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Segundo o ministro das Contas Públicas da França, Olivier Dussopt, déficit público do país chegará a 11,3% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2020. Estimativa anterior previa déficit de 10,2% do PIB. O déficit público da França chegará a 11,3% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2020, arrastado, assim como a dívida pública, pelo novo confinamento, que se estenderá ao longo do mês de novembro, anunciou o ministro das Contas Públicas, Olivier Dussopt. O déficit, que mede a diferença entre os gastos e as receitas do Estado, aumentará "a 248 bilhões de euros em 2020 (290 bilhões de dólares), 11,3 % do PIB", anunciou Dussopt no jornal Journal du Dimanche. Esta estimativa revisa para cima outra anterior, que previa déficit de 10,2% do PIB. Na sexta, o ministro da Economia, Bruno Le Maire, anunciou que a dívida pública alcançaria 119,8% do PIB este ano, frente a 117,5% anterior, um recorde. Média de casos e internações por Covid na Europa é a maior desde março O segundo confinamento, que entrou em vigor na sexta-feira para fazer frente ao recrudescimento da pandemia do novo coronavírus, explica a nova deterioração das contas públicas. Assim como no primeiro confinamento, durante a primavera no hemisfério norte, o governo adotou medidas custosas para apoiar a economia. No total, desbloqueará 20 bilhões de euros a mais para enfrentar a crise ao longo de oito semanas, que se somam aos cerca de 470 bilhões de euros (549 bilhões de dólares), previstos desde março. "Aceitamos deteriorar maciçamente nossas finanças públicas, mas vigiando que seja de forma temporária: as medidas de urgência e de reativação não serão perenes", assegura Dussopt, lembrando que as exceções são o plano de reativação do sistema sanitário e a redução de alguns impostos para as empresas. Vídeos: Veja as últimas notícias de economia

Em junho, Prefeitura de São Bernardo já havia anunciado a venda do espaço por R$ 550 milhões, mas empresas negaram na ocasião. Fábrica atuou por 52 anos na produção de veículos na cidade e foi vendida para a Construtora São José e FRAM Capital. Antiga fábrica da Ford em São Bernardo do Campo, que encerrou as atividades em 30 de outubro de 2019 André Paixão/G1 A Ford informou neste sábado (31) que concluiu a venda da fábrica de São Bernardo do Campo, no ABC paulista, um ano após encerrar a produção de veículos naquela unidade. Em nota, a companhia afirmou que, entre os potenciais compradores, priorizou durante a seleção os projetos que melhor atendessem as necessidades da região, comemorou a transação e agradeceu aos envolvidos no negócio. “Estamos muito felizes em concluir essa transação com a Construtora São José e com a FRAM Capital, empresas conceituadas e com ampla experiência em seus segmentos de atuação, que contribuirão com a geração de empregos e o desenvolvimento de São Bernardo do Campo”, disse Lyle Watters, presidente da Ford América do Sul. A Construtora São José é especializada em empreendimentos logísticos e a FRAM Capital é uma empresa com experiência em gestão de recursos. A fábrica da Ford fechou há um ano, depois de 52 anos atuando na produção de veículos em São Bernardo do Campo. Foto de arquivo tirada em 2016 mostrou carros novos da Ford estacionados em pátio da fábrica em São Bernardo do Campo REUTERS/Paulo Whitaker De acordo com a marca, a decisão era "um importante marco no retorno à lucratividade sustentável de suas operações na América do Sul" e incluiu outras medidas, como uma aliança com a Volkswagen para desenvolvimento de veículos em conjunto. Na ocasião, o prefeito de São Bernardo do Campo, Orlando Morando (PSDB), disse ter ficado surpreso com o anúncio, e qualificou a medida como "covarde". A fábrica da Ford empregava 2.350 funcionários e, desses, apenas mil, que são da área administrativa, foram mantidos. A montadora tem outras duas unidades no país: a de Camaçari, na Bahia, e a de Taubaté, no interior de São Paulo. Há ainda um campo de provas em Tatuí, também no estado paulista, onde carros são testados. A Prefeitura de São Bernardo do Campo fez um acordo com a General Motors, dona da Chevrolet, para contratação prioritária dos funcionários dispensados pela Ford. Ford encerra produção na fábrica de São Bernardo do Campo Histórico da negociação Antes de fechar a fábrica em outubro de 2019, a Ford há havia anunciado, meses antes, que tomaria esta medida. O governo do estado e a Prefeitura de São Bernardo tentaram ajudar na venda, pois, além do desemprego, as estimativas eram de que a arrecadação do município reduzira em R$ 18,5 milhões por ano. No ano passado, o Grupo Caoa demonstrou interesse, mas decidiu investir na implantação de uma nova fábrica de automóveis no estado. Em junho deste ano, a Prefeitura de São Bernardo chegou a anunciar que fábrica já havia sido vendida por R$ 550 milhões nesta para a Construtora São José, que negou na ocasião e mas se posicionou como potencial compradora. Produção do Ford Corcel em São Bernardo do Campo, em 1971 Divulgação Antigo berço de Willys A unidade do ABC era uma das fábricas de veículos mais antigas do Brasil. Antes de ficar nas mãos da Ford por mais de cino décadas, ela foi idealizada e construída pela extinta Willys-Overland do Brasil. A inauguração foi em 1954, com a produção do Jeep Willys. Em 1967, a Ford comprou a Willys, e assumiu a fábrica de São Bernardo. Além da unidade, a empresa do oval azul terminou o desenvolvimento do Corcel, o primeiro Ford a ser produzido ali, no ano seguinte. Depois dele, vieram diversos outros modelos conhecidos, como Ka, Escort, Maverick, Del Rey, Verona e Pampa, todos montados no espaço, que fica separado por uma cerca de outra fabricante, a Mercedes-Benz. Em 2001, a Ford inaugurou a fábrica de Camaçari, transferindo quase toda a produção de automóveis para o local. Em contrapartida, São Bernardo recebeu a linha de caminhões, vinda da extinta unidade do Ipiranga, na capital paulista. Em 2011, G1 mostrou como nasce um carro dentro na fábrica de São Bernardo. G1 mostra como nasce um carro Vídeos: Tudo sobre São Paulo e Região Metropolitana

