reforma administrativa está pronto e que o envio do projeto ao Congresso Nacional depende de uma "decisão política" do presidente Jair Bolsonaro. No começo do ano, Bolsonaro disse que enviaria o texto ao Congresso em fevereiro, mas a proposta deve ser enviada ao Legislativo somente em 2021. Nesta quarta (12), Bolsonaro se reuniu com ministros e parlamentares e disse que respeitará o teto de gastos e defendeu as reformas. Ao lado de Bolsonaro, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse que a Casa está "pronta" para discutir a reforma administrativa. "A reforma está pronta, ela está pronta desde o começo do ano. Compete ao presidente, por meio de uma decisão política, remetê-la ao Congresso. Acho que o Congresso está com boa vontade para receber essa reforma e trabalhar nela", disse Mourão. Questionado se o Congresso poderia discutir paralelamente as reformas administrativa e tributária, Mourão disse que sim, mas que "tudo depende da vontade dos nossos parlamentares". ‘Há uma debandada’, admite Paulo Guedes após demissão de dois secretários Saídas na Economia A demora no envio da reforma administrativa e o ritmo das privatizações estão entre os fatores que levaram aos pedidos de demissão de dois secretários especiais do Ministério da Economia: Salim Mattar (Desestatização e Privatização) e Paulo Uebel (Desburocratização, Gestão e Governo Digital). Uebel trabalhou no texto da reforma administrativa, que teve o envio adiado por mais de uma vez pelo governo, que optou por apresentar, primeiro, a reforma tributária. Bolsonaro já declarou que o ano de eleições municipais dificulta o avanço do tema no Congresso. O vice-presidente Hamilton Mourão ao conceder entrevista coletiva nesta quinta (13), no Palácio do Planalto Guilherme Mazui/G1 Teto de gastos Também nesta quinta-feira, Mourão voltou a defender a regra do teto de gastos, motivo de divergência entre ministros do governo. "Nosso governo não pode dar passos em falso e trazer de volta as consequências de um desequilíbrio grande, que são inflação, juros altos. A gente não pode dar margem a isso", afirmou. Segundo Mourão, ignorar o equilíbrio fiscal poderá resultar na alta da inflação e dos juros, consequências que o governo precisa evitar. Na terça-feira (11), o ministro da Economia, Paulo Guedes, criticou auxiliares do presidente que, segundo ele, aconselham Bolsonaro a "furar" o teto de gastos como forma de se fortalecer numa eventual disputa pela reeleição. De acordo com o ministro, se fizer isso, o presidente se aproximará de uma "zona de impeachment". O teto de gastos é a regra que limita o crescimento das despesas da União, aprovada pelo Congresso em 2016, durante o governo Michel Temer.

Ainda não se sabe como e em qual processo ocorreu a contaminação. Importações estão mantidas, e autoridades recomendam cuidados no preparo dos alimentos. Imprensa chinesa diz ter encontrado traços do coronavírus em frango importado do Brasil A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), que representa frigoríficos, emitiu uma nota informando que os traços de coronavírus encontrados nesta quinta-feira (13) em um lote de frango na China, importado do Brasil, estavam na embalagem do produto. "Ainda não está claro em que momento houve a eventual contaminação da embalagem, e se ocorreu durante o processo de transporte de exportação", aponta o comunicado da associação. A prefeitura de Shenzhen, cidade da China próxima de Hong Kong, anunciou nesta quinta-feira que detectou o novo coronavírus em um controle de rotina de frango importado do Brasil, o maior produtor mundial. Apesar da notícia, não existe nenhuma informação sobre embargo às exportações brasileiras. As importações estão mantidas, e autoridades recomendam cuidados no preparo dos alimentos. De acordo com o número de registro informado no comunicado da prefeitura de Shenzhen, o lote pertence ao frigorífico Aurora, de Santa Catarina. O G1 procurou a empresa às 9h24, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem. Atualmente, o Brasil tem 6 frigoríficos com exportações suspensas para a China por conta de preocupações com a Covid-19. Nenhum deles é da Aurora. O Ministério da Agricultura ainda não se manifestou. O governo brasileiro está em contato com a Administração Geral de Alfândegas da China, segundo apuração do G1. As autoridades chinesas informaram que submeteram imediatamente a exames de diagnóstico as pessoas que tiveram contato com os produtos contaminados, assim como seus parentes. Todos os testes apresentaram resultado negativo, segundo o comunicado. Exportações brasileiras A contaminação de frango brasileiro pode provocar uma nova queda das exportações brasileiras para a China. Em fevereiro de 2019, Pequim passou a aplicar, por cinco anos, tarifas antidumping ao frango brasileiro, que vão de 17,8% a 32,4%. Em julho, os embarques de carne de frango do Brasil, por sua vez, terminaram julho com queda de 5,7% em relação a mesmo mês do ano passado, totalizando 364,6 mil toneladas, segundo a ABPA. As receitas atingiram US$ 498,2 milhões, recuo de 25% no ano a ano. Apesar disso, a ABPA ainda acredita que as exportações da proteína devam manter a alta no acumulado do ano – entre janeiro e julho, foram embarcadas 2,471 milhões de toneladas, leve avanço de 0,5% ante os sete primeiros meses de 2019. O Brasil, maior produtor mundial de carne de frango, era até 2017 o principal fornecedor de frango congelado para a China, por um valor que se aproximava de US$ 1 bilhão por ano e um volume que representava quase 85% das importações do gigante asiático. Nos últimos anos o país perdeu parte do mercado para Tailândia, Argentina e Chile, de acordo com a consultoria especializada Zhiyan. Carne de frango Reginaldo dos Santos/EPTV Veja a nota na íntegra "A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) informa que o setor produtivo está analisando as informações de possível detecção de TRAÇOS DE VÍRUS em EMBALAGEM de produto de origem brasileira, feita por autoridades municipais de Shenzen, na China. Ainda não está claro em que momento houve a eventual contaminação da embalagem, e se ocorreu durante o processo de transporte de exportação. O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Brasil está em contato para esclarecimentos com o GACC (autoridade sanitária oficial da China), que fará a análise final da situação. A ABPA reitera que não há evidências científicas de que a carne seja transmissora do vírus, conforme ressaltam a Organização Mundial da Saúde (OMS), a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO), a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Ao mesmo tempo, o setor exportador brasileiro reafirma que todas as medidas para proteção dos trabalhadores e a garantia da inocuidade dos produtos foram adotadas e aprimoradas ao longo dos últimos meses, desde o início da pandemia global."

As vagas são para as cidades de Mogi das Cruzes, Suzano e Poá e as remunerações variam de R$600 até R$1.045. Vagas de estágio abertas no Alto Tietê têm remuneração de R$ 600 a R$ 1.045. TV Globo/Reprodução O Centro de Integração Empresa-Escola (Ciee) oferece sete oportunidades de estágio para os estudantes do ensino superior e técnico no Alto Tietê nesta quinta-feira(13). As vagas são para as cidades de Mogi das Cruzes, Suzano e Poá e as remunerações variam de R$ 600 até R$ 1.045. Os interessados em participar devem realizar um cadastro pela internet para acessar os detalhes de todas as vagas disponíveis. A unidade do Ciee de Mogi das Cruzes fica localizada na Rua Duarte de Freitas, 246, Parque Monte Líbano. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 4728-3131. Vagas para ensino superior Vagas para ensino técnico

Na quarta-feira, bolsa caiu 0,06% e fechou a 102.117 pontos. O principal índice da bolsa de valores brasileira, a B3, opera em alta nesta quinta-feira (13), em meio a um ambiente externo desfavorável e com vários resultados corporativos para repercutir. Às 10h24, o Ibovespa tinha alta de 1,08%, a 103.219 pontos. Veja mais cotações. Na quarta-feira, a bolsa fechou em queda de 0,06%, a 102.117 pontos. O acumulado do mês é de queda de 0,77%. No ano, o Ibovespa também cai 11,70%. Cenário No exterior, os investidores observam as disputas políticas sobre medidas de estímulo à economia dos Estados Unidos no radar, enquanto o petróleo mostra comportamento tímido após a Agência Internacional de Energia (IEA) reduzir sua projeção de demanda por petróleo em 2020. No Brasil, a temporada de balanço traz números de empresas como BRF, Eletrobras e Via Varejo, entre outros, e reserva para o final do dia uma bateria de resultados, incluindo JBS e B3. A equipe da Guide Investimentos também afirmou que o mercado deve repercutir nesta sessão declarações do presidente Jair Bolsonaro na noite da véspera, em defesa da manutenção do teto de gastos. "Nós respeitamos o teto dos gastos, queremos a responsabilidade fiscal e o Brasil tem como realmente ser um daqueles países que melhor reagirá à questão da crise", afirmou Bolsonaro após reunião com os presidentes da Câmara e do Senado. Tensões entre Estados Unidos e China têm se tornado mais frequentes: entenda as disputas Variação do Ibovespa em 2020 G1 Economia

E-commerce e crédito fiscal favoreceram resultado da varejista no período; medidas de isolamento por causa da pandemia de Covid-19 elevaram as vendas online. A Via Varejo teve lucro líquido contábil de R$ 65 milhões no segundo trimestre, revertendo prejuízo de R$ 162 milhões um ano antes, com forte desempenho do comércio eletrônico, uma vez que medidas de isolamento por causa da pandemia de Covid-19 elevaram as vendas online. "Passamos a explorar ao máximo o e-commerce, com muito sucesso, atingindo resultados expressivos", destacou a dona das redes Ponto Frio e Casas Bahia, entre outras, em documento sobre o balanço divulgado na noite de quarta-feira. Via Varejo Divulgação Ainda assim, a companhia teve prejuízo operacional de R$ 176 milhões, em razão da queda de receita, custos fixos vinculados ao fechamento de lojas na pandemia e aumento da despesa financeira. Mas a perda foi menor do que um ano antes (R$ 296 milhões). O resultado também contempla crédito transitado em julgado de ICMS na base PIS/Cofins totalizando R$ 364 milhões no segundo trimestre. Vendas no varejo crescem 8% em junho comparado com maio A receita líquida caiu 12,4%, para R$ 5,28 bilhões, enquanto a receita bruta recuou 7,8%, a R$ 6,46 bilhões, mas com alta na margem bruta de 27,9% para 35,3%. A receita bruta nas lojas físicas caiu 63%, a R$ 2,18 bilhões, enquanto do online saltou quase 300%, a R$ 4,28 bilhões. As vendas totais do ecommerce, incluindo marketplace, e lojas (GMV - Gross Merchandise Volume) ficaram quase estáveis (+0,5%) no segundo trimestre, a R$ 7,26 bilhões, enquanto o GMV apenas do comércio online, incluindo marketplace, saltou para R$ 5 bilhões, de R$ 1,3 bilhão um ano antes. No segundo trimestre, as despesas com vendas, gerais e administrativas cresceram 0,7%, para R$ 1,365 bilhão, com aumento também do percentual em relação à receita para 25,9%, de 22,5% um ano antes. Excluindo fatores não recorrentes, essas despesas caíram 9,7%. A inadimplência acima de 90 dias alcançou 13,5% no final do trimestre, mas a companhia disse que observou forte melhora dos recebimentos durante maio e junho, e que julho e agosto continuam fortes. "Esperamos durante o terceiro trimestre recuperar o atraso gerado pelo fechamento das lojas." Em julho, essa taxa ficou em 9%. O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) cresceu 71,7% no segundo trimestre ante o mesmo período do ano anterior, para R$ 532 milhões, com margem Ebitda avançando de 5,1% para 10,1%. Em termos ajustados, totalizou R$ 555 milhões (+45,7%), com a margem subindo a 10,5%. O Ebitda ajustado operacional teve acréscimo de 76%, a R$ 314 milhões, com alta de 2,9 pontos percentuais na margem Ebitda operacional ajustada, a 5,9%. A companhia atribuiu o resultado a fatores como "a excepcional venda do canal online, a evolução de margem de produtos e as ações de redução de despesas fixas e variáveis". O resultado financeiro líquido de efeitos não recorrentes ficou negativo em R$ 323 milhões, alta de 18% ano a ano, representando 6,1% da receita líquida, ante 4,6% um ano antes, afetado por CCB (cédula de crédito bancário) e alongamento de dívidas. A Via Varejo disse que encerrou o segundo trimestre com uma posição de caixa total de R$ 7,4 bilhões e caixa líquido ajustado de R$ 2,9 bilhões, incluindo a carteira de recebíveis não descontados e alongamento via instrumento financeiro de dívida.

Apesar da queda, o número ainda é várias vezes superior à média de pedidos anterior à pandemia do coronavírus. O número de norte-americanos que solicitaram auxílio-desemprego registrou queda na última semana, e ficou abaixo de 1 milhão pela primeira vez desde meados de março, quando teve início a escalada dos pedidos. Na semana encerrada em 8 de agosto, o número de pedidos foi de 963 mil, 228 mil a menos que na semana anterior, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (13) pelo Departamento do Trabalho dos Estados Unidos. O número de pedidos da semana terminada em 1º de agosto foi revisado para 1,191 milhão. Pedidos de seguro desemprego nos EUA Economia G1 Apesar da queda, o número ainda é várias vezes superior à média de pedidos anterior à pandemia do coronavírus. Na semana encerrada em 14 de março - antes da disparada de pedidos - foram 282 mil. Com o resultado da semana passada, o número total de novos pedidos desde meados de março, quando houve uma aceleração brusca do indicador, já soma 56,3 milhões. Contração recorde A economia dos Estados Unidos sofreu uma contração recorde de 32,9% no segundo trimestre de 2020, segundo dados anualizados divulgados nesta quinta-feira (30) pelo escritório oficial de estatísticas do Departamento do Trabalho (BEA). No trimestre anterior, a queda havia ficado em 5%. Foi a maior contração desde a Grande Depressão, no início do século passado, conforme a pandemia atingiu fortemente os gastos das famílias e das empresas. A queda também representa mais do triplo do recuo de 10% registrado no segundo trimestre de 1958 - a maior queda já vista desde então.