Estão sendo ofertadas 169 vagas para cargos de nível superior na área de saúde. Prefeitura de Campina Grande convoca mais 457 profissionais de saúde aprovados em seleção Ascom-CMCG/Divulgação As provas objetivas para o concurso público para a Prefeitura de Campina Grande acontecem neste domingo (1º). As provas serão realizadas no período da manhã, no horário das 8h30 às 12h30, no horário local. De acordo com o edital do concurso, os portões serão abertos às 7h e serão fechados às 8h15. No período de aplicação, a prova terá duração mínima de duas horas e máxima de quatro horas. O candidato que se ausentar antes do prazo mínimo estipulado, duas horas, será eliminado. O candidato deve comparecer ao local da prova, designado pela CPCon, com caneta esferográfica de material transparente e tinta preta ou azul, lápis preto nº 2 e borracha, não sendo permitido nenhum outro material. Serão fornecidos para os candidatos o caderno de questões e a folha de respostas com os dados dele, para oposição da assinatura no campo próprio e transcrição das respostas com caneta esferográfica de material transparente e tinta preta ou azul. Conforme o edital, o candidato deverá assinalar a folha de respostas, único documento válido para a correção da prova. O preenchimento da folha de respostas é de responsabilidade do candidato não haverá substituição por erro do candidato. Veja o edital do concurso para a Prefeitura de Campina Grande O cargo com mais vagas é o de médico I, na especialidade de médico generalista em estratégia da saúde da família, com 88 oportunidades. Os cargos com maiores salários são os de médico II para as especialidades de neonatologista e obstetra. Também há vagas para cirurgião dentista I e médico II na especialidade de pediatria. Os salários chegam a R$ 5.572,38. Concurso da Prefeitura de Campina Grande Vagas: 169 Nível: superior Salários: R$ 2.473,43 a R$ 5.572,38 Prazo de inscrição: 8 de setembro a 8 de outubro Local de inscrição: site da organizadora Taxas de inscrição: R$ 105 Provas: 1º de novembro Edital do concurso da Prefeitura de Campina Grande Vídeos mais assistidos do G1 Paraíba
Segundo a Prefeitura, início será imediato na rede municipal de saúde. Inscrições vão até terça-feira (3). A Secretaria Saúde de Suzano recebe inscrições até terça-feira (3) de interessados em atuar na rede municipal da cidade. A contratação, segundo a Prefeitura, será em regime emergencial. Ao todo são 15 vagas disponíveis para início imediato e com contrato de seis meses, que poderá ser renovado. As oportunidades são para clínico geral plantonista, pediatra, pediatra plantonista, pneumologista e psiquiatra. Os salários são de R$ 9.143,10 para os médicos que atuarão em jornada de 24 horas e R$ 8.007,70 para os demais. Também são oferecidos os benefícios de auxílio-alimentação e vale-transporte. A escala e os horários de trabalho serão definidos de acordo com as necessidades da administração municipal. Confira os requisitos para poder participar: Atender os requisitos de formação; Ser brasileiro ou naturalizado; Estar em dia com a Justiça Eleitoral e, no caso dos homens, com o Serviço Militar; Ter aptidão física e mental; Não haver sofrido sanção impeditiva do exercício de emprego/cargo público; Não ter sido condenado em processo criminal, por sentença transitada em julgado, pela prática de crimes contra a administração pública. O processo seletivo contará com uma prova objetiva com 49 questões de múltipla escolha sobre conhecimentos específicos, que tem previsão para ocorrer no dia 7 de novembro, às 9h. A confirmação será feita com antecedência mínima de dois dias por meio de publicação no site da Prefeitura. O edital está disponível na aba Imprensa Oficial do site da administração municipal. Os interessados devem se inscrever por meio do link disponibilizado pela administração municipal. Mais informações podem ser obtidas presencialmente no Departamento de Recursos Humanos no prédio do Paço Municipal, localizado na Rua Baruel, 501, no 2º andar, na Vila Costa, das 8h às 17h, pelo e-mail [email protected] ou pelo telefone (11) 4745-2167. Assista a mais notícias

Prazo para contestar a negativa termina em 9 de novembro. Para quem já recebeu alguma parcela de R$ 300, mas teve benefício suspenso, prazo vai só até segunda-feira (2). Os trabalhadores que receberam o Auxílio Emergencial de R$ 600, mas tiveram as parcelas de R$ 300 negadas, podem contestar a decisão a partir deste sábado (31). A contestação deve ser feita por meio do site da Dataprev até 9 de novembro. Veja o calendário completo de pagamentos do Auxílio Emergencial Veja como serão os pagamentos de R$ 300 e tire dúvidas Saiba como liberar a conta bloqueada no aplicativo Caixa Tem Tira dúvidas sobre o Auxílio Emergencial SAIBA TUDO SOBRE O AUXÍLIO EMERGENCIAL Segundo o Ministério da Cidadania, a contestação pode ser feita pelos trabalhadores que não são beneficiários do Bolsa Família. Para esse grupo, os critérios de contestação serão divulgados "em breve". Confira as datas para o pagamento da nova fase do Auxílio Emergencial de R$ 300,00 Como fazer a contestação Para fazer a contestação, o trabalhador que não concordar com a negativa do benefício deve acessar o site da Dataprev. Não é preciso ir às agências da Caixa, lotéricas ou postos de atendimento do Cadastro Único. Ao fazer a consulta, o trabalhador que teve o benefício negado vai receber uma mensagem informando o motivo. O Ministério da Cidadania divulgou uma lista dessas mensagens, e quais permitem que a contestação seja feita. Clique aqui para ver Caso a contestação tenha resultado positivo, o trabalhador vai receber o benefício no mês seguinte ao pedido. O prazo para fazer a contestação vai até 9 de novembro. Mas atenção: para os trabalhadores que receberam alguma parcela de R$ 300, mas tiveram o benefício suspenso após a revisão mensal que vem sendo feita pelos órgãos do governo, o prazo de contestação termina nesta segunda-feira (2). Critérios O governo não abriu inscrições para os pagamentos das parcelas de R$ 300 do Auxílio Emergencial: apenas quem foi aprovado para as parcelas de R$ 600 foi considerado elegível. Além disso, os critérios ficaram mais rígidos, e o governo passou a fazer uma reavaliação mensal dos beneficiários para verificar se eles ainda se enquadram nos critérios. Não vai receber parcelas de R$ 300 quem: Possua indicativo de óbito nas bases de dados do governo federal Tenha menos de 18 anos, exceto em caso de mães adolescentes Esteja preso em regime fechado Tenha sido declarado como dependente no Imposto de Renda de alguém que se enquadre nas hipóteses dos itens 5, 6 ou 7 acima No ano de 2019 recebeu rendimentos isentos não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte cuja soma seja superior a R$ 40 mil Tinha em 31 de dezembro de 2019 a posse ou a propriedades de bens ou direitos no valor total superior a R$ 300 mil Recebeu em 2019 rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70 Mora no exterior Tem renda mensal acima de meio salário mínimo por pessoa e renda familiar mensal total acima de três salários mínimos Recebeu benefício previdenciário, seguro-desemprego ou programa de transferência de renda federal após o recebimento de Auxílio Emergencial (exceto Bolsa Família) Conseguiu emprego formal após o recebimento do Auxílio Emergencial Calendários de pagamento Veja abaixo os calendários de pagamento. BENEFICIÁRIOS DO BOLSA FAMÍLIA Auxílio Emergencial - Beneficiários do Bolsa Família Economia G1 BENEFICIÁRIOS FORA DO BOLSA FAMÍLIA Clique aqui para ver o calendário completo dos pagamentos VÍDEOS: as últimas notícias sobre o Auxílio Emergencial

A inauguração do BER estava marcada para meados de 2012. Em vez disso, se realiza neste 31 de outubro, após incontáveis panes técnicas e políticas. Como tal desastre pôde ocorrer no país da eficiência e alta tecnologia? Imagem do novo aeroporto de Berlim em 31 de outubro de 2020 Tobias Schwarz/Reuters Foram tantos erros na construção do Aeroporto Berlim-Brandembugo (BER), que é difícil dizer qual foi o maior. Só a inspeção realizada após a primeira inauguração cancelada, em junho de 2012, enumerou cerca de 120 mil defeitos. Entre eles, alguns tão graves quanto um sistema anti-incêndio inoperante, milhares de portas automáticas sem ligação elétrica e tetos de estacionamento caindo. Milhares de quilômetros de cabos elétricos haviam sido enfiados em dutos estreitos demais, aparentemente ao acaso ou em combinações proibidas. Arquitetos, engenheiros, técnicos e pedreiros precisaram de oito anos para consertar esse caos. "Se você abotoa errado o primeiro botão de um casaco e chega até em cima, não tem jeito: precisa desfazer todos os botões antes de poder começar a abotoar novamente", explicou, em 2014, Hartmut Mehdorn, que, por pouco tempo, foi diretor do aeroporto, mas logo desistiu. Até a abertura, neste sábado (31), ao todo a data de inauguração oficial do BER teve que ser cancelada e adiada seis vezes. Os custos de construção saltaram dos 2,5 bilhões de euros iniciais para mais de 7 bilhões de euros – para um polo de aviação que funcionará abaixo de sua capacidade durante a pandemia de covid-19, mas que previsivelmente logo será pequeno demais. Assim, a sociedade do aeroporto já planeja para 2030 mais uma expansão, com custos calculados em 2,3 bilhões de euros. Como pode ter dado tão errado assim um megaprojeto na Alemanha, país da alta tecnologia? Três comissões parlamentares de inquérito quebraram a cabeça para tentar responder. Após revirar arquivos sem fim e interrogar centenas de testemunhas, apresentaram um relatório de milhares de páginas, concluindo que o que levou ao desastre foi incompetência em todos os níveis. Mas acima de tudo, falta de expertise e má avaliação por parte da liderança política. Estado entra de empreiteiro A ideia de um polo de aviação na região Berlim-Brandemburgo nasceu logo após a reunificação da Alemanha. Cinco anos para planejar, cinco para construir, inauguração durante os Jogos Olímpicos do ano 2000 na capital alemã: essa era a equação proposta na época pelo governo federal e dos dois estados envolvidos. Como se sabe, os planos olímpicos deram em nada. Além disso, os políticos brigaram até 1996 sobre onde, exatamente, o aeroporto seria erguido. O que não impediu a sociedade estatal do BER de comprar, profilaticamente, terrenos, no valor de 350 milhões em várias partes de Brandemburgo – que acabou não sendo escolhido como local. Mais sete anos anos se passaram na inútil busca de investidores privados para projetar, construir e operar o aeroporto: devido aos elevados riscos financeiros, nenhuma companhia queria aceitar o negócio sem que houvesse garantias estatais. Em 2003 o projeto estava praticamente cancelado. Mas isso os políticos, e acima de tudo o então prefeito de Berlim, Klaus Wowereit, não queriam permitir, de forma alguma: e o Estado entrou como empreiteiro. "Vamos provar que três proprietários públicos são capazes de realizar um projeto assim", anunciou, grandiloquente, Wowereit no início das obras, em 2006. Na época, aliás, o projeto ainda se chamava BBI. Só três anos mais tarde a sociedade responsável se deu conta que a International Air Transport Association (Iata) já designara o código BBI ao aeroporto de Bhubaneswar, Índia. Essa é apenas uma pequena nota de pé de página, que combina com algo que um veterano do conselho de supervisão declarou um 2017 à revista "Der Spiegel": competência é algo que nunca transitou pelos corredores da sociedade do aeroporto. "Caixa preta BER" Quando começaram as obras, havia, de fato, plantas e projetos prontos. Porém os contratadores não cessavam de vir com novos desejos e ideias para os arquitetos e engenheiros realizarem em meio aos trabalhos em curso: mezaninos adicionais, pontes para passageiros, áreas de comércio e zonas de alimentação. Como os regulamentos de segurança da União Europeia mudaram, as saídas de incêndio tiveram que ser totalmente redimensionadas. Isso tudo não ficou sem consequências. Em retrospectiva, constatou-se que já em 2009 as obras estavam atrás do cronograma e indo em má direção. No ano seguinte, o escritório de engenharia encarregado da atualização técnica do prédio abriu falência. A inauguração, programada para 2011, foi adiada, embora em apenas oito meses. Em seu livro "Blackbox BER", o arquiteto Meinhard von Gerkan revelaria mais tarde que as datas de inauguração eram definidas "de acordo com o calendário político, em geral com prazos abreviados ou calculados de forma apertada, e contrariando os protestos da gestão de obras". Em retrospecto, Von Gerkan faz acusações graves: a sociedade do aeroporto tentou repetidamente ocultar as dificuldades do conselho de supervisão encabeçado pelo prefeito Wowereit. Entre dezembro de 2011 e março de 2012, relatórios de obras chegaram a ser manipulados. "Nossas setas de advertência vermelhas indicando que os prazos não poderiam ser cumpridos foram mudadas em sinais amarelos, sinalisando que o prazo era factível, embora só a custas de esforços extras", acusa Blackbox BER. Incompetência e desonestidade premiadas Por sua vez, os políticos estavam ansiosos por acreditar nessa versão otimista dos fatos. Quando havia visitas às obras, os operários tinham que construir às pressas paredes de gesso, para que ninguém visse o que ocorria de fato no futuro BER. Quatro semanas antes da inauguração planejada, ficou impossível continuar maquiando as falhas. Como o sistema anti-incêndio e, sobretudo, o sistema de aspersão não funcionavam, em maio de 2012 foi negada a licença para operar. A política reagiu ao fiasco com acusações e demissões em massa. Também a agência de consultoria e o arquiteto Von Gerkan foram afastados – um grave erro, como se reconheceria mais tarde. Pois o problema não era só que os contratados para terminar a empreitada muitas vezes procuravam em vão pela documentação das obras – em 2014 encontraram-se num aterro sanitário pilhas de fichários: faltavam-lhes também informações sobre o que fora mal construído até então. Ninguém foi punido por todo esse absurdo. Os políticos responsáveis há muito deixaram o cargo. Ao se despedir da prefeitura da capital, em 2014, Klaus Wowereit declarou que o BER "foi uma derrota amarga, e é até hoje". A direção do projeto tampouco teve que responder pelo desastre. Pelo contrário: um dos dois diretores da sociedade do aeroporto, despedidos em 2012, conseguiu posteriormente uma indenização de 1,4 milhão de euros por honorários não recebidos.