Na quarta-feira, moeda norte-americana encerrou o dia em alta de 0,66%, a R$ 5,4507. Notas de dólar Gary Cameron/Reuters O dólar opera em queda nesta quinta-feira (13), após registrar forte ganho na sessão anterior, enquanto os investidores repercutem dados semanais de emprego dos Estados Unidos. Às 10h05, a moeda norte-americana recuava 0,82%, a R$ 5,4058. Veja mais cotações. Na quarta-feira, o dólar fechou em alta de 0,66%, a R$ 5,4507. Na máxima chegou a R$ 5,4917, mas reduziu o ritmo de alta após uma atuação mais firme do Banco Central no mercado de câmbio, que realizou dois leilões de contratos de swap cambial, com venda integral do lote somado de 20 mil contratos ( US$ 1 bilhão). No mês, o dólar passou a acumular alta de 4,48%, e no ano, de 35,93%. Bolsonaro reúne políticos e ministros para dizer que governo respeitará o teto de gastos Cena local e externa Na cena externa, investidores aguardam a reunião entre autoridades dos EUA e da China, que devem revisar neste fim de semana a Fase 1 do acordo comercial e devem fazer queixas mútuas em uma relação cada vez mais tensa. Na agenda doméstica, o IBGE divulgou nesta quinta o resultado de junho do setor de serviços, o mais afetado pelo crise da pandemia do novo coronavírus. De acordo com a pesquisa, o setor teve alta de 5% em junho, após quatro meses de queda. Na cena política, o presidente Jair Bolsonaro afirmou na noite de quarta-feira, após reunião com os presidentes da Câmara e do Senado, ministros e parlamentares no Palácio da Alvorada, que o governo respeitará o teto de gastos. A incerteza política doméstica, aliada a um ambiente de juros extremamente baixos e uma crise econômica causada pela pandemia de coronavírus, é apontada por analistas como um dos fatores que levou o dólar a níveis recordes próximos de R$ 6 em 2020. Variação do dólar em 2020 Economia G1
Em julho, agência conseguiu derrubar liminar da Justiça que obrigava planos a cobrirem o exame. A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) deve decidir nesta quinta-feira (13) se os planos de saúde continuarão obrigados a cobrir testes sorológicos para o novo coronavírus. O teste detecta a presença dos anticorpos IgA, IgG ou IgM no sangue do paciente, produzidos pelo organismo após exposição ao vírus. O assunto será tratado em reunião da Diretoria Colegiada da agência na tarde desta quinta. No mês passado, a ANS conseguiu derrubar na Justiça decisão liminar que obrigava os planos a oferecerem os testes. Na ocasião, a agência argumentou que não é possível fazer uso de testes, de forma paulatina e segura, como auxílio no mapeamento de pessoas infectadas. IgG e IgM positivo para Covid: entenda as siglas e diferença para o teste PCR Justiça derruba liminar que obrigava planos a pagar por teste de anticorpos contra Covid Incluído em junho Apesar da decisão judicial, segundo a própria ANS, os planos de saúde continuaram obrigados a fornecer o exame sorológico, desde que haja requisição feita por um médico. Para encaminhamento, o paciente teria que ter apresentado sintomas de quadro gripal ou síndrome respiratória. A ANS havia incluído o teste sorológico na lista de coberturas obrigatórias dos planos de saúde no fim de junho, atendendo a uma decisão judicial dada em Ação Civil Pública movida pela Associação de Defesa dos Usuários de Seguros, Planos e Sistemas de Saúde (Aduseps), de Pernambuco. Segundo a agência, a avaliação técnica sobre a inclusão dos testes sorológicos no rol de coberturas obrigatórias estava em curso antes mesmo da obrigatoriedade. Planos de saúde são obrigados a cobrir despesas com teste para detectar a Covid-19 Testes sorológicos Desde de março, os planos de saúde são obrigados a cobrir o exame RT-PCR, que identifica a presença do material genético do vírus, com coleta de amostras da garganta e do nariz. Mas o teste não consegue detectar infecções em estágio inicial ou depois da cura da doença. Outros seis tipos de exame que ajudam no acompanhamento dos pacientes estão previstos legalmente, mas reportagem do G1 relata dificuldade de pacientes a terem acesso aos exames. O teste sorológico é indicado para pessoas que tiveram sintomas da doença há mais de dez dias, pois a produção de anticorpos no organismo leva alguns dias para ser detectada pelo exame. Brasileira que coordena testes com vacina para Covid-19 na Inglaterra explica dilema da prova de eficácia "Serve para inquérito sorológico, ou seja, para monitorar a população e identificar a porcentagem de pessoas que já foi exposta ao vírus, e para testes individuais", explicou em entrevista ao G1 o virologista José Eduardo Levi, pesquisador do Instituto de Medicina Tropical da USP e Gestor de Pesquisa e Desenvolvimento da Dasa. Ainda que se siga o protocolo, o teste é criticado por parte dos especialistas, pois coletas realizadas antes do período recomendado – ou muito depois – podem causar diagnósticos de falso negativo. Até a decisão de hoje, a cobertura era obrigatória nos planos da categoria ambulatorial, hospitalar e referência. Planos de saúde dificultam acesso a testes da Covid-19 na região de Ribeirão Preto, dizem pacientes

Pontos críticos da negociação de novo pacote incluem o tamanho do benefício para desempregados, ajuda aos governos estaduais e municipais e dinheiro para a reabertura de escolas. O presidente dos EUA, Donald Trump, fala com a imprensa sobre a resposta à pandemia de Covid-19 na Casa Branca, em Washington, nesta quarta-feira (12) Kevin Lamarque/Reuters O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, acusou na quarta-feira (12) os democratas do Congresso de não quererem negociar um pacote de ajuda devido ao coronavírus porque ele se recusa a concordar com pedidos de gastos "ridículos" não relacionados à pandemia. As declarações de Trump foram feitas depois que negociadores democratas e republicanos trocaram acusações durante um lapso de cinco dias nas negociações sobre uma legislação de alívio. O secretário do Tesouro, Steven Mnuchin, principal negociador de Trump, questionou uma declaração de dois democratas no Congresso de que os republicanos buscaram mais negociações mas recusaram qualquer movimento sobre a sua oferta inicial de 1 trilhão de dólares, que é menos de um terço do que a Câmara controlada pelos democratas aprovou em medida em maio. "De novo deixamos claro para o governo que estamos dispostos a retomar as negociações quando eles começarem a assumir seriamente esse processo", disseram a presidente da Câmara, Nancy Pelosi, e o líder da minoria no Senado, Chuck Schumer, em comunicado. Um homem passa por uma loja que está fechando devido à crise provocada pela pandemia de coronavírus em Winnetka, Illinois, nos EUA, em foto de junho de 2020 Nam Y. Huh/AP Em resposta, Mnuchin afirmou que Pelosi "não está disposta a se reunir e continuar as negociações a menos que concordemos antes com a proposta dela, custando ao menos 2 trilhões de dólares". Falando a repórteres na Casa Branca, Trump afirmou que "Chuck Schumer e Nancy Pelosi estão mantendo o povo norte-americano como refém por sua agenda esquerdista radical que o país não quer e não vai aceitar". "O projeto de lei não vai acontecer porque eles nem mesmo querem conversar sobre isso, porque não podemos dar a eles o tipo de coisas ridículas que eles querem que não têm nada a ver o vírus da China", disse Trump. Schumer disse na semana passada que os democratas sugeriram que os negociadores da Casa Branca encontrassem um meio termo. A proposta de US$ 1 trilhão do líder da maioria no Senado, Mitch McConnell, encontrou oposição imediata tanto dos democratas quanto de alguns de seus colegas republicanos, que se opõem a gastos adicionais. A pandemia afetou especialmente os Estados Unidos, onde matou mais de 164 mil pessoas, mais do que qualquer outro país. Milhões de trabalhadores norte-americanos perderam seus empregos e espera-se que o vencimento, no mês passado, da ajuda de US$ 600 semanais em benefícios federais de desemprego cobrem seu preço. As negociações sobre um novo pacote foram interrompidas na última sexta-feira (7). Os pontos críticos incluem o tamanho do benefício para os desempregados, ajuda aos governos estaduais e municipais e dinheiro para a reabertura de escolas.