Problema teria permitido roubo de perfis por meio de links, mas descoberta trouxe solução sem deixar usuários em risco. O estudante mineiro Andres Alonso Bie Perez. Arquivo Pessoal O estudante mineiro Andres Alonso Bie Perez, de 14 anos, foi surpreendido no último dia 15 de setembro com a notícia de que receberia um prêmio de US$ 25 mil do Facebook como recompensa por descobrir uma falha de segurança no Instagram e comunicar o problema à equipe de segurança da empresa. O Facebook, como muitas outras companhias, possui um programa de "bug bounty" para premiar e recompensar informações sobre vulnerabilidades em seus serviços. Andres, que ficou sabendo da oportunidade assistindo a vídeos no YouTube, esperava receber no máximo US$ 1 mil pelo que tinha encontrado. "Eu estava de boa e recebi a notificação do Facebook e o valor. Eu não esperava um valor tão alto", contou Andres ao blog. O adolescente já pretendia dedicar um tempo para procurar falhas e participar do programa de "bug bounty" do Facebook, mas a descoberta que rendeu a ele o prêmio aconteceu enquanto criava um aplicativo de celular. "Naquele momento, eu não estava procurando", revela. Quem decide o valor pago pelas falhas relatadas a esses programas de "bug bounty" é sempre a empresa. No caso do Facebook, o pagamento médio é de US$ 1,5 mil (cerca de R$ 8 mil). A companhia confirmou o pagamento ao brasileiro e agradeceu a colaboração, além de destacar que a brecha não foi explorada em ataques. "O pesquisador relatou um problema que poderia permitir o envio de um código malicioso por meio de um filtro Spark AR que poderia ceder acesso à conta do Instagram de uma pessoa por meio do cliente da web da plataforma. Graças ao relatório, corrigimos a falha e não encontramos evidências de abuso", disse a rede social ao blog. Não foi a primeira vez que Andres participou desse tipo de programa, mas até então ele só tinha recebido palavras de agradecimento das empresas envolvidas. Como foi descoberta a falha Andres queria criar um aplicativo capaz de replicar certos filtros de imagem do Instagram que só estão disponíveis no computador – o que o obrigou a entender o funcionamento do serviço. Quando analisou o método utilizado para criar esses filtros, ele percebeu que os links podiam ser manipulados para incluir qualquer código na página do Instagram. Por regra, sites não podem permitir que outras pessoas controlem o código carregado na página – o que caracteriza uma vulnerabilidade. "Eu estava fazendo um aplicativo que precisa integrar com os filtros do Instagram e precisava saber como ele criava os links dos filtros. Para isso eu tive que estudar o aplicativo e vi que tinha a possibilidade de ser [uma falha]. Eu testei e deu certo", explica. Pais incentivam: 'Ele faz o que gosta' Andres iniciou os estudos em programação por conta própria há três anos. Começou a ter mais contato com computadores em um curso de design gráfico aos 9 anos e hoje conhece linguagens de programação para sites e aplicativos. Em 2019, o adolescente ganhou medalha de prata na Olimpíada Brasileira de Informática (OBI) organizada pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e pela Sociedade Brasileira de Computação (SBC), mas largou o curso de programação após 6 meses porque o conteúdo estava repetindo tópicos que ele já tinha estudado pelos vídeos no YouTube. A mãe de Andres, Helenice Luzia Perez, explica que a ideia de estudar design gráfico partiu do filho e que ele não tinha a mesma motivação para participar de outros tipos de cursos. "Ele escolhe o que ele quer fazer. Porque, se eu colocasse por minha parte, ele não gostava, não estudava, falava que era chato. Eu acabei aprendendo com ele que ele tem que fazer o que ele gosta. E faço o possível, até corto despesas, para ele fazer os cursos na área dele, porque eu sei que ele é responsável. Quando ele fala que quer alguma coisa, ele vai levar a sério", conta a mãe. Helenice diz que o filho não tinha interesse em estudar inglês quando era menor. Agora, Andres já enxerga os benefícios: o contato com a equipe de segurança do Facebook depende do idioma estrangeiro, que ele estuda há dois anos. O adolescente diz que pretende continuar experimentando com a criação de aplicativos – para "ver se alguma ideia vai dar certo" –, mas quer aprofundar os conhecimentos em segurança digital para trabalhar na área. O prêmio do Facebook pode ajudar. Uma fração do dinheiro foi usada para comprar um computador novo, mas Andres também pensa no futuro. "O restante eu vou guardar e investir uma parte", planeja. Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para [email protected] VÍDEOS: Aprenda dicas sobre segurança digital

Trabalhadores poderão sacar o dinheiro nas lotéricas e correspondentes Caixa Aqui. A Caixa Econômica Federal (CEF) libera neste sábado (31) saques e transferências para os trabalhadores nascidos em setembro e outubro, que tiveram o depósito de até R$ 1.045 do FGTS feito em poupança social digital do banco em 31 de agosto e 8 de setembro. A Caixa não vai abrir agências neste sábado para fazer os pagamentos. Quem quiser sacar os recursos deverá recorrer às casas lotéricas ou a correspondentes Caixa Aqui. Nas agências da Caixa, os saques poderão ser feitos apenas a partir de terça-feira (3). Todos já podiam usar os recursos para pagamento de contas e compras por meio do cartão virtual.(veja nos calendários mais abaixo). Entenda como funciona o saque emergencial do FGTS VEJA QUEM PODE SACAR A PARTIR DESTE SÁBADO: SAQUE EMERGENCIAL DO FGTS Poderão sacar ou transferir: trabalhadores nascidos em setembro e outubro, que tiveram o crédito do valor em poupança social digital nos dias 31 de agosto e 8 de setembro. Calendário de pagamento Calendário de saque emergencial do FGTS Caixa Veja os últimos vídeos de economia e