Apesar da reação, setor registrou tombo recorde de 15,4% no 2º trimestre e ainda segue 14,5% abaixo do patamar pré-pandemia. Em meio a flexibilização das medidas de restrição, segmento de restaurantes foi um dos que mais influenciaram o resultado do setor de serviços em junho, segundo o IBGE. Newton Menezes/Futura Press/Estadão Conteúdo O volume de serviços prestados no Brasil cresceu 5% em junho, na comparação com maio, interrompendo uma sequência 4 taxas mensais negativas, segundo divulgou nesta quinta-feira (13) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Mesmo com a inversão de rota e com a segunda maior alta mensal da série histórica da pesquisa, o resultado fica longe de recuperar as perdas acumuladas de 19,5% dos quatro meses anteriores e evidencia a dificuldade de recuperação do setor. O volume de serviços no país ainda segue 14,5% abaixo do patamar registrado em fevereiro, mês que antecedeu aos impactos da pandemia, e 24% abaixo da máxima alcançada em novembro de 2014. Na comparação com junho de 2019, o setor registrou queda de 12,1%, o quarto recuo seguido nesta base de comparação. Em 12 meses, a perda é de 3,3%, retração mais intensa desde novembro de 2017 (-3,4%). Volume de serviços Economia G1 O resultado veio um pouco melhor do que o esperado pelo mercado. As expectativas em pesquisa da Reuters eram de avanço de 4,4% no mês e de queda de 14,2% no ano. Tombo recorde de 15,4% no 2º trimestre Apesar de ter ficado no vermelho por 4 meses, os efeitos negativos da pandemia sobre o setor de serviços começaram a ser sentidos apenas nos últimos 10 dias do mês março e se aprofundaram nos dois meses subsequentes, provocando uma retração de 18,6% entre março de maio, segundo o IBGE. Com o resultado de junho, o setor fechou o 2º trimestre com queda de 15,4% em relação aos 3 meses anteriores, o maior tombo trimestral do setor já registrado pela pesquisa, iniciada em 2011. No primeiro trimestre, o recuo havia sido de 3% sobre o 4º trimestre. Na comparação com o 2º trimestre de 2019, houve queda de 16,3%, também recorde histórico, após recuo de 0,2% no 1º trimestre. No 1º semestre, o setor de serviços teve queda de 8,3% frente a igual período de 2019, o pior resultado semestral de toda a série histórica, pressionado principalmente pelo encolhimento dos serviços prestados às famílias (-35,2%), com uma queda forte nas receitas de restaurantes, hotéis, bufê e outros serviços de comida preparada. Flexibilização das medidas de restrição Todas as 5 atividades investigadas pelo IBGE registraram alta na passagem de maio para junho, com destaque para serviços prestados para famílias (14,2%), transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (6,9%) e de serviços de informação e comunicação (3,3%). Entre os 166 serviços investigados pela pesquisa, o segmento de restaurantes foi um dos que mais influenciaram o resultado de junho, segundo o IBGE. Os serviços de alojamento e alimentação registraram avanço de 17,3%. “Com as medidas de isolamento, muitos restaurantes estavam fechados, ainda que alguns estivessem funcionando por delivery. Com a flexibilização, ou seja, com o aumento do fluxo de pessoas nas cidades brasileiras, eles começaram a abrir e a receita do segmento voltou a crescer, impactando o volume de serviços de junho”, afirmou o gerente da pesquisa, Rodrigo Lobo. Variação do volume de serviços em junho, por atividade e subgrupos Serviços prestados às famílias: 14,2% Serviços de alojamento e alimentação: 17,3% Outros serviços prestados às famílias (salões de beleza, academias, reparos, etc): 4,3% Serviços de informação e comunicação: 3,3% Serviços de tecnologia da informação e comunicação: 3,1% Telecomunicações: 0,7% Serviços de tecnologia da informação: 3,1% Serviços audiovisuais: 4,1% Serviços profissionais, administrativos e complementares: 2,7% Serviços técnico-profissionais: 0,5% Serviços administrativos e complementares: 2,6% Transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio: 6,9% Transporte terrestre: 3,6% Transporte aquaviário: -2,3% Transporte aéreo: 58,9% Armazenagem, serviços auxiliares aos transportes e correio: -4,5% Outros serviços: 6,4% O setor de transportes teve a segunda alta seguida, acumulando avanço de 11,9% em dois meses, mas ainda insuficiente para eliminar a perda acumulada de 25,2% entre março e abril. "Esse resultado positivo vem do transporte rodoviário de carga, que já está atendendo a uma maior demanda do setor industrial ou dos centros de distribuição dos supermercados nos diversos estados", disse o pesquisador, citando ainda a contribuição do transporte de passageiros diante da flexibilização das medidas de isolamento social em diversas cidades. Outro avanço expressivo em junho foi verificada nos serviços de transportes aéreos (58,9%), a segunda alta seguida. No ano, porém, a perda acumulada está em 35,2%. No segmento de serviços de informação e comunicação, a atividade mais impactada pela pandemia foram os serviços relacionados ao audiovisual, com queda de 18,1% no acumulado no ano, ao passo que os serviços de tecnologia da informação tiveram alta de 6,4% no 1º semestre. Faturamento de lojas on-line sobe 72% durante pandemia Serviços mostram recuperação mais lenta Depois do forte tombo em março e abril, em meio às medidas de isolamento social para contenção da pandemia de Covid-19, a economia tem mostrado sinais de recuperação, mas a reação tem se mostrado mais rápida nas vendas no varejo e na produção industrial, enquanto o setor de serviços dá sinais de uma recuperação mais lenta. "Os serviços foram afetados de maneira mais intensa por conta da característica do atendimento presencial, interrompido na pandemia", explicou Lobo, destacando que houve uma adaptação do comércio para vendas online e que os supermercados foram mantidos abertos, "roubando" clientes de bares e restaurantes. "É difícil a gente imaginar uma recuperação rápida dada o quanto o setor precisa avançar para retomar ao patamar pré-pandemia", completou. Segundo o pesquisador, o setor ainda precisa crescer 17% para retomar o patamar pré-pandemia de fevereiro. Na véspera, o IBGE mostrou que as vendas do comércio cresceram 8% em junho, na comparação com maio, retomando o patamar pré-pandemia. Ainda assim, o varejo brasileiro acumula queda de 3,1% no ano e fechou o 2º trimestre com retração recorde de 7,8%, na comparação com os 3 meses anteriores. Já a produção industrial cresceu 8,9% em junho, na comparação com maio. Foi a segunda alta seguida do setor, mas ainda insuficiente para eliminar a perda de 26,6% acumulada nos meses de março e abril, quando o setor atingiu o nível mais baixo já registrado no país. No 2º trimestre, a indústria teve queda de 17,5%, na comparação com os 3 primeiros meses do ano. Segundo economistas, o desempenho do setor de serviços e do emprego é o que deve determinar o ritmo de recuperação da economia brasileira no pós-pandemia. A pesquisa Focus mais recente do Banco Central mostra que a expectativa do mercado é de retração de 5,62% para a economia brasileira em 2020. O governo estima que o PIB vai contrair 4,7% este ano. Em 2019, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o PIB cresceu 1,1%. Foi o desempenho mais fraco em três anos. Nos três primeiros meses de 2020, foi registrada uma retração de 1,5% na economia brasileira. O IBGE divulgará os dados sobre o segundo trimestre em 1º de setembro. Serviços têm alta em 20 estados e no DF Segundo o IBGE, 21 das 27 unidades da federação tiveram expansão no volume de serviços em junho, frente a maio. São Paulo (5,1%) teve o crescimento mais importante, após cair 19,5% entre fevereiro e maio. Outras contribuições positivas relevantes vieram do Rio de Janeiro (3,6%), de Minas Gerais (4,7%), do Rio Grande do Sul (6,6%) e do Distrito Federal (6,6%). Em contrapartida, Mato Grosso (-3,2%), Paraná (-1,0%) e Espírito Santo (-3,2%) registraram as principais quedas. Índice de atividades turísticas cresce 19,8% em junho Em junho, o índice das atividades turísticas cresceu 19,8% na comparação com maio. Com o resultado, passou a acumular ganho de 28,1% em dois meses após um tombo de 68,1% entre março e abril. Já na comparação com junho do ano passado, o índice recuou 58,6%, registrando a quarta retração seguida. No acumulado no 1º semestre, teve queda de 34,6% frente a igual período do ano passado.
Pedido de oferta inicial de ações para abrir capital do braço de seguros e previdência da Caixa foi protocolado na quarta-feira na CVM. A Caixa comunicou na noite de quarta-feira (12) que decidiu retomar a oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) de seu braço de seguros e previdência, a Caixa Seguridade. O banco estatal informou que protocolou na Comissão de Valores Mobiliários o pedido de retomada do registro da oferta pública de distribuição secundária de ações ordinárias de emissão da Caixa Seguridade, e que a sua subsidiária protocolou perante a B3 os pedidos de retomada de admissão e de listagem da Caixa Seguridade no segmento de negociação denominado Novo Mercado. Um prospecto preliminar do pedido de abertura de capital chegou a ser protocolado em fevereiro, mas em março a Caixa decidiu suspender o processo de IPO citando a "atual conjuntura do mercado". A expectativa é que o IPO da Caixa Seguridade possa levantar mais de US$ 10 bilhões. A Caixa Econômica Federal também informou que está discutindo com bancos de investimento a venda de participação de aproximadamente R$ 800 milhões em ações preferenciais que possui no Banco Pan. O objetivo do banco é se desfazer apenas das 89,6 milhões de ações preferenciais no Pan, mas manter suas ações ordinárias na instituição. Bolsonaro defende privatização e diz que responsabilidade fiscal e teto de gasto são norte
Autoridades de EUA e China vão revisar nesta semana a Fase 1 do acordo comercial e devem fazer queixas mútuas em uma relação cada vez mais tensa. Os índices acionários da China fecharam com pouca alteração nesta quinta-feira (13), uma vez que a cautela antes de uma reunião com os Estados Unidos esta semana para revisar o acordo comercial bilateral compensou a força nos papéis de agricultura devido a preocupações com a segurança alimentar. Autoridades de EUA e China vão revisar a Fase 1 do acordo comercial e devem fazer queixas mútuas em uma relação cada vez mais tensa durante videoconferência em 15 de agosto. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, caiu 0,26%, enquanto o índice de Xangai teve variação positiva de 0,04%. O subíndice do setor financeiro do CSI300 recuou 0,26%, o de consumo subiu 0,27%, o imobiliário perdeu 0,17% e o de saúde caiu 1,98%. As ações das empresas agrícolas chinesas subiram devido a preocupações com a segurança alimentar do país diante do surto de coronavírus e do aumento das tensões EUA-China, disseram em nota analistas da TF Securities. Tensões entre Estados Unidos e China têm se tornado mais frequentes: entenda as disputas Veja as cotações de fechamento das bolsas da Ásia: Em TÓQUIO, o índice Nikkei avançou 1,78%, a 23.249 pontos. Em HONG KONG, o índice HANG SENG caiu 0,05%, a 25.230 pontos. Em XANGAI, o índice SSEC ganhou 0,04%, a 3.320 pontos. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em XANGAI e SHENZHEN, retrocedeu 0,26%, a 4.635 pontos. Em SEUL, o índice KOSPI teve valorização de 0,21%, a 2.437 pontos. Em TAIWAN, o índice TAIEX registrou alta de 0,73%, a 12.763 pontos. Em CINGAPURA, o índice STRAITS TIMES valorizou-se 1,28%, a 2.595 pontos. Em SYDNEY o índice S&P/ASX 200 recuou 0,67%, a 6.091 pontos.
No semestre, lucro da estatal somou R$ 4,9 bilhões, contra R$ 6,908 bilhões obtidos no mesmo período de 2019. A Eletrobras (Centrais Elétricas Brasileiras) registrou lucro líquido de R$ 4,59 bilhões no segundo trimestre, valor que representa uma queda de 17,3% em relação ao resultado do mesmo trimestre do ano passado (R$ 5,56 bilhões), segundo balanço divulgado na noite desta quarta-feira (12). Segundo a estatal, o resultado refletiu, principalmente, pelo efeito das revisões tarifárias das concessões de transmissão de energia, além de despesas financeiras e desvalorização do real. O lucro recorrente da Eletrobras somou R$ 1,422 bilhão, contra R$ 2,186 bilhões no mesmo trimestre do ano passado. Já o Ebitda (Lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização) atingiu R$ 7,8 bilhões, valor 483% superior ao reportado no 2º trimestre de 2019, com impacto positivo de R$ 5,5 bilhões devido à revisão das tarifas de transmissão. Corte de despesas A companhia também registrou significativa redução no número de empregados, para 12,5 mil, contra 15,5 mil anteriormente, com programas de demissão voluntária. A Eletrobras disse que essas demissões ajudaram a reduzir custos com pessoal, material, serviços e outros (PMSO) em 26% na comparação ano a ano, para R$ 1,67 bilhão. A companhia contabilizou R$ 12,5 bilhões de receita bruta no trimestre, dos quais R$ 5,5 bilhões referem-se à remensuração do ativo de RBSE decorrente da revisão tarifária das concessões de transmissão renovadas. A estatal encerrou o trimestre com R$ 14,7 bilhões em caixa e equivalentes de caixa. Com isso, a dívida líquida ficou em R$ 19,6 bilhões, contra R$ 19,97 bilhões no mesmo período de 2019. A companhia é responsável por 30% da geração de energia elétrica do país, o equivalente a 51.301 MW, e, durante a pandemia, a geração da Eletrobras chegou a 40% da geração brasileira entre abril e junho. Na transmissão, a empresa detém 44,7% do Brasil, num total de 71.503 km de linhas. Já os investimentos encolheram 43% na comparação com o 2º trimestre do ano passado, somando R$ 380 milhçoes. A Eletrobras fechou o semestre com um lucro líquido de R$ 4,9 bilhões, contra R$ 6,908 bilhões obtidos no mesmo período de 2019. Já a Receita Operacional Líquida cresceu 38%, para R$ 18,053 bilhões. Privatização da Eletrobrás é descartada no momento; Correios podem ser a opção

Tira-dúvidas também responde questões sobre compra de aparelho 'com vírus de fábrica' e uso de computadores com Windows XP e Windows 7. Se você tem alguma dúvida sobre segurança da informação (antivírus, invasões, cibercrime, roubo de dados etc.), envie um e-mail para [email protected] A coluna responde perguntas deixadas por leitores às quintas-feiras. Crime de invasão requer violação de mecanismo de segurança, como uma tela de bloqueio. Mas violação de privacidade pode ser ilícita por outras razões. Altieres Rohr/G1 Acesso 'sem querer' a conversas do WhatsApp Web Trabalho numa empresa com três funcionários e um fica na sala com nosso patrão. Outro dia ele me pediu para fazer um trabalho para ele, pois a outra funcionária não estava na sala. Ao tentar acessar a página do WhatsApp Web, ela já estava aberta, e ela estava falando com a esposa do patrão a respeito dele (passando todos os passos dele, que horas ele chega, a que horas ele sai e com quem ele se comunica no decorrer do dia). Na mesma hora eu comuniquei a ele, pois sou funcionária nesta empresa há mais de 30 anos e nunca fiz esse tipo de jogo (falar do patrão para quem quer que seja). Quero saber se isso pode ser configurado como invasão, uma vez que estava lá aberto para quem se sentasse naquela máquina. – (nome omitido pelo blog) É importante lembrar que a Justiça dispõe de várias instâncias e esferas diferentes. Até um detalhe pode ser determinante para a decisão tomada pelo juiz. Essa história, por exemplo, envolve a questão trabalhista (era um computador do trabalho), uma questão pessoal ou civil, e uma possível questão criminal. A "invasão" de dispositivos eletrônicos é uma questão criminal. Em termos criminais, a lei normalmente só é aplicada quando houve uma intenção. Há algumas exceções, como o conhecido homicídio culposo (sem intenção de matar) e consequências que decorrem de uma negligência, como abandono de incapaz. Abrir uma página de internet e se deparar com informações de outra pessoa dificilmente seria considerado um ato "intencional". Mas a lei no Brasil exige ainda mais uma condição: a violação de um mecanismo de segurança. Nesse caso, é possível afirmar que não houve uma violação de um mecanismo de segurança. Afinal, o WhatsApp Web abriu imediatamente porque já estava autenticado. Existe, porém, um outro lado dessa situação: o respeito à privacidade e intimidade da funcionária. O WhatsApp Web, quando é carregado, não mostra nenhuma conversa. Sendo assim, você teve que clicar em uma das conversas para visualizar os diálogos – e isso, embora não seja uma invasão como a lei define, pode ser uma espécie de violação de privacidade ou intimidade. Outros aspectos legais, que não a invasão de dispositivo, podem entrar em jogo. Como o caso ocorreu em um computador do trabalho, também pode ser argumentado que a funcionária não deveria ter certas expectativas de privacidade. Mas isso pode variar dependendo do contrato de trabalho ou regulamento da empresa. O ideal é firmar um acordo bem claro com os funcionários a respeito do uso de equipamentos e dos dados que são armazenados nele, mas isso nem sempre existe, especialmente em empresas menores. Este blog não pode oferecer nenhuma consulta ou auxílio jurídico. A recomendação é sempre consultar um advogado. Porém, é importante saber que a lei brasileira exige a violação de um mecanismo de segurança para que se configure crime de invasão. É por isso, também, que este blog faz questão de lembrar da necessidade de configurar senhas de bloqueio e manter dados pessoais (como o WhatsApp) exclusivamente em dispositivos pessoais e protegidos. Então, um detalhe preocupante da sua história é o seguinte: por que você iria abrir o WhatsApp Web? Se você pretendia autorizar o seu próprio telefone no computador do trabalho, você estaria cometendo o mesmo erro, deixando suas conversas em um computador que não é pessoal. Outros detalhes da lei de crimes digitais podem ser conferidos na própria lei 12.737 de 2012. Veja aqui. Tela de configurações do aplicativo da Play Store mostra se dispositivo Android é certificado pelo Google. Certificação ajuda a identificar aparelhos mais seguros Reprodução Como saber se um celular tem 'vírus de fábrica'? Comprei um aparelho Doogee X95 na internet, mas não sei ver se ele tem vírus. Vi dizer em uma coluna do G1, Segurança Digital, que esses códigos maliciosos podem estar dentro do sistema escondido. Agradeço desde já e agradeço de me indicaram links que se ajudem a resolver esse problema. – Reinaldo Reinaldo, é muito difícil determinar se um aparelho possui códigos indevidos de fábrica. É fato que programas maliciosos já foram encontrados nos sistemas instalados pela Doogee em seus aparelhos, mas o X95 é novo e não há denúncias contra esse modelo até o momento. Um esclarecimento importante: vírus nem sempre vêm "pré-instalados" nos celulares por vontade da fabricante. Fabricantes de aparelhos muitas vezes concordam com a inclusão de aplicativos "parceiros" no sistema. Isso é fácil de verificar quando você compra um aparelho em lojas de operadoras: em muitos casos, a marca da operadora aparece quando você liga o smartphone e há aplicativos pré-instalados que correspondem a serviços da operadora. O mesmo tipo de acordo comercial existe com outras fabricantes, mesmo sem o envolvimento das operadoras. O intuito é permitir que a fabricante recupere parte dos custos de fabricação para vender o aparelho por um preço menor. Infelizmente, algumas dessas adições ao sistema podem ter códigos maliciosos. Bons fabricantes testam o sistema rigorosamente e se submetem a verificações do Google e de entidades reguladoras. Nesse sentido, é importante destacar algumas coisas: A marca "Doogee" atualmente não faz parte da lista de parceiros do Google; A Doogee não tem aparelhos homologados no Brasil. Você pode consultar isso no site da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), em Consulta de Produtos; No Android, você pode abrir o aplicativo da Play Store e acessar "Configurações". No fim da tela, você verá uma mensagem afirmando se o aparelho é certificado. Aparelhos sem certificação não passaram por processos do Google que garantem a integridade do sistema; Se o celular não veio com a Play Store pré-instalada, ele provavelmente não é um modelo certificado. Sendo assim, Reinaldo, é bastante provável que você tenha adquiro um aparelho que não foi homologado pela Anatel e que não passou pelo processo de certificação do Google. Isso é arriscado, mas não significa que o aparelho necessariamente possui algum programa malicioso. Se você se importa com a segurança dos seus dados, é recomendado evitar o uso de aparelhos com esse tipo de procedência. Dúvidas sobre segurança digital? Envie um e-mail para [email protected]