Valor médio do combustível atingiu R$ 4,599 por litro em outubro, nível praticamente igual ao verificado no levantamento de março. Preço do combustível Reprodução TV Rio Sul O preço médio da gasolina comum nos postos de combustíveis do Brasil subiu 0,93% em outubro ante setembro, engatando o quinto mês consecutivo de altas, disse nesta sexta-feira (30) a empresa de soluções de gestão de frotas ValeCard. De acordo com levantamento da companhia, o valor médio da gasolina atingiu R$ 4,599 por litro em outubro, nível praticamente igual ao verificado no levantamento de março (R$ 4,598), mês em que os impactos da pandemia de coronavírus começaram a ser sentidos no país. A ValeCard destacou em comunicado que os preços da gasolina recuaram entre janeiro e maio deste ano, mas desde então passaram a subir. No período de maio a outubro, que reflete a flexibilização das medidas de isolamento no Brasil, as cotações acumularam alta de 14,69%. As mínimas do ano, ainda segundo a ValeCard, foram registradas justamente em maio, quando o preço médio do litro atingiu R$ 4,0, diante dos impactos da pandemia sobre o consumo. Já as máximas são ainda de janeiro, quando a cotação média figurava em R$ 4,762 por litro. "Em outubro, conforme a ValeCard, a maior alta do preço no país foi registrada no Distrito Federal (+3,41%). Por outro lado, a Bahia registrou a maior queda no valor do combustível no período (-0,96%)", disse a empresa. "Rio Branco tem o preço mais alto entre as capitais. As capitais com preços mais baixos são Salvador e Curitiba", acrescentou. A Petrobras promoveu três reajustes no preço médio da gasolina em suas refinarias em outubro: no dia 9, uma alta 4%, que foi seguida por duas reduções — uma de 4%, no dia 15, e outra de 5%, na última segunda-feira. No acumulado de 2020, o preço da gasolina praticado pela estatal apura queda de 13,7%, mas também opera distante das mínimas, registradas em meados de abril, quando o litro chegou a custar menos de R$ 1. O repasse dos reajustes dos combustíveis nas refinarias aos consumidores finais nos postos não é garantido, e depende de uma série de questões, como margem da distribuição e revenda, impostos e adição obrigatória de etanol anidro e biodiesel.

Objetivo da operação é acelerar o desenvolvimento e diversificação da fintech; quem levou a fatia da empresa foi AnaCap Financial Partners, um investidor especialista em serviços financeiros. Carrefour Regis Duvignau/Reuters O Carrefour anunciou nesta sexta-feira (30) a venda de 60% das ações de sua plataforma de pagamentos Market Pay à AnaCap Financial Partners, um investidor especialista em serviços financeiros europeus. Com a operação, o grupo Carrefour irá embolsar 245 milhões de euros. O objetivo, de acordo com comunicado da companhia, é acelerar o desenvolvimento e diversificação da fintech. O Market Pay é uma plataforma de pagamentos europeia projetada para apoiar as operações de varejo “omnicanal” (multicanal) do Grupo. Ao todo, de acordo com a empresa, a ferramenta gerencia 1,3 bilhão de transações, 45.000 terminais de pagamento e 5 milhões de cartões por ano. De acordo com a companhia, para 2020 a expectativa é que a Market Pay registre mais de 30 milhões de euros em vendas líquidas. “Através desta parceria ambiciosa e equilibrada, o Carrefour está buscando capitalizar a profunda experiência da AnaCap no setor e o histórico de 15 anos em crescimento e desenvolvimento de negócios para permitir que a Market Pay continue seu desenvolvimento, diversifique suas atividades e acelere sua transformação para apoiar projetos de inovação no Carrefour, bem como para seus outros clientes e clientes potenciais”, afirmou a companhia. A conclusão da transação está prevista para o primeiro semestre de 2021.

Alvo de inquéritos no Brasil, ex-ministro da Educação foi indicado pelo governo Bolsonaro para 'mandato-tampão' em Washington em junho. Reeleição garante vaga até 2022. Abraham Weintraub durante cerimônia religiosa da Frente Parlamentar Evangélica do Congresso Nacional, em fevereiro deste ano Marcelo Camargo/Agência Brasil O ex-ministro da Educação Abraham Weintraub foi reeleito diretor-executivo do conselho do Banco Mundial. A informação foi divulgada pela própria instituição. O mandato de dois anos começa no domingo (1º). Weintraub já ocupava a diretoria-executiva do banco como substituto, em uma espécie de "mandato-tampão" que termina neste sábado (31). Segundo o Banco Mundial, o ex-ministro foi eleito como representante de Brasil, Colômbia, República Dominicana, Equador, Haiti, Panamá, Filipinas, Suriname e Trinidad e Tobago. "Diretores Executivos não são funcionários do Banco Mundial. Eles são nomeados ou eleitos pelos representantes dos nossos acionistas", informou a instituição financeira em comunicado. Natuza sobre indicação de Weintraub, em julho: 'Agora vamos passar vergonha em escala mundial' Weintraub deixou o MEC em junho, em meio a uma série de polêmicas. Alvo de dois inquéritos – um que apura declarações racistas contra chineses e outro sobre ameaças a ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), Weintraub foi indicado pelo governo Bolsonaro para uma vaga fora do país. Em junho, quando a indicação veio a público, a associação de funcionários do Banco Mundial chegou a emitir uma carta aberta ao comitê de ética da instituição pedindo que a nomeação fosse suspensa. A preocupação, segundo o documento, era relacionada tanto às declarações ofensivas de Weintraub quanto às medidas tomadas por ele à frente do Ministério da Educação – por exemplo, a revogação das cotas para minorias em cursos de pós-graduação. Funcionários do Banco Mundial se manifestam contra nomeação de Abraham Weintraub Viagem controversa Além da indicação para o banco, a própria viagem de Weintraub aos Estados Unidos causou polêmica – e ainda é alvo de investigação. Isso porque, apesar de ter anunciado a saída do governo em 18 de junho, Weintraub só foi exonerado oficialmente no dia 20, quando já estava fora do Brasil. O ministro teria aproveitado o passaporte diplomático para driblar a quarentena para cidadãos comuns na chegada aos Estados Unidos, em meio à pandemia da Covid-19. O caso foi arquivado pelo Tribunal de Contas da União (TCU) porque a relatora, ministra Ana Arraes, disse não ver indícios de que a viagem tenha impactado os cofres públicos. Os questionamentos sobre a regularidade do uso do passaporte diplomático foram enviados pelo tribunal ao Ministério Público Federal. Em carta ao Itamaraty, Weintraub pediu para ir para os EUA com a ‘brevidade possível’