Importações estão mantidas, e autoridades recomendam cuidados no preparo dos alimentos. De acordo com número de registro informado, o lote pertence ao frigorífico Aurora, de Santa Catarina. G1 tenta contato com a empresa. Ministério da Agricultura ainda não se manifestou. Imprensa chinesa diz ter encontrado traços do coronavírus em frango importado do Brasil A prefeitura de Shenzhen, cidade da China próxima de Hong Kong, anunciou nesta quinta-feira (13) que detectou o novo coronavírus em um controle de rotina de frango importado do Brasil, o maior produtor mundial. "O vírus Sars-CoV-2, responsável pela doença Covid-19, foi encontrado recentemente em uma amostra coletada da superfície de um lote de asas de frango congeladas importadas", informou um comunicado divulgado pela Sede de Prevenção e Controle de Epidemias de Shenzhen. De acordo com o número de registro informado no comunicado da prefeitura de Shenzhen, o lote pertence ao frigorífico Aurora, de Santa Catarina. O G1 procurou a empresa às 9h24, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem. Atualmente, o Brasil tem 6 frigoríficos com exportações suspensas para a China por conta de preocupações com a Covid-19. Nenhum deles é da Aurora. Apesar da notícia, não existe nenhuma informação sobre embargo às exportações brasileiras ou do frigorífico. As importações estão mantidas, e autoridades recomendam cuidados no preparo dos alimentos. O G1 também procurou a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), que disse que "está analisando as informações de possível detecção de traços de vírus em embalagem de produto de origem brasileira" (veja a nota na íntegra no final da reportagem). O Ministério da Agricultura ainda não se manifestou. O governo brasileiro está em contato com a Administração Geral de Alfândegas da China, segundo apuração do G1. Carne de frango congelada Reprodução/TV Fronteira O comunicado da prefeitura de Shenzhen também diz que, pela segunda vez, traços do coronavírus foram encontrados em camarões procedentes do Equador (leia mais abaixo). As autoridades chinesas informaram que submeteram imediatamente a exames de diagnóstico as pessoas que tiveram contato com os produtos contaminados, assim como seus parentes. Todos os testes apresentaram resultado negativo, segundo o comunicado. O comunicado de Shenzhen também pede para que consumidores sejam cautelosos ao comprar carne congelada e frutos do mar importados, e a continuar tomando medidas de proteção para minimizar o risco de infecção pelo novo coronavírus. Exportações brasileiras A contaminação de frango brasileiro pode provocar uma nova queda das exportações brasileiras para a China. Em fevereiro de 2019, Pequim passou a aplicar, por cinco anos, tarifas antidumping ao frango brasileiro, que vão de 17,8% a 32,4%. O Brasil, maior produtor mundial de carne de frango, era até 2017 o principal fornecedor de frango congelado para a China, por um valor que se aproximava de US$ 1 bilhão por ano e um volume que representava quase 85% das importações do gigante asiático. Nos últimos anos o país perdeu parte do mercado para Tailândia, Argentina e Chile, de acordo com a consultoria especializada Zhiyan. Veja abaixo um vídeo sobre as vendas de frango do Brasil para a China. Exportação de frango para China aumenta 15% em janeiro Pacotes de camarões equatorianos contaminados Na província de Anhui, a prefeitura da cidade de Wuhu anunciou que detectou a presença do coronavírus em embalagens de camarões procedentes do Equador. Os pacotes estavam conservados no congelador de um restaurante da cidade. Esta é a segunda vez desde o início de julho que a China informa a presença do vírus em pacotes de camarões equatorianos. No dia 10 de julho, a Administração da Alfândega da China fez testes com amostras de um contêiner e com pacotes de camarões brancos do Pacífico que apresentaram resultados positivos para o novo coronavírus. As avaliações aconteceram nos porto de Dalian e Xiamen. De acordo com os dados mais recentes da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), o Equador produziu em 2018 quase 500 mil toneladas de camarões e 98 mil foram importadas à China, um mercado em plena expansão — um ano antes as exportações alcançaram apenas 16 mil toneladas. Em junho, o grande mercado atacadista de Xinfadi, em Pequim, foi fechado após a detecção de um foco epidêmico que afetou centenas de pessoas. Restos de vírus foram detectados em uma tábua de corte de salmão importado. A China, onde o coronavírus foi detectado pela primeira vez no fim de 2019, controlou em grande medida a epidemia, segundo os dados oficiais. Nesta quinta-feira (13), o país anunciou um balanço diário de 19 contágios. A última morte provocada pelo vírus aconteceu em maio, segundo o governo chinês. O Brasil é o segundo país do mundo mais afetado pela Covid-19, atrás dos Estados Unidos. O Equador tem um balanço de quase 6.000 vítimas fatais e mais de 97 mil casos confirmados. A Covid-19 é uma doença respiratória e, até o momento, nada indica que pode ser transmitida por meio da ingestão de produtos contaminados. Focos de contágio já foram registrados em matadouros de outros países, como Alemanha, França, Estados Unidos ou Bélgica. Veja a nota da ABPA na íntegra: "A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) informa que o setor produtivo está analisando as informações de possível detecção de TRAÇOS DE VÍRUS em EMBALAGEM de produto de origem brasileira, feita por autoridades municipais de Shenzen, na China. Ainda não está claro em que momento houve a eventual contaminação da embalagem, e se ocorreu durante o processo de transporte de exportação. O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Brasil está em contato para esclarecimentos com o GACC (autoridade sanitária oficial da China), que fará a análise final da situação. A ABPA reitera que não há evidências científicas de que a carne seja transmissora do vírus, conforme ressaltam a Organização Mundial da Saúde (OMS), a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO), a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Ao mesmo tempo, o setor exportador brasileiro reafirma que todas as medidas para proteção dos trabalhadores e a garantia da inocuidade dos produtos foram adotadas e aprimoradas ao longo dos últimos meses, desde o início da pandemia global."

A 'debandada' de parte da equipe econômica, que perdeu oito integrantes até agora, evidencia o enfraquecimento do programa liberal - uma bandeira de campanha - no governo federal. Você pode ouvir O Assunto no G1, no Spotify, no Castbox, no Google Podcasts, no Apple Podcasts, no Deezer ou no aplicativo de sua preferência. Assine ou siga O Assunto, para ser avisado sempre que tiver novo episódio no ar. Dois novos desfalques na equipe econômica colocam em xeque o futuro do ministro da Economia. Numa manobra arriscada, ele resolveu expor em público as resistências do presidente em fazer reformas e privatizar, duas promessas de campanha. Nesta quarta, Jair Bolsonaro reagiu ao movimento de Paulo Guedes reafirmando compromisso com a responsabilidade fiscal. Mas a luta interna continua. Neste episódio, Renata Lo Prete conversa com Miriam Leitão, comentarista da Globo, da CBN e colunista do jornal O Globo. Miriam explica por que o projeto de Guedes nunca decolou e, agora, corre o risco de sair de vez da pauta de Bolsonaro. E responde ainda: nosso debate econômico ficará eternamente limitado ao enfrentamento entre austeros e gastadores? Participa também Valdo Cruz, jornalista da TV Globo em Brasília. Ele antecipa os próximos passos desse conflito, como o destino do teto de gastos na elaboração do Orçamento. E analisa as perspectivas para Guedes no governo. O que você precisa saber: Guedes anuncia pedidos de demissão de dois secretários e vê 'debandada' na Economia Com saída de Mattar e Uebel, sete já deixaram equipe econômica desde o ano passado Pressão para ampliar gasto gera desconforto na equipe de Guedes e temor de perda da credibilidade Para assessores de Bolsonaro, Guedes pode sair se governo optar por furar teto de gastos Bolsonaro defende privatizações e diz que responsabilidade fiscal e teto de gastos são o 'norte' Bolsonaro defende controle de gastos e privatizações, após baixas na equipe econômica O podcast O Assunto é produzido por: Isabel Seta, Gessyca Rocha, Luiz Felipe Silva, Thiago Kaczuroski, Giovanni Reginato, Mônica Mariotti e Renata Bitar. Apresentação: Renata Lo Prete. Comunicação/Globo O que são podcasts? Um podcast é como se fosse um programa de rádio, mas não é: em vez de ter uma hora certa para ir ao ar, pode ser ouvido quando e onde a gente quiser. E em vez de sintonizar numa estação de rádio, a gente acha na internet. De graça. Dá para escutar num site, numa plataforma de música ou num aplicativo só de podcast no celular, para ir ouvindo quando a gente preferir: no trânsito, lavando louça, na praia, na academia... Os podcasts podem ser temáticos, contar uma história única, trazer debates ou simplesmente conversas sobre os mais diversos assuntos. É possível ouvir episódios avulsos ou assinar um podcast – de graça - e, assim, ser avisado sempre que um novo episódio for publicado.

Liberação será para trabalhadores fora do Bolsa Família, nascidos em maio e aprovados em todos os lotes do benefício. A Caixa Econômica Federal (CEF) libera nesta quinta-feira (13) saques e transferências de novas parcelas do Auxílio Emergencial, para 4 milhões de beneficiários do programa nascidos em maio. Entre eles, estão 102 mil trabalhadores que tiveram o pedido liberado este mês: beneficiários do sexto lote; e do primeiro lote, que receberam a primeira parcela em abril mas tiveram os pagamentos suspensos. Saiba como liberar a conta bloqueada no aplicativo Caixa Tem Veja o calendário completo de pagamentos do Auxílio Emergencial Tira dúvidas sobre o Auxílio Emergencial SAIBA TUDO SOBRE O AUXÍLIO EMERGENCIAL Todos já podiam usar os recursos para pagamento de contas e compras por meio do cartão virtual.(veja nos calendários mais abaixo). População enfrenta diversas dificuldades para conseguir receber auxílio emergencial VEJA QUEM PODE SACAR A PARTIR DESTA QUINTA: Trabalhadores do Cadastro Único e inscritos via site e app, nascidos em maio poderão sacar ou transferir: aprovados no primeiro lote poderão sacar a terceira e a quarta parcelas; aprovados no segundo lote poderão sacar a segunda e a terceira parcelas; aprovados no terceiro e quarto lotes poderão sacar a segunda parcela; aprovados no quinto e sexto lotes poderão sacar a primeira parcela aprovados no primeiro lote, mas que tiveram o benefício suspenso, poderão sacar a terceira e quarta parcelas Os trabalhadores podem consultar a situação do benefício pelo aplicativo do auxílio emergencial ou pelo site auxilio.caixa.gov.br. Calendários de pagamento Veja abaixo os calendários de pagamento da parcela atual. Clique aqui para ver o calendário completo de pagamentos do Auxílio Emergencial. Lote 1, Parcela 4 Economia G1 Lote 2, Parcela 3 Economia G1 Lotes 3 e 4, Parcela 2 Economia G1 Lote 5, Parcela 1 Economia G1 Auxílio Emergencial, Lote 6 Parcela 1 Economia G1 Auxílio Emergencial, Lote 1 (retomada), Parcelas 3 e 4 Economia G1

Entre as oportunidades, há funções de açougueiro, empregado doméstico nos serviços gerais, zelador, carpinteiro, mestre doceiro e outros. Sine Macapá oferta vaga para função de açougueiro Graziela Rezende/G1 O Sistema Nacional de Emprego no Amapá (Sine-AP) oferta vagas de emprego em Macapá para esta quinta-feira (13). O atendimento ao público está suspenso na sede do órgão e os candidatos interessados devem encaminhar e-mail com currículo anexado. As inscrições e cadastros devem ser feitos pela internet, no e-mail [email protected] As vagas estão disponíveis apenas para o dia divulgado. O atendimento do Sine por e-mail já era feito para as empresas que ofertam as vagas e agora o órgão estendeu para os interessados em enviar currículos. A alternativa, que visa compensar o tempo em que o Sine ficou fechado, deve durar até o fim do decreto de isolamento. Veja as vagas disponíveis de acordo com as solicitações das empresas, para quinta-feira: almoxarife açougueiro auxiliar de cozinha carpinteiro pintor de obras salgadeiro eletricista de instalações de veículos automotores empregado doméstico nos serviços gerais mecânico florestal mestre doceiro servente (construção civil) técnico de refrigeração (instalação) torneiro mecânico zelador Veja o plantão de últimas notícias do G1 Amapá

Empresa teve lucro de R$ 50 milhões entre abril e junho; resultado foi pressionado pelas medidas de distanciamento social. O grupo empresarial Ultrapar registrou queda de quase 60% no lucro líquido do segundo trimestre ante mesmo período de 2019, pressionado pelos impactos das medidas de distanciamento social que fizeram sua principal unidade, a rede de postos Ipiranga, ter queda de 18% nas vendas de combustíveis. A companhia teve lucro de R$ 50 milhões entre abril e junho, ante expectativa média de analistas compilada pela Refinitiv de R$ 113 milhões. Posto Ipiranga durante o anoitecer na avenida Morumbi, zona sul de São Paulo Marcelo Brandt/G1 A geração de caixa medida pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado foi de R$ 611 milhões, queda de 14% na comparação anual e abaixo da previsão média da Refinitiv de R$ 702 milhões. A Ultrapar afirmou que em abril os volumes de venda de combustíveis do ciclo Otto despencaram 37% ante mesmo mês de 2019, enquanto no diesel a queda foi de 17%. "Em maio e junho os volumes vendidos registraram importante e gradual recuperação", afirmou a companhia no balanço, após flexibilizações da quarentena em uma série de Estados. Segundo o balanço, para mitigar a queda nas vendas da Ipiranga, a rede de postos de combustíveis reduziu gastos "em diversas áreas, que possibilitaram a corte das despesas gerais, administrativas e de vendas em 32% na comparação anual". Enquanto isso, o nível de inadimplência registrado "apresentou ligeiro aumento e manteve-se em patamares aceitáveis para o período", afirmou a Ultrapar sobre a Ipiranga. O grupo, que ainda soma negócios em transporte e armazenamento de granéis líquidos, distribuição de gás liquefeito, especialidades químicas e varejo farmacêutico, teve leve queda na relação dívida líquida sobre Ebitda ajustado, passando de 3,3 vezes no fim de março para 3,2 vezes. A companhia afirmou que o conselho de administração aprovou proposta para não pagar dividendos intermediários relativos a 2020 como forma de preservar caixa, que fechou o semestre em R$ 8,45 bilhões ante R$ 6,42 bilhões um ano antes.

Valor representa um aumento de 10,1% em relação a 2019, diante do aumento da safra e alta nos preços de vários produtos. Cooperada soja - Cotrijal Divulgação Cotrijal/Divulgação O Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) do Brasil neste ano foi estimado nesta quarta-feira (12) em 742,4 bilhões de reais, aumento de 10,1% ante 2019, com um aumento da safra e alta nos preços de vários produtos, informou o Ministério da Agricultura nesta quarta-feira. Até o mês anterior, a estimativa era de um aumento de 8,8% no VBP ante o ano passado. Os resultados deste ano estão relacionados ao bom desempenho da safra de grãos, que deve alcançar recorde de 253,7 milhões de toneladas, conforme projeção da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). "Em grande parte, esses números refletem o aumento das safras de soja e de milho. Os preços agrícolas mostram-se também favoráveis aos agricultores, e têm sido boas as condições do mercado internacional quanto à taxa de câmbio e à demanda externa", afirmou o ministério. Segundo o ministério, as lavouras devem ter crescimento real de 12,3%, e a pecuária, 6,1%. As lavouras representam 66,5% do faturamento e a pecuária, 33,5%. Conab anuncia safra recorde em 2020

Vendas de carne bovina para o país asiático saltaram 145% no trimestre e foram 65% das receitas de exportação. Funcionário organizando frigorífico da Marfrig em São Paulo. REUTERS/Paulo Whitaker A Marfrig teve lucro líquido de 1,59 bilhão de reais no segundo trimestre, um salto ante os 87 milhões obtidos em igual período de 2019, melhora que a companhia atribuiu à melhora no desempenho operacional e firme demanda da China. O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado subiu 266% ano a ano, a 4,1 bilhões de reais. A receita líquida consolidada atingiu 18,9 bilhões de reais, crescimento de 54% em relação ao mesmo intervalo do ano passado. "Apesar do cenário adverso (com a pandemia da Covid-19), a companhia registrou um desempenho operacional significativamente acima da média do mercado...Buscamos comprar melhor e vender melhor", disse à Reuters o presidente da Operação América do Sul da Marfrig, Miguel Gularte. "Nosso preço médio (de portfólio) subiu 18%, enquanto o mercado subiu 11%...Reduzimos os abates em linha com o mercado, de 10% a 11%, mas o custo com gado aumentou 31%, enquanto para a Marfrig subiu 29%", comparou. No período, a receita líquida da Operação América do Sul --Brasil, Argentina, Uruguai e Chile-- atingiu 4,4 bilhões de reais, crescimento anualizado de 27,7%, enquanto o Ebitda ajustado passou de 216 milhões de reais para 613 milhões. Parte significativa deste resultado se deve ao forte avanço de exportações da Operação América do Sul para a Ásia. Segundo a companhia, as vendas de carne bovina para China e Hong Kong saltaram 145% no trimestre, no comparativo ano a ano, e representam 65% das receitas de exportação. Gularte disse que este forte desempenho no mercado asiático foi impulsionado também pelo aumento no número de plantas habilitadas para exportar à China. "O Brasil teve um acréscimo de 17 plantas aprovadas pelos chineses, em relação ao segundo trimestre do ano passado. A Marfrig, mais quatro", afirmou o executivo. Atualmente com 13 unidades habilitadas pela China, a Operação América do Sul da Marfrig obteve 68% de suas receitas totais oriunda do exterior. Há um ano, essa fatia era de 52%. Sobre a pandemia, Gularte ressaltou que nenhuma planta da empresa foi paralisada no Brasil e os gastos com medidas de prevenção alcançaram 42 milhões de reais desde o fim de março. O food service foi o segmento mais afetado e a expectativa é que até o quarto trimestre haja uma normalidade. Olhando para os próximos meses, Gularte vê um cenário de ajuste na oferta de gado no Brasil, relacionado a questões climáticas por ausência dos animais de confinamento, mas compensada por preços atrativos para a carne. Mais de 550 funcionários de frigoríficos foram infectados pela Covid-19 em MT, diz governo América do Norte A receita líquida da Operação América do Norte atingiu 2,7 bilhões de dólares no trimestre, alta anual de 19%, com salto de 170,3% no Ebitda ajustado para 635 milhões de dólares. Com isso, a operação representou 77% das receitas líquidas e 86% do Ebitda consolidado da Marfrig, um recorde. "Por trás desse resultado estão a robustez do mercado americano que, por conta do isolamento exigido pela pandemia, teve o aumento de consumo e de preços finais, e a queda do custo do gado, provocada por uma maior oferta local", disse o presidente da empresa para a região, Tim Klein. Gastos ligados à pandemia somaram 48,5 milhões de dólares. Ele destacou que com a queda de abates no segundo trimestre, houve aumento de oferta de gado, que deve se estender até 2021.

Expansão foi puxada pelos cultivos de soja, milho e algodão. Percevejos e ácaros foram os insetos que mais necessitaram de tratamentos. Agrotóxico herbicida pesticida Pixabay Puxada pelos cultivos de soja, milho e algodão, a área tratada com defensivos agrícolas cresceu 6% no primeiro semestre do ano no Brasil, para 643,2 milhões de hectares, informou o Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Vegetal (Sindiveg) nesta quarta-feira (12). A receita das indústrias do setor, no entanto, ficou praticamente estável no semestre, em relação ao mesmo período de 2019, em 6,04 bilhões de dólares. Por que a produção de alimentos depende tanto de agrotóxicos? Governo autoriza o registro de 1 princípio ativo inédito e 5 genéricos usados na formulação de agrotóxicos O tratamento das áreas de soja aumentou 33% de janeiro a junho, seguido pelas lavouras de milho (+29%) e algodão (+18%), disse o sindicato. "Soja, milho, algodão e cana, juntos, representam cerca de 80% do mercado de defensivos agrícolas no país", disse em nota o presidente do sindicato, Julio Garcia. A estimativa de área tratada é muito maior do que o plantio efetivo no Brasil, porque uma mesma fazenda recebeu aplicação de defensivos mais de uma vez. Garcia ainda afirmou que a contenção de pragas, doenças e ervas daninhas é um desafio cada vez maior, exigindo a ação de soluções mais complexas e inovadoras para proteção das plantas. Uso por produto Quanto aos produtos, os inseticidas representaram 36% das aplicações, os fungicidas 33%, e os herbicidas 22%. "No 1º semestre de 2020, as pragas estiveram mais agressivas do que nunca. A soja exigiu diferentes mecanismos de defesa para combater uma doença muito agressiva de difícil controle: a ferrugem asiática", afirmou. Percevejos e ácaros foram os insetos que mais necessitaram de tratamentos e, no caso de ervas daninhas, capim amargoso e buva exigiram modos de ação diferenciados para combatê-los. Em relação ao milho safrinha, foi preciso aumentar o uso de inseticidas para combater cigarrinhas e percevejos, enquanto manchas foliares e ferrugem demandaram mais aplicações de fungicidas. G1 no Campo: Ministério da Agricultura libera o uso de mais 16 agrotóxicos nas lavouras Quanto ao algodão, a doença mais agressiva continua sendo a ramulária, levando os agricultores também a usar mais fungicidas. O manejo de resistência também foi intensificado na primeira metade do ano. Na perspectiva geográfica, Mato Grosso foi o Estado que mais demandou defensivos agrícolas no período, representando 28% do total, seguido por São Paulo (13%) e Matopiba (12%) --região formada pelo Maranhão, Tocantins, Piauí e oeste da Bahia. Câmbio No segundo trimestre do ano, o faturamento da indústria recuou 3,1%, atingindo 1,36 bilhão de dólares, e contribuindo para limitar o avanço do semestre. O Sindiveg explicou que a desvalorização cambial foi outro grande desafio para a indústria, que adquire insumos importados e ainda não conseguiu repassar integralmente o aumento desta variação integral ao mercado. A moeda norte-americana registrou seu pico em relação ao real no segundo trimestre, impulsionada pela pandemia do novo coronavírus, e chegou a ser negociada perto de 6 reais. "Vale lembrar o importante papel das indústrias de defensivos agrícolas como financiadoras da produção agrícola brasileira. Nosso prazo de financiamento médio atingiu 240 dias, aumentando mais de 20%", disse Garcia. "As empresas do setor agroquímico comprometeram-se e estão se esforçando muito para conseguir garantir recursos suficientes para financiamento do setor", acrescentou.

Setor vendeu US$ 10 bilhões no mês passado, alta de 11,7% puxada pelas compras da China. 13 milhões de toneladas de grãos no Corredor de Exportação de Paranaguá Claudio Neves/AEN As exportações do agronegócio do Brasil atingiram US$ 10 bilhões em julho, alta de 11,7% em relação a igual período do ano anterior e o equivalente a 51,2% do valor total exportado pelo país no mês passado, informou o Ministério da Agricultura nesta quarta-feira (12). O resultado foi puxado por firmes altas na comercialização de produtos como soja, açúcar, celulose, algodão e carnes suína e bovina, disse a pasta, que também destacou o crescimento nos embarques para a China. "O crescimento de quase US$ 1 bilhão nas exportações para a China explica a expansão das vendas externas em julho deste ano", afirmou o ministério em comunicado, acrescentando que os embarques para o país asiático somaram US$ 3,85 bilhões, avanço de 34,3% na comparação anual. Os dados indicam, dessa forma, que a China foi responsável por 38,4% de todo o valor exportado pelo agronegócio brasileiro no mês passado. Os embarques de soja, principal produto de exportação do Brasil, somaram US$ 3,61 bilhões em julho, diante de uma elevação de 39,4% no volume exportado, a 10,4 milhões de toneladas -- das quais 75,8% foram para a China. Em termos de avanço percentual no valor exportado, o ministério destacou o açúcar, cujos embarques geraram receita de 964 milhões de dólares, ganho de 83,4% no ano a ano, em momento de demanda firme e maior produção pelas usinas locais.