Os papéis da Apple, Amazon e Facebook recuaram fortemente nesta sexta, mesmo após balanços positivos no terceiro trimestre. Os índices acionários de Nova York fecharam em queda nesta sexta-feira (30), puxados para baixo pela forte queda sofrida pelas ações de tecnologia, após a divulgação dos balanços trimestrais das gigantes americanas do setor. A queda de hoje, porém, apenas estende as perdas sofridas ao longo das últimas semanas, com os temores em torno do aumento do número de novos casos de covid-19 na Europa e nos Estados Unidos. O Dow Jones fechou em queda de 0,59%, a 26.501,60 pontos, acumulando perdas de quase 1.300 pontos, ou 4,6% em outubro e anotando o seu pior mês desde março. O S&P 500 recuou 1,21% na sessão e 2,7% no mês, a 3.269,96 pontos, enquanto o Nasdaq cedeu 2,45% no dia e 2,3% em outubro, a 10.911,59 pontos. Big Techs O índice tecnológico Nasdaq foi especialmente pressionado nesta sexta pela onda de vendas de ações de tecnologia, após as gigantes americanas do setor divulgarem resultados acima do esperado, mas não suficientes para atender às elevadas expectativas dos investidores. A Apple reportou uma receita recorde de US$ 64,7 bilhões, mas a ação da companhia caiu 5,60% hoje. Investidores receberam de maneira negativa a queda na venda de iPhones e o fato de a companhia não ter divulgado projeções, em meio às incertezas provocadas pela pandemia. Já a Amazon reportou que os lucros triplicaram no terceiro trimestre, para US$ 6,3 bilhões, mas mesmo assim a ação da companhia caiu 5,45%, com os agentes financeiros demonstrando frustração com as projeções de receita para a companhia no quarto trimestre. O Facebook reportou uma alta de 29% nos lucros do terceiro trimestre, mas a ação recuou 6,31%. Os papéis do Twitter foram especialmente castigados, fechando o dia em queda de 21,11%, mesmo depois de reportar lucros de US$ 29 milhões. Os investidores se concentram no alerta da empresa de que o comportamento dos anúncios publicitários pode ser imprevisível antes da eleição. Segundo o chefe de pesquisa da London Capital Group, Jasper Lawler, os grandes nomes da tecnologia vinham impulsionando todos os ganhos do mercado de ações nos últimos meses, com a ideia de que seus desempenhos também eram imunes — ou mesmo beneficiados — pela pandemia. "Os lucros superaram as expectativas, mas, ao carregar todo o peso do mercado, as ações de tecnologia estavam precificadas à perfeição", afirmou. Na semana, porém, o catalisador para as quedas tem sido os temores em torno da pandemia. O número de contaminações diárias nos EUA bateu, ontem, um novo recorde com 88,521 casos, de acordo com dados da Universidade Johns Hopkins, mas os números já vêm assustando os investidores ao longo da semana. Covid-19: EUA registram aumento de 46% de internações pela infecção Veja as últimas notícias de economia

Mudança de horário foi revogada por Bolsonaro em 2019, e não vai mais acontecer neste final de semana. Porém, alguns celulares podem fazer atualização do relógio automaticamente. Horário de verão: medida foi revogada pelo governo Bolsonaro, mas relógios de alguns smartphones podem atualizar mesmo assim. Divulgação/Google O Google alertou nesta sexta-feira (30) que alguns celulares Android podem adiantar os relógios automaticamente à meia-noite do domingo, dia 1º de novembro. A empresa recomendou que as pessoas alterem as configurações automáticas de data e hora dos aparelhos, para não correr o risco de perder compromissos. Segundo a companhia, alguns celulares podem não ter a informação necessária para evitar que o relógio seja alterado na data prevista para começar o horário de verão 2020, que foi cancelado pelo governo Jair Bolsonaro em 2019. Essa possibilidade é maior para aparelhos com versões anteriores ao Android 10, que foi lançado no ano passado. Há duas semanas alguns usuários já tinham relatado que seus celulares adiantaram o relógio. Isso aconteceu porque, até 2017, o horário do verão começava no mês de outubro. Em 2018, a última vez em que foi adotado, ele começou no 1º domingo de novembro. Saiba corrigir Nos aparelhos Android Toque no ícone "Configurar"; toque na opção "Data e hora"; desmarque a opção "Data e hora automáticas"; configure manualmente a hora correta. Os aparelhos que não fizerem mudanças no horário já foram atualizados pelos fabricantes, ou então estão seguindo regras enviadas pelas redes das operadoras de telefonia. A mudança no horário de verão brasileiro impacta o banco de dados da Autoridade para Atribuição de Números de Internet (IANA), responsável por passar as informações para os smartphones. Horário de verão No Brasil, o horário de verão foi instituído pela primeira vez no verão de 1931/1932, pelo então presidente Getúlio Vargas. Sua versão de estreia durou quase seis meses, vigorando de 3 de outubro de 1931 a 31 de março de 1932. No verão seguinte, a medida foi novamente adotada, mas, depois, começou a ser em períodos não consecutivos. Primeiro, entre 1949 e 1953, depois, de 1963 a 1968, voltando em 1985 até abril de 2019, quando foi revogado por decreto. O período de vigência do horário de verão era variável, mas, em média, durava 120 dias. No mundo, o horário diferenciado é adotado em 70 países — e atinge cerca de um quarto da população mundial. O horário de verão é adotado em países como Canadá, Austrália, México, Nova Zelândia, Chile, Paraguai e Uruguai. Veja os vídeos mais assistidos do G1 n

Objetivo do negócio é ampliar a oferta de investimentos nos Estados Unidos a clientes de alta renda e de private bank. O Bradesco informou nesta sexta-feira (30) que concluiu a compra de 100% do BAC Florida, operação que havia sido anunciada em maio do ano passado. Placa com logomarca do banco Bradesco na avenida Berrini, zona sul de São Paulo Marcelo Brandt/G1 Em comunicado, o Bradesco afirmou que a operação reduzirá seu índice de Basileia em 0,2 ponto percentual. Bradesco tem lucro de R$ 4,19 bilhões no terceiro trimestre O objetivo do negócio é ampliar a oferta de investimentos nos Estados Unidos a clientes de alta renda e de private bank, além de poder expandir negócios ligados clientes corporativos e institucionais, afirmou o banco brasileiro. Vejas as últimas notícias de economia