Loja de material para artesanato não tinha nenhuma operação online e precisou se reinventar para sobreviver à crise gerada pela pandemia. A transformação digital salvou um negócio na cidade de Paulínia, no interior de São Paulo. Com a quarentena e o fechamento do comércio, o filho assumiu a loja de material para artesanato dos pais e conseguiu aumentar o faturamento em 80%. César Pietrobom está no ramo de tecidos há 14 anos e é dono de uma franquia de material para artesanato junto com a esposa. A loja fechou no começo da quarentena e a família enfrentou o drama de milhões de empresários: como manter o faturamento sem atendimento? Foi aí que Ítalo, arquiteto e filho mais novo do casal, assumiu o negócio e fez uma transformação. Ele levou o mundo digital para dentro da loja, que não tinha qualquer tipo de operação online. Pai e filho se uniram para salvar empresa da família durante a pandemia Reprodução TV Globo “O meu pai, como não é um grande fã de redes sociais, tinha um pé atrás. Mas aí conversamos, implementamos e arriscamos, tivemos que arriscar. Porque era isso ou nada”, diz o empresário Ítalo Pietrobom. A empresa passou a se comunicar com os clientes por aplicativos de mensagens, investiu em divulgação pelas redes sociais e criou logística para separar pedidos e fazer entregas. Resultado da transformação digital: hoje, mesmo com a loja física reaberta, as vendas online representam cerca de 40% do faturamento do negócio. Ítalo também propôs a diversificação dos produtos e a loja passou a vender também tecido antiviral e outros materiais para confecção de máscaras. O resultado dessa verdadeira revolução foi que, em junho, o faturamento do negócio subiu 80% em relação ao mesmo mês do ano passado. “Foi muito bom ele ter aparecido na loja”, comemora o pai. Veja a reportagem completa: Pai e filho se unem para salvar empresa da família e faturamento do negócio aumenta em 80%

Investidores voltaram aos papéis das grandes empresas de tecnologia, que sustentam o mercado de ações desde março. Wall Street Lucas Jackson/Reuters A Bolsa de Valores de Nova York fechou em alta em todos os principais indicadores nesta quarta-feira (12). O principal índice Dow Jones Industrial Average subiu 1,05%, fechando a 27.976,69 pontos. O tecnológico Nasdaq, com componente basicamente tecnológico, subiu 2,13%, atingindo 11.012,24 unidades, enquanto o índice ampliado S&P 500 fechou em 3.380,35 unidades - perto de seu recorde de fevereiro. Bovespa fecha em leve queda nesta quarta-feira, monitorando equipe econômica As ações de tecnologia caíram no início da semana devido a ajustes de portfólio em favor de outros itens como transporte aéreo e agências de viagens. No entanto, essas compras "não são baseadas na realidade econômica", disse Gregori Volokhine, da Meeschaert Financial Services. Nesta quarta-feira, os investidores voltaram aos papéis das grandes empresas de tecnologia, que sustentam o mercado de ações desde março: a Amazon subiu 2,65%, a Apple 3,32%, Microsoft 2,86% e a Alphabet, matriz da Google, 1,80%.

Autorização da Anac permite testes além da linha de visada visual, quando o operador não precisa ter contato visual para operar a aeronave. Ifood prevê rota entre shopping e condomínio. Campinas pode ser 1ª do país a ter entregas de refeições por drones Os testes que podem colocar Campinas (SP) como a primeira cidade brasileira a ter delivery de alimentos por meio de aeronaves devem começar em outubro, segundo o vice-presidente de crescimento e inovação do Ifood, Bruno Henriques. A plataforma de pedidos é parceira das companhia Speedbird Aero, que conseguiu autorização da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) nesta semana para começar as operações. A metrópole deve ter inicialmente três pontos para pousos e decolagens. As discussões tiveram início no ano passado e, de acordo com a empresa, o prazo pode ser alterado somente se houver imprevistos atrelados à pandemia do novo coronavírus no país. O teste inicial propõe reduzir o tempo para que uma refeição seja entregue por um restaurante do Shopping Iguatemi Campinas até um "centro de distribuição" onde estão entregadores para levar os produtos aos clientes. "Hoje um motoboy precisa entrar no shopping, estacionar, retirar a refeição e voltar, leva 12 minutos. O primeiro teste significa ter uma pessoa para coletar as refeições e levar até um drone. A comida sai desse ponto, mais próximo da área de alimentação, e vai até os entregadores. Vamos fazer isso de maneira mais rápida, em dois minutos e meio, levando mais de um pedido por voo", destaca Henriques. Sem mencionar durante a entrevista o valor total investido, ele explica que o teste posterior será levar entregas da área do shopping até um condomínio residencial na mesma região. Além disso, alega que as empresas já têm também aval do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea), mas a instituição diz esperar por solicitação formal sobre o tema - veja abaixo posicionamento. "É o grande case na minha opinião, fazer voar longas distâncias o que hoje levaria bastante tempo [...] Se der certo, o próximo prazo é cruzar a Rodovia D.Pedro. A beleza é que tudo regulado, como se fosse uma ponte Rio-São Paulo, com rota. Nossa expectativa é fazer os casos mais distantes se tornarem realidade." A plataforma de pedidos conta inicialmente com três profissionais nas áreas de inovação e logística, enquanto a companhia parceira terá mais quatro responsáveis pelas operações das aeronaves. Drone usado durante teste do iFood André Alves e Eduardo Yamanaka / Nectar Audiovisual Segurança A autorização concedida pela Anac à Speedbird é a primeira deste tipo emitida pela agência. Em caráter experimental, ela permite testes além da linha de visada visual, quando o operador não precisa ter contato visual para operar o drone. Procurada pelo G1, a assessoria do Decea informou que aguarda solicitação formal sobre este tipo de operação para que as análises e autorizações possam ser emitidas. "Essa etapa é imprescindível para garantir a utilização segura do espaço aéreo, tanto pela empresa quanto por quaisquer outros usuários do espaço aéreo, pessoas e propriedades no solo, conforme diretrizes da Organização da Aviação Civil Internacional (OACI). O site do departamento destaca que o "uso irresponsável do espaço aéreo" pode infringir leis previstas no Código Penal, Código Civil, Código Brasileiro de Aeronáutica e Lei de Contravenções Penais. O equipamento e curiosidades Em 2019, a Speedbird informou ao G1 que aeronave é 100% nacional, conta com 1,4 metro de diâmetro, seis motores, dois aparelhos de GPS, funciona com tecnologia 4G e tem até paraquedas para situações de emergência. Ela é capaz de transportar até 2 kg de produtos por viagem, em velocidade de 32 km/h, e a caixa de transporte possui monitoramento da temperatura. A companhia destacou ainda que, em "condições ideais", o drone tem autonomia de voo de 30 minutos, em um raio máximo de 5 km. Além disso, a chuva pode gerar impactos, assim como ventos acima de 50 km/h. "Todos os casos foram resolvidos para efetivamente garantir segurança de quem está na terra", falou o vice-presidente de crescimento e inovação do Ifood. O software para navegação e operação da aeronave também foi desenvolvido pela Speedbird e realiza todo o voo de forma automatizada. Por uma questão de legislação, no entanto, é acompanhado por um operador, que pode intervir caso necessário durante os trabalhos. Drone carrega caixa para entrega de comida André Alves e Eduardo Yamanaka/Nectar Audiovisual Veja mais notícias da região no G1 Campinas.

Inscrições podem ser feitas a partir desta terça-feira (12), de graça. Contratos de seletivo terão duração de 12 meses, mas podem ser prorrogados. Prefeitura de Jaru abre processo seletivo Rinaldo Moreira/ G1 A prefeitura de Jaru (RO), a 290 quilômetros de Porto Velho, está oferecendo vagas de trabalho via processo seletivo. As oportunidades são para a área da saúde. O salários vão de R$ 2,2 mil a R$ 7,9 mil. Segundo edital (veja aqui), serão contratados médico pediatra, médico ginecologista/obstetra, médicos psiquiatras, fisioterapeutas e psicólogo . Os interessados podem se inscrever a partir desta quinta-feira (12) através do site da prefeitura de Jaru. O prazo vai até o dia 18 de agosto e não há taxa de inscrição. A seleção será feita com análise curricular, diz a prefeitura. Todos os convocados serão contratados por 12 meses, mas o edital do seletivo prevê prorrogação no contrato por igual período.

Indicador da USP usa como referência o Rio Grande do Sul, maior estado produtor do alimento. Colheita de Arroz em Forquilhinha, Santa Catarina Aires Mariga/Divulgação Os preços do arroz em casca no Rio Grande do Sul, maior produtor brasileiro e mercado de referência para o produto no país, atingiram a máxima recorde em termos reais, com uma demanda firme das indústrias, diz o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) nesta quarta-feira (12). Segundo o instituto da USP, os preços vinham operando nas máximas nominais desde o início deste ano e bateram o maior valor da série histórica iniciada em 2005 em termos reais, a R$ 73,05 por saca de 50 kg (para lotes de 58% grãos inteiros, com pagamento à vista). No acumulado parcial deste ano, o indicador registra alta de 52%. Segundo pesquisadores do Cepea, o impulso vem especialmente da demanda aquecida. "Boa parte das indústrias/beneficiadoras do estado sul-rio-grandense tem interesse em realizar novas aquisições, com o objetivo de repor estoques, mesmo com certa dificuldade nas negociações do cereal beneficiado com atacadistas e varejistas de grandes centros consumidores", afirmou o centro de estudos. "Inclusive, em alguns dias, pesquisadores do Cepea verificam certa concorrência entre empresas na aquisição de novos lotes. Esses demandantes também estão atentos aos baixos estoques de passagem", acrescentou. Do lado da oferta, os produtores, "de olho no movimento de alta nos valores, limitam as vendas de novos lotes de arroz em casca no mercado spot, à espera de preços ainda maiores". De acordo com o relatório de agosto da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) citado pelo Cepea, a produção de arroz da safra 2018/19 (de março/19 a fevereiro/20) foi estimada em 10,48 milhões de toneladas, 13,1% abaixo do volume do ano-safra anterior. Tempo seco ajuda na colheita do arroz do agronegócio Para a safra 2019/20 (de março/20 a fevereiro/21), a colheita nacional foi estimada pela Conab em 11,2 milhões de toneladas no relatório de agosto, 6,6% acima da safra passada. A previsão da Conab, disse o Cepea, é que o consumo interno aumente 521,9 mil toneladas em relação ao período anterior, após ter cedido 1,7 milhão de toneladas em apenas dois anos. "É esperado, também, que as exportações somem 139,1 mil toneladas a mais que a temporada anterior. Com isso, a demanda total pelo arroz brasileiro deve se elevar em 661 mil toneladas, superando, portanto, a variação positiva da disponibilidade interna." Como consequência, por enquanto, as estimativas apontam que o estoque final em fevereiro/21 seja equivalente a 2,6 semanas de consumo doméstico, contra 2,8 semanas observadas em fevereiro/20 e 3,1 semanas em fevereiro/19.

De acordo com o Departamento de Energia dos EUA, os estoques americanos de petróleo anotaram uma queda maior do que o esperado pelos analistas. Os contratos futuros do petróleo fecharam em alta acentuada nesta quarta-feira (12), recebendo suporte da terceira queda semanal consecutiva dos estoques da commodity nos Estados Unidos. O contrato do petróleo Brent para outubro fechou em alta de 2,08%, a US$ 45,43 por barril, na ICE, em Londres, enquanto o do WTI para setembro avançou 2,54%, a US$ 42,67 por barril, na Bolsa de Mercadorias de Nova York, batendo o melhor fechamento para o contrato mais negociado desde o dia 5 de março, de acordo com dados da FactSet. Campo de petróleo em Vaudoy-en-Brie, na França Christian Hartmann/Reuters Ambas as referências da commodity operavam em alta desde o começo do dia, impulsionadas pelos dados de estoques do Instituto Americano de Petróleo (API, na sigla em inglês), mas ampliaram os ganhos depois que o Departamento de Energia dos EUA (DoE) divulgou seus dados oficiais. De acordo com o DoE, os estoques americanos de petróleo caíram em 4,512 milhões de barris na semana passada, anotando uma queda maior do que o esperado pelos analistas consultados pelo "Wall Street Journal", de 2 milhões de barris no período. Além das reservas, o relatório indicou também uma alta de 266 mil barris diários na demanda por gasolina, a 8,883 milhões. Mais cedo, o relatório mensal da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) revisou para baixo a projeção de demanda pela commodity em 2020. De acordo com o relatório, a organização espera, agora, uma demanda de 9,1 milhões de barris diários, 100 mil abaixo da leitura de julho, devido aos níveis mais baixos de atividade entre as economias desenvolvidas. Para 2021, a Opep manteve a sua projeção de julho, de alta de 7 milhões de barris. Em relação à oferta, a Opep revisou a sua projeção para a produção de países fora da Opep em 2020 para cima em 235 mil barris diários. A projeção coloca a produção para o ano em queda de 3,03 milhões de barris diários, em comparação com o ano anterior.
Plenário avalia se cifras devem ser atualizadas pela taxa referencial ou pelo IPCA. Primeiro dia foi usado para sustentações orais; votos começam no próximo dia 26. O Supremo Tribunal Federal (STF) começou a julgar nesta quarta-feira (12) se deve ser aplicada a Taxa Referencial (TR) ou o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo Especial (IPCA-E) em processos envolvendo dívidas trabalhistas. O primeiro dia de sessão foi usado para a apresentação de argumentos de advogados e de entidades interessadas, que fizeram sustentações orais. A análise deve ser retomada no dia 26 de agosto, com o voto do relator, ministro Gilmar Mendes. Em junho, Mendes já determinou a suspensão da tramitação de todos os processos no âmbito da Justiça do Trabalho que discutam a correção monetária. A paralisação só deve cessar após uma decisão no plenário do STF. As ações foram apresentadas pela Confederação Nacional do Sistema Financeiro (Consif), Confederação Nacional da Tecnologia da Informação e Comunicação (Contic) e outras duas entidades de classe. As entidades pedem a aplicação da TR, índice atualmente previsto na Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT) alterada pela Reforma Trabalhista de 2017, argumentando que o Tribunal Superior do Trabalho (TST) tem "sistematicamente” determinado a substituição da TR pelo IPCA, gerando “insegurança jurídica”. Segundo as autoras, a mudança no índice de correção resultará no enriquecimento sem causa do credor trabalhista e no endividamento, “também sem causa”, do devedor – sobretudo diante do estado de emergência social e econômica. Fabio Quintas, da Consif, defendeu que a vigência da TR deve ser testada antes que o Supremo defina alguma alteração. "Essa norma merece no mínimo ter o benefício da dúvida a respeito de sua constitucionalidade, seja pelo decurso do tempo, seja porque teve sua vigência reforçada pelo legislador por duas vezes”, afirmou. Claudio Pereira de Souza Neto, da Contic, disse que “os débitos trabalhistas são remunerados não só pela TR, mas pelos juros mensais de 1%”. “O aumento muito significativo do risco associado aos processos trabalhistas realmente tornará inviável o funcionamento de muitas empresas”, completou. Já Alberto Pavie Ribeiro, da Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra), argumentou que o Supremo “tem afirmado e reafirmado a inconstitucionalidade da utilização da TR como índice destinado a promover a atualização monetária de qualquer valor, razão pela qual não poderia o legislador, por óbvio, voltar a incidir na mesma constitucionalidade para fim de impor a TR para correção de créditos trabalhistas”.

Vulnerabilidade em componente de processamento de sinais digitais pode dar acesso a informações restritas. Hexagon é um processador de sinais digitais incluídos na linha de chips Snapdragon, da Qualcomm Divulgação/Qualcomm A empresa de segurança Check Point afirmou ter descoberto vulnerabilidades em um componente dos chips da marca Qualcomm, usados por diversos fabricantes de smartphones. As falhas permitem burlar mecanismos de proteção que normalmente limitam as permissões dos aplicativos. Sendo assim, um invasor poderia explorar essas brechas para obter o controle total do aparelho, desde que pudesse convencer a vítima a instalar um app criado para essa finalidade. Também pode ser realizado um ataque que deixa o aparelho inoperante, obrigando a vítima a realizar uma restauração de sistema e perder os dados armazenados. De acordo com a Check Point, são seis brechas diferentes que viabilizam cerca de 400 tipos de ataques. A Qualcomm é a mais conhecida fornecedora de soluções completas para smartphones (componentes de "System-on-a-chip", ou "SoC"), especialmente em modelos topo de linha. A Check Point estima que até 40% dos aparelhos com Android estejam vulneráveis a esses ataques, que afetam um processador de sinais digitais (DSP) chamado Hexagon, incluído na linha Snapdragon. De acordo com a Qualcomm, as vulnerabilidades já foram investigadas e soluções foram distribuídas para as fabricantes de celulares. Cabe às fabricantes, agora, repassar essas atualizações aos consumidores. A companhia acrescentou, em um comunicado à imprensa, que não há qualquer evidência de que as falhas estejam sendo usadas em ataques no mundo real. Sem detalhes técnicos As atualizações da Qualcomm ainda não foram incluídas nos pacotes de segurança do Android, o que significa que a solução do problema não chegou para a maioria dos usuários. A Check Point decidiu reter detalhes técnicos para evitar que outras pessoas – inclusive criminosos – se aproveitem das falhas. Por essa razão, ainda não se sabe como exatamente as falhas afetam a segurança dos aparelhos, nem se os ataques podem ser realizados com facilidade. Mas a Check Point deixou claro que os problemas afetam um processador de sinais digitais (DSP). O DSP é normalmente responsável por receber sinais de sensores e antenas do aparelho e adaptá-los para permitir a conectividade à rede celular ou a interpretação de sinais de GPS, voz ou vídeo. O DSP também pode atuar no controle de carga rápida de bateria. Com a ajuda desse componente, o processador principal do celular fica livre para realizar outras tarefas solicitadas pelos aplicativos. O código executado no DSP é restrito e precisa ter uma assinatura digital da Qualcomm. O problema, segundo a Check Point, é que existem meios para interferir com a programação do DSP, comandando as ações do chip. Uma das falhas, por exemplo, permite que qualquer código autorizado pela Qualcomm seja executado em qualquer celular – inclusive se for um código mais antigo. Isso permite que vulnerabilidades já corrigidas e que deveriam ficar restritas a um único dispositivo comprometam também modelos de outras marcas. Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para [email protected]
Ministros querem saber qual será a estratégia do Brasil para compra e distribuição das doses. Relatório do TCU aponta baixo investimento no combate direto à pandemia. TCU dá 15 dias para governo apresentar plano para vacinação contra a Covid-19 O Tribunal de Contas da União (TCU) abriu nesta quarta-feira (12) prazo de 15 dias para que a Casa Civil da Presidência da República apresente o plano de ação para aquisição, produção e distribuição das futuras doses de vacina contra o novo coronavírus. A corte também quer saber, da União, qual é o planejamento estratégico para a imunização da população brasileira. O governo federal já editou medida provisória com R$ 1,9 bilhão para comprar e produzir até 100 milhões de doses da chamada "vacina de Oxford" (veja detalhes abaixo). Segundo o processo relatado pelo ministro Vital do Rêgo e aprovado nesta quarta, caso o planejamento não exista, o governo terá até 60 dias para elaborar os documentos. A determinação foi aprovada em um processo que avalia a situação do "centro de governo" da gestão Jair Bolsonaro durante o enfrentamento à pandemia de Covid-19. “Como serão os grupos eleitos prioritários? Quais os critérios? Poderemos contar com insumos suficientes para operacionalizar a ação?”, questionou Vital do Rêgo ao sugerir o pedido de informações aprovado em plenário. Em nota, a Casa Civil afirmou que o Comitê de Crise para a Supervisão e Monitoramento dos Impactos da Covid-19 "tem prestado todas as informações solicitadas pelo TCU desde o início da pandemia". Combate direto à doença Anvisa já autorizou segunda dose da vacina de Oxford para voluntários brasileiros na fase de testes No processo o ministro critica a baixa atuação do governo no combate direto à pandemia. Segundo o TCU, dos R$ 286,6 bilhões gastos pelo governo no enfrentamento dos efeitos da pandemia, apenas R$ 22,06 bilhões foram destinados a ações de combate direto à doença. O valor indica que menos de 8% do total previsto foi investido na aquisição de leitos de UTI, equipamentos e medicamentos, entre outras ações de saúde. “Não podemos cair na armadilha de estabelecer uma polarização entre saúde e recuperação econômica. Isso fica muito bem na boca de quem quer esconder o problema de saúde pública que o Brasil vive. Temos que conviver com essas duas questões e dedicar recursos para esses dois problemas”, afirmou o ministro Bruno Dantas durante votação do processo. Sobre essas ações, o plenário recomendou ainda que a Casa Civil inclua projetos de combate direto à Covid-19 no programa Pró-Brasil. O Pró-Brasil foi lançado pelo governo como um programa de retomada da economia, com previsão de investimentos públicos e mudanças na regulamentação para incentivar a geração de emprego e o crescimento econômico. R$ 1,9 bilhão para vacina O presidente Jair Bolsonaro assinou, no último dia 6, uma medida provisória que libera R$ 1,9 bilhão para viabilizar a produção de 100 milhões de doses da chamada "vacina de Oxford" contra o novo coronavírus. A expectativa do governo é que, caso a vacina em estudo seja eficaz, uma campanha de vacinação contra a Covid-19 possa ser realizada em 2021. Para o governo, o risco relacionado à eficácia da vacina é necessário devido à “urgência pela busca de uma solução efetiva para a manutenção da saúde pública e para a retomada” das atividades econômicas. De acordo com o Ministério da Saúde, o valor será gasto desta forma: R$ 1,3 bilhão para pagamentos à AstraZeneca, previstos no contrato de Encomenda Tecnológica R$ 522,1 milhões para produzir a vacina na Fiocruz/Bio-Manguinhos R$ 95,6 milhões para absorção da tecnologia pela Fiocruz A pesquisa de vacina da Universidade de Oxford é considerada uma das mais promissoras até o momento.

De 72 milhões de domicílios visitados pelo instituto, 15,8 milhões informaram que realizaram ao menos uma viagem em 2019. Locais com praia foram os mais procurados para lazer em 2019. Fábio Arruda / Colaboração Cerca de 96% das viagens realizadas por brasileiros no ano de 2019 foram para destinos nacionais, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O IBGE coletou dados de 72,5 milhões de domicílios. Desses, somente 15,8 milhões informaram que realizaram uma viagem, ao menos, em 2019. A coleta de dados foi realizada entre os meses de julho, agosto e setembro. 56,7 milhões informaram que não realizaram nenhuma viagem durante o ano. Segundo a amostra, as regiões mais visitadas no Brasil foram o Sudeste, com 39,5% dos viajantes, seguida pelo Nordeste (27,8) e o Sul (16,5%). O estado que mais recebeu viajantes foi São Paulo (18,9%). Ao todo, foram 21,4 milhões de viagens feitas pelos entrevistados. Cerca de 20 milhões (96,1%) foram para destinos nacionais e cerca de 828 mil (3,9%) para o exterior. 25% dos hotéis seguem fechados no Brasil por conta da pandemia de Covid-19 O instituto classificou como viagem os deslocamentos de uma pessoa ou um grupo fora do seu entorno habitual desde o momento de sua saída até o regresso. Com a flexibilização da quarentena, o turismo começa a dar sinais de recuperação Essas informações foram coletadas no módulo turismo da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad) de 2019, que apresenta dados sobre os fluxos de turistas nacionais entre as diferentes regiões do país e para o exterior. Falta de renda Dos 56,7 milhões de domicílios onde não foram registradas viagens, 82,9% informaram ter renda inferior a dois salários mínimos e 17,1% declararam rendimento de dois ou mais salários mínimos nos valores de 2019. Entre os domicílios que não realizaram viagens, 48,9% afirmaram que não viajaram por falta de dinheiro. Perfil das viagens em 73,9% das viagens investigadas, o viajante passou ao menos uma noite no trajeto ou no destino. em 83,8% das viagens havia de um a três viajantes. Entre as viagens apontadas pelos entrevistados, 86,6% afirmaram que fizeram uma viagem por motivo pessoal e 13,5% foram por motivos profissionais. Dos 21,4 milhões de viagens investigadas, 18,5 milhões foram realizadas por motivo pessoal, como lazer, compras pessoais, religião, tratamento de saúde e bem-estar, visita a parentes e amigos, eventos familiares e outros. Tipos de viagens: viagens por motivo pessoal: 36,1% ocorreram em visita a parentes, 31,5% em busca de lazer e 17,5% para tratamento de saúde e bem-estar. motivos de lazer: 34,3% declararam ter viajado para fazerem turismo de sol e praia. Viagens com finalidade cultural corresponderam a 27,2%, enquanto o ecoturismo e as viagens de aventura representavam 25,6%.

Suspensão deve ocorrer se decisão judicial que a impede de classificar seus motoristas como terceirizados entrar em vigor. Juiz da Califórnia atendeu ao pedido do Estado de uma liminar impedindo empresa de classificar seus motoristas como autônomos Luisa Gonzalez/Reuters A Uber será forçada a encerrar suas operações na Califórnia se uma decisão judicial que a impede de classificar seus motoristas como terceirizados entrar em vigor, disse a empresa em um processo judicial. Na segunda-feira, um juiz da Califórnia atendeu ao pedido do Estado de uma liminar impedindo a Uber e a rival Lyft de classificar seus motoristas como independentes, em vez de empregados. Várias centenas de milhares de 'trabalhadores de aplicativos', incluindo muitos em empresas de transporte e serviços de entrega, são afetados pela lei conhecida como Assembly Bill 5 ("AB5"), que entrou em vigor em 1º de janeiro. Carros devolvidos e contas atrasadas: como a pandemia afeta os motoristas de aplicativos 14 horas na moto e medo de contágio: como é a rotina de entregadores na pandemia A paralisação das operações prejudicaria irreparavelmente a Uber e as pessoas que dependem de suas operações para gerar receita, disse a empresa em seu processo judicial nesta terça-feira. "Se o tribunal não reconsiderar, então na Califórnia, é difícil acreditar que seremos capazes de mudar nosso modelo para ter contratados em tempo integral rapidamente", disse o presidente-executivo Dara Khosrowshahi à CNBC nesta quarta-feira. Motoboys e entregadores na pandemia: como é a rotina no delivery

Serviço começou a valer para 29 rotas a partir desta quarta-feira (12); companhias aéreas querem ampliar o codeshare para 64 rotas nacionais até o fim deste ano. As companhias áreas Azul e Latam iniciaram nesta quarta-feira (12) o acordo de codeshare para vôos domésticos. O serviço começou a valer para 29 rotas, mas até o fim do ano as duas empresas planejam fazer uma ampliação para 64 rotas nacionais. O setor aéreo tem sido um dos mais afetados pela crise econômica provocada pela pandemia de coronavírus. Para duas empresas, o uso do codeshare é uma tentativa de ganhar fôlego em meio ao quadro recessivo da economia. Avião da Azul no pátio do Aeroporto Internacional de São Paulo Celso Tavares/G1 O que é o codeshare proposto da Azul e da Latam? É o compartilhamento de voos entre as duas companhias. O cliente pode comprar a passagem tanto na Azul ou na Latam e viajar por qualquer uma das empresas, dependendo do trecho da rota. Por que as duas empresas adoraram a prática do codeshare? Com a crise econômica provocada pela pandemia do coronavírus, o setor de aviação tem sido um dos mais afetados. A Latam Brasil, por exemplo, está em processo de recuperação judicial e já anunciou a demissão de 2,7 mil tripulantes. A Azul também reduziu o seu quadro de funcionários. Com esse programa, as empresas tentam recuperar parte da demanda perdida pela crise. O acordo para o serviço de codeshare foi anunciado em junho deste ano. Azul e Latam iniciam compartilhamento de voos: veja o que muda para o passageiro Como o codeshare funciona? Latam e Azul oferece o serviço de codeshare para rotas que não sejam sobrepostas. O serviço, portanto, só é oferecido para rotas que as duas empresas não operem de forma simultânea. Com esse serviço, o cliente pode fazer parte da viagem com a Azul e outra parte com a Latam até o destino final. O serviço de codeshare está disponível em quantas rotas? São 35 rotas que começaram a ser vendidas a partir desta quarta, 23 serão cumpridas pela Azul enquanto 12 terão operação pelas aeronaves da Latam. Até o fim de agosto, as companhias também iniciarão as vendas de outras 29 rotas do acordo, sendo 12 operações da Azul e 17 da Latam. O serviço está disponível em quais rotas? O codeshare terá pousos e decolagens nos aeroportos de Brasília (BSB), Belo Horizonte (CNF), Recife (REC), e Campinas (VCP). O serviço também deve ser ampliado para os aeroportos de Porto Alegre (POA), Curitiba (CWB) e São Paulo - Guarulhos (GRU). O que acontece com os programas de fidelidade? O cliente pode escolher em qual programa de fidelidade quer acumular pontos, se no TudoAzul ou no Latam Pass. Latam começa a demitir 2,7 mil tripulantes no Brasil