Trabalhadores começaram a receber o benefício nesta semana e podem conferir o status do crédito pelo Meu INSS e pelo telefone 135. Pedestre passa diante de agência do INSS em Brasília Mateus Bonomi/Agif/Estadão Conteúdo O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) começou a pagar as atencipações de benefício por incapacidade temporária (antigo auxílio doença) concedidas até 2 de julho desse ano a 497.085 segurados nesta semana. Ao todo, 1,1 milhão de antecipações foram liberadas. De acordo com o governo, dos segurados que terão direito ao pagamento da diferença, a duração média do benefício foi de 32 dias. A renda média inicial, por sua vez, ficou em R$ 1.481,99. A antecipação do benefício foi uma das medidas adotadas pelo governo durante a pandemia. "O pagamento é feito com correção e proporcional ao tempo de afastamento, ou seja, pelo total de parcelas recebidas", reforçou a autarquia, no comunicado. O segurado que tiver direito à diferença receberá uma carta do INSS com as informações do recálculo, assim como do total devido. É possível acompanhar o status do crédito, bem como os valores, pelo Meu INSS e pelo telefone 135. Antecipação amenizou efeitos da crise Para conter os efeitos econômicos causados pela pandemia do novo coronavírus, uma lei aprovada em abril passou a autorizar que o INSS antecipasse o valor de um salário mínimo para os requerentes do auxílio-doença por até três meses. O objetivo era evitar que o segurado aguardasse o processamento da solicitação sem dispor de uma renda para se manter. Pela legislação atual, o auxílio-doença é um benefício concedido pelo INSS para os trabalhadores que estão incapacitados temporariamente para o trabalho por mais de 15 dias. Neste caso, normalmente, ela deixa de receber o salário e passa a contar com o auxílio enquanto perdurar o período de afastamento.

Por causa da pandemia de coronavírus, as empresas tiveram até 30 de setembro para regularizar as informações dos trabalhadores. O Ministério da Economia informou nesta sexta-feira (30) que vai começar a pagar em dezembro os trabalhadores que têm direito ao abono salarial, mas que ainda não receberam o benefício. Carteira de trabalho. Heloise Hamada/G1 Por causa da pandemia de coronavírus, as empresas tiveram até 30 de setembro para regularizar as informações dos trabalhadores. O valor do abono varia de R$ 88 a R$ 1.045, dependendo do período trabalhado formalmente em 2019. Segundo o ministério, os trabalhadores que nasceram entre julho e dezembro com direito ao PIS (setor privado) recebem o benefício pela Caixa já em meados de dezembro. Os demais recebem a partir de janeiro do ano que vem. Veja o calendário: Pagamento do abono Pasep Já os trabalhadores com direito ao Pasep (setor público) com inscrições finais 0, 1, 2, 3 e 4 vão receber o benefício em meados de dezembro, mas o benefício será pago pelo Banco do Brasil. Os demais começam a receber a partir de janeiro. Veja o calendário: Pagamento do abono Para saber se tem direito e como sacar Para sacar o abono do PIS, o trabalhador que possuir Cartão do Cidadão e senha cadastrada pode se dirigir aos terminais de autoatendimento da Caixa ou a uma casa lotérica. Se não tiver o Cartão do Cidadão, pode receber o valor em qualquer agência da Caixa, mediante apresentação de documento de identificação. Informações sobre o PIS também podem ser obtidas pelo telefone 0800-726-02-07 da Caixa. O trabalhador pode fazer uma consulta ainda no site www.caixa.gov.br/PIS, em Consultar Pagamento. Para isso, é preciso ter o número do NIS (PIS/Pasep) em mãos. Veja como localizar o número do PIS na internet Os servidores públicos que têm direito ao Pasep precisam verificar se houve depósito em conta. Caso isso não tenha ocorrido, precisam procurar uma agência do Banco do Brasil e apresentar um documento de identificação. Mais informações sobre o Pasep podem ser obtidas pelo telefone 0800-729 00 01, do Banco do Brasil. Veja as últimas notícias de economia
Órgão detectou que, nos últimos cinco anos, até crianças de 4 anos se tornaram cotistas de fundos de investimento deste tipo; fundos têm até fim do ano para regularizar situação. A Receita Federal identificou que, nos últimos anos, irregularidades em centenas de fundos de investimento imobiliário podem ter causado um prejuízo de até R$ 550 milhões aos cofres públicos. No fim de setembro, a Delegacia de Operações Especiais de Fiscalização da Receita, em São Paulo, enviou um alerta às 53 administradoras dos fundos. A GloboNews teve acesso ao comunicado. As administradoras têm os próximos meses para fazer uma autorregularização. Caso contrário, a partir de 2021, a Receita vai promover ações de fiscalização para cobrar valores devidos e não recolhidos, acrescidos de multa de ofício e juros. "A Receita Federal do Brasil (RFB) vem acompanhando o recolhimento feito pelas administradoras através de DARF no código 5232 (Fundos de Investimento Imobiliário – Rendimentos e ganhos de capital distribuídos pelos Fundos de Investimento Imobiliário ou auferidos em decorrência do resgate de cotas). De forma geral, o recolhimento nesse código está muito aquém da arrecadação potencial esperada", informou a Receita às administradoras. Os fundos de investimento imobiliário têm crescido no país nos últimos anos. Boletim mensal da B3, de setembro deste ano, apontou que o número de pessoas físicas que decidiram se tornar investidoras de fundos imobiliários passou de 1 milhão (1.057.246). “Fundos de investimento imobiliário são uma cesta”, explica o professor de finanças do Insper, Michael Viriato. Segundo o professor, os fundos podem ser entendidos também como “um condomínio onde se juntam várias pessoas, vários investidores”. “Ao juntar um recurso significativo, conseguem comprar empreendimentos de um forma conjunta. Ou seja, você colocando um pedaço pequeno, outro investidor colocando um pedaço pequeno, isso se torna um bolo grande e você consegue fazer um investimento que de outra forma ficaria disponível apenas a grandes investidores”, explica. Em 2019, segundo a Receita, as 53 administradoras de fundos imobiliários no País pagaram R$ 130 milhões em imposto de renda antes de distribuir rendimentos a seus cotistas. A estimativa da Receita é de que o valor ficou muito abaixo daquilo que deveria ter sido pago: R$ 680 milhões. Atualmente, existem 590 fundos no País, com um patrimônio de R$ 146 bilhões. Ele são constituídos por imóveis ou por outros ativos ligados ao setor imobiliário. De acordo com a Receita, pelo menos metade dos fundos está sob suspeita de seis tipos de irregularidades. São eles: fundos que não fazem as distribuições semestrais obrigatórias dos resultados aos cotistas; fundos que aplicam alíquotas inferiores às previstas; fundos que fazem operações com pessoas no exterior de forma ilegítima; fundos que lançam despesas indevidas para reduzir os resultados; fundos que aplicam recursos em empreendimentos imobiliários que tenham como sócio, incorporador, construtor cotista que possua mais de 25% das cotas do fundo. fundos nos quais os cotistas são do mesmo grupo econômico ou da mesma família 'Brecha' para não pagar IR Este último tipo de irregularidade chamou a atenção dos auditores-fiscais da Receita, porque famílias e grupo econômicos de alto poder aquisitivo estão usando uma brecha na legislação para não pagar imposto de renda sobre rendimentos de aluguel de imóveis. Em uma situação normal, uma pessoa física que é proprietária de imóveis tem uma tributação de até 27,5% com rendimentos de aluguel dos seus bens. Uma empresa, por sua vez, paga em média cerca de 15%. Ao formar um fundo imobiliário, os cotistas deveriam pagar 20% em tributos. Fundos imobiliários, no entanto, podem ser isentos de IR sobre os rendimentos de seu patrimônio caso atendam a alguns requisitos. São eles: ter cotas negociadas exclusivamente em bolsa ou mercado de balcão organizado; ter, no mínimo, 50 cotistas; e o cotista beneficiado com a isenção não ser dono de mais de 10% das cotas. É preciso também que os fundos tenham uma "efetiva dispersão de investidores". Ou seja, sejam fundos abertos para investimento de quem se interessar. Foi neste trecho da regulamentação que a Receita percebeu que milhões de reais estavam deixando de ser arrecadados. O auditor-fiscal Fabio Ejchel, da Delegacia de Operações Especiais de Fiscalização da Receita em São Paulo, afirma que houve um desvirtuamento dos fundos. Eles têm uma estrutura "teoricamente legal", mas ficam restritos aos membros de um determinado grupo familiar. Os fundos de investimento imobiliário familiares, segundo o auditor, não estimulam a indústria da construção civil no país. Eles existem apenas para não pagar imposto de renda sobre aluguel do imóvel. "A gente viu casos de fundos nos quais 1/3 dos cotistas eram menores de idade, incluindo crianças de 4 anos, crianças de 6 anos", diz o delegado. "[A família] enxerga uma oportunidade de não pagar nenhum imposto sobre o rendimento desse patrimônio. Monta um fundo, adequa o fundo para obedecer a legislação. Precisa ter 50 cotistas, eles pegam 50 cotistas. Geralmente, gente da própria família para não ter alguém de fora participando com eles", afirmou o delegado. De acordo com Fabio Ejchel, as irregularidades dos fundos causam prejuízo tanto ao mercado quanto à sociedade. "Esse tipo de forma de atuar prejudica o próprio mercado, outros fundos legítimos que atuam corretamente, eles prejudicam outros proprietários de imóveis que estão lá pagando impostos", diz. "Prejudica a sociedade que precisa desses recursos para manter o Estado, a saúde, a educação, e que não entram nos cofres públicos justamente das famílias que teriam condição de contribuir." Discussão no mercado A Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais confirmou para a GloboNews "que o assunto está sendo discutido pelo mercado", mas optou por não enviar uma nota. A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) afirmou que "acompanha e analisa informações e movimentações no âmbito do mercado de valores mobiliários brasileiro, mantendo, inclusive, contato direto com os participantes do segmento, e tomando as medidas cabíveis, sempre que necessário". "Sem prejuízo do acima informado, é importante ressaltar que não há vedação na regulação de mercado de capitais a que um grupo de cotistas concentre alta participação em um fundo imobiliário, e a fiscalização de temas tributários cabe à Receita Federal. Além disso, é dever do administrador de Fundo de Investimento Imobiliário prestar informações periódicas mensais ao mercado, inclusive investidores do fundo, como por exemplo, dados relativos à exclusividade, e alertar se os cotistas possuem vínculo familiar ou societário familiar", disse em nota a entidade.
Tribunal de Contas da União apontou nesta semana risco de que governo afronte a Lei de Responsabilidade Fiscal se não indicar meta fiscal para o ano que vem. O secretário especial de Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues, afirmou nesta sexta-feira (30) que a equipe econômica está à disposição para discutir com o Congresso Nacional a fixação de uma meta de déficit primário para 2021 — há déficit primário quando o gasto supera a arrecadação (excluídas as despesas com o pagamento da dívida pública). Nesta quinta-feira, o secretário do Tesouro Nacional, Bruno Funchal, já havia se manifestado no mesmo sentido. No projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias do próximo ano, enviado ao Legislativo em abril deste ano, no auge da pandemia do novo coronavírus, o governo propôs uma meta flexível e variável de déficit primário de 2021. Como as despesas estão limitadas pelo teto de gastos, o governo definiu que a estimativa de rombo fiscal vai variar de acordo com as receitas, ou seja, com o dinheiro que entrar efetivamente no caixa. Nesta semana, porém, o Tribunal de Contas da União (TCU) aprovou um alerta ao governo federal sobre a ausência de uma meta fiscal fixa no projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2021, em tramitação no Congresso. Segundo o TCU, se não definir esse indicador, o governo estará afrontando a Constituição Federal e a Lei de Responsabilidade Fiscal — a LDO serve de base para a elaboração do orçamento federal. Nesta sexta-feira, Waldery Rodrigues, do Ministério da Economia, disse que não foi fixada uma meta de déficit primário para 2021, em abril deste ano, devido à grande incerteza que havia, naquele momento, sobre o ritmo de crescimento da economia, em função da pandemia. Projeto da LDO para 2021 prevê estagnação da economia em 2020 Segundo ele, porém, o cenário já ficou mais claro nos últimos meses, o que possibilita uma discussão