Cadastramento de "chaves" do sistema começa no dia 5 de outubro; lançamento deve ser em novembro. BC lança o PIX, sistema para agilizar pagamentos e transferências Reprodução/Globo O Banco Central (BC) informou nesta quarta-feira (12) que o "PIX", novo sistema brasileiro de pagamentos instantâneos, começa o cadastramento de "chaves" no próximo dia 5 de outubro. As "chaves" são dados simples de clientes que servirão de identificação para as transações feitas pelo PIX. Com apenas uma chave cadastrada, as transferências poderão ser realizadas instantaneamente, sete dias por semana. BC aprova regras de sistema que permitirá pagamentos instantâneos Exemplos de chaves são números de CPF, de CNPJ, de celular ou e-mail. As transações pelo PIX poderão ser feitas também por meio de QR Code ou links gerados no smartphone, substituindo, por exemplo, os dados bancários do recebedor. Segundo o BC, o PIX estará disponível para todo o país em novembro. Entenda abaixo como o sistema funciona. O que é o PIX O PIX é um novo meio de pagamentos e transferências desenvolvido pelo BC para facilitar as transações financeiras. Além de servir para compras e pagamento de contas, a expectativa do mercado é que o sistema seja o grande substituto de DOCs e TEDs, por ser gratuito e estar disponível a qualquer hora, sete dias por semana. A quantia cai instantaneamente. "Além de aumentar a velocidade em que pagamentos ou transferências são feitos e recebidos, tem o potencial de alavancar a competitividade e a eficiência do mercado; baixar o custo, aumentar a segurança e aprimorar a experiência dos clientes; promover a inclusão financeira e preencher uma série de lacunas existentes na cesta de instrumentos de pagamentos disponíveis atualmente à população", diz o BC. Quando vai começar a funcionar Como foi anunciado nesta quarta, a fase de cadastramento começa no dia 5 de outubro, para que todos se familiarizem com as funções do PIX. O serviço, propriamente dito, será ativado no dia 16 de novembro. Centro de controle do Banco Central, em Brasília, que abriga sistema que vai operar o PIX PIX não é aplicativo O PIX não é um aplicativo, nem banco. O cliente não precisa abrir uma conta específica para usar. O sistema estará disponível para correntistas de quaisquer bancos, clientes de algumas fintechs e outras financeiras credenciadas pelo Banco Central. Basta que seja uma "conta transacional" de pessoa física ou jurídica, diz o BC – conta corrente, conta de poupança ou uma conta de pagamento pré-paga. Até agora, mais de 970 instituições mostram interesse em ter o PIX como tecnologia de intermediação de pagamentos, direta ou indiretamente. Assim como hoje se escolhe entre DOC ou TED para transferências, haverá opção de escolher o PIX. O mesmo vale para pagamentos: crédito, débito e PIX. Como usar Como a ideia do PIX é reduzir a complexidade de transações financeiras, a requisição de dados para enviar dinheiro também é menor. O PIX dispensa os tradicionais número de conta e agência bancária para as remessas entre pessoas, e traz as seguintes alternativas: Pela "chave de endereçamento" – um e-mail, CPF, número de telefone ou um código de números e letras aleatório chamado EVP; Por um link gerado pelo celular ou; Por leitura de QR Code. A transação pode ser completada, sem custo entre diferentes bancos ou instituições cadastradas. Os clientes podem, inclusive, ativar o PIX para diferentes contas de bancos que possua, mas é necessário usar diferentes chaves para cada conta. Para compras no comércio, o PIX usa exatamente as mesmas formas de transferências. Por enquanto, os pagamentos dependem de internet para serem realizados. Está prevista para 2021 uma forma de pagamento offline. Futuramente também será implementado também o "saque PIX", em que o recebedor faça saques em redes varejistas. Como se cadastrar Para cadastrar a chave, será preciso requisitar à instituição onde a conta está aberta. Para as pessoas físicas, a instituição explicou que o PIX deverá ser ofertado por meio do aplicativo para celular da instituição participante. "De forma a garantir uma experiência homogênea, simples e prática, o BC definiu requisitos mínimos que deverão ser observados pelos participantes. Já para as empresas, o PIX deverá ser ofertado por meio do principal canal digital da instituição, podendo ser via aplicativo ou internet banking, por exemplo", acrescentou. Quanto vai custar O PIX não cobra tarifas de pagadores ou recebedores pelas transações, como acontece com DOCs e TEDs. O BC diz que cobrará apenas das instituições financeiras valores muito baixos pela utilização do serviço. A cada 10 transações pelo PIX, R$ 0,01 será cobrado a cargo de recuperação de custos operacionais. Como vai funcionar o PIX - pagamento instantâneo Editoria de Arte / G1 Outras funções Assim como contas tradicionais, o PIX terá recursos de agendamento de pagamentos e enviará comprovantes para quem paga e quem recebe pelo sistema. As transações feitas pelo PIX devem aparecer no extrato da conta. Como o serviço é instantâneo, o usuário deve ter atenção aos detalhes. Valores enviados por engano não podem ser estornados automaticamente. Há uma funcionalidade de devolução total ou parcial prevista, mas a negociação só pode ser aberta pelo recebedor.
Chineses perderam milhares animais por conta da peste suína africana e, agora, buscam grãos para conseguir aumentar o número de porcos para abate. O Ministério de Agricultura da China elevou levemente nesta quarta-feira (12) a projeção para o consumo de milho e de soja, devido a uma recuperação mais rápida que o previsto no rebanho de suínos do país. A demanda por milho para ração animal no ano-safra 2020/21 foi elevada em 2,3% frente à projeção do mês anterior, para 183 milhões de toneladas, embora a demanda industrial deva cair à medida que os elevados preços do milho reduzem lucros em processadoras. Produção de milho movimenta economia de cidade do Mato Grosso A demanda em geral deve atingir 288 milhões de toneladas, disse a agência chinesa de estimativas de oferta e demanda do setor agrícola (Casde, na sigla em inglês), aumento de 0,9% frente à estimativa anterior. O consumo de soja em 2020/21 foi estimado em 113,12 milhões de toneladas, ante 111,12 milhões projetados no mês anterior.
Resultado indica que varejo restrito recuperou o patamar anterior à pandemia, avalia pasta da Economia. Setores como o de vestuário e de combustíveis ainda não reverteram perdas. A Secretaria de Política Econômica do Ministério da Economia avaliou nesta quarta-feira (12) que o resultado das vendas do comércio varejista, com alta de 8% em junho, mostra recuperação em "V" para este setor, ou seja, com forte alta depois de queda pronunciada devido à pandemia do novo coronavírus. Trata-se da segunda alta consecutiva do setor, após tombo nos meses de março e abril. Com o resultado, o varejo brasileiro acumula queda de 3,1% no ano e de 0,1% em 12 meses. Vendas do comércio varejista crescem 8% em junho, mas setor tem pior semestre desde 2016 "O resultado da pesquisa mensal do comércio PMC para o mês de junho indica que o nível das vendas no varejo restrito já recuperou o patamar anterior aos efeitos negativos da Covid, excedendo o índice de fevereiro deste ano – série com ajuste sazonal", diz o Ministério da Economia. Segundo análise da área econômica, o bom resultado no varejo se deu principalmente pelo desempenho dos gastos das famílias com mercados e alimentos, móveis e eletrodomésticos, fármacos, construção e outros setores. O ministério acrescentou, porém, que alguns setores ainda não apresentaram a "recuperação completa e pujante". "O resultado de vestuário, combustíveis e lubrificantes, escritório e informática ainda está aquém do nível anterior à pandemia e, provavelmente, se relacionam com o elevado número de trabalhadores que exercem suas funções remotamente", informou o Ministério da Economia. De acordo com a Secretaria de Política Econômica, a análise dos dados "corrobora a ideia" de que a rápida recuperação do comércio pode ser explicada pelo "escudo de proteção criado pelo governo federal, a citar, o programa de manutenção do emprego e o auxílio emergencial para a população mais pobre". "No entanto, é importante indicar que essas políticas são formatadas para o curto prazo e que as reformas estruturais e a consolidação fiscal são o caminho para o desenvolvimento do país", concluiu.
No acumulado do ano, o valor do diesel ainda apura queda de 26%, enquanto o da gasolina tem baixa de cerca de 10%. A Petrobras vai aumentar os preços do diesel em 2% e os da gasolina em 4% a partir de quinta-feira (13) em suas refinarias. A elevação do diesel é o sexto movimento consecutivo de alta no valor do combustível mais consumido do Brasil, que tem avançado desde o final de maio, de acordo com dados compilados pela Reuters. Já o novo reajuste da gasolina ocorre após uma redução de 4% realizada no final de julho, que havia sido antecedida por nove altas seguidas. Nova gasolina proporciona maior desempenho, mas será mais cara Com o movimento anunciado nesta quarta-feira, o preço médio do diesel nas refinarias da Petrobras deverá atingir R$ 1,7336 por litro, maior nível desde meados de março, quando o consumo de combustíveis passou a ser fortemente impactado pelas medidas de isolamento social relacionadas à pandemia de coronavírus. Já o preço médio da gasolina, segundo os números da Reuters, deve chegar a R$ 1,7213 por litro. No acumulado do ano, o valor do diesel ainda apura queda de 26%, enquanto o da gasolina tem baixa de cerca de 10%. Melhora no consumo O reajuste acontece em momento em que as distribuidoras de combustíveis visualizam uma melhora no consumo, diante das flexibilizações das medidas de quarentena. A Raízen Combustíveis, braço do grupo Cosan, estimou nesta semana que o setor deve recuperar o desempenho no segundo semestre, ficando em linha com os níveis verificados antes da crise causada pela pandemia. Na terça-feira, ao divulgar seu balanço do segundo trimestre, a BR Distribuidora afirmou que "continua a observar uma gradual recuperação dos volumes vendidos, o que tem acompanhado a contínua retomada da circulação de pessoas". Ainda no fronte da demanda, pesquisas da associação NTC&Logística indicam que, ao final de julho, a demanda por transportes rodoviários de cargas no Brasil registrava desempenho superior ao visto em meados de março, também impulsionada pela flexibilização do isolamento. Os preços médios da gasolina e diesel também têm avançado nos postos brasileiros, com 11 semana seguidas de alta, segundo dados da reguladora ANP na última sexta-feira. Paridade com o exterior A Petrobras defende que os preços dos combustíveis também acompanham a paridade de importação, que - entre outros fatores - é influenciado pelas cotações do petróleo no mercado internacional e do dólar. O petróleo Brent tem sido negociado próximo à marca de US$ 45 por barril, distante das mínimas de cerca de US$ 16 vistas em abril. Já o dólar opera ao redor dos US$ 5,45, após máximas de cerca de R$ 6 neste ano. O repasse dos reajustes nas refinarias aos consumidores finais nos postos, no entanto, não é garantido, e depende de uma série de questões, como margem da distribuição e revenda, impostos e adição obrigatória de etanol anidro.
O índice FTSEurofirst 300 subiu 1,23%, enquanto o índice pan-europeu STOXX 600 ganhou 1,11%. As bolsas europeias subiram nesta quarta-feira (12), com uma oferta de aquisição de bilhões de dólares para a empresa suíça Sunrise Communications impulsionando o setor de telecomunicações, enquanto os investidores deixaram de lado um colapso no PIB trimestral do Reino Unido para apostar em uma recuperação impulsionada por estímulos. O índice FTSEurofirst 300 subiu 1,23%, a 1.455 pontos, enquanto o índice pan-europeu STOXX 600 ganhou 1,11%, a 375 pontos. O índice pan-europeu teve seu quarto dia consecutivo de ganhos e fechou próximo a uma máxima em três semanas. A Sunrise Communications saltou 26,8% para uma máxima recorde depois que a empresa norte-americana Liberty Global lançou uma oferta de aquisição em um negócio avaliado em 6,8 bilhões de francos suíços (7,40 bilhões de dólares). As ações da investidora alemã de telecomunicações Freenet, a maior acionista da Sunrise, saltaram 16,8%, enquanto o setor mais amplo avançou 1,7% para liderar os ganhos setoriais. Covid-19: Europa teme segunda onda e vê economia despencar "A consolidação entre as operadoras seria positiva para a indústria, pois reduziria a pressão competitiva sobre os preços e aumentaria o retorno sobre o capital", escreveu Domenico Ghilotti, analista da Equita em nota. Enquanto isso, o índice FTSE 100, de Londres, saltou 2%, com os investidores se concentrando nos sinais de uma recuperação da produção econômica em junho, ignorando uma queda recorde de 20,4% no PIB do segundo trimestre, a maior contração relatada por qualquer grande economia. Em Londres, o índice Financial Times avançou 2,04%, a 6.280 pontos. Em Frankfurt, o índice DAX subiu 0,86%, a 13.058 pontos. Em Paris, o índice CAC-40 ganhou 0,90%, a 5.073 pontos. Em Milão, o índice Ftse/Mib teve valorização de 1,13%, a 20.437 pontos. Em Madri, o índice Ibex-35 registrou alta de 0,45%, a 7.296 pontos. Em Lisboa, o índice PSI20 valorizou-se 1,07%, a 4.481 pontos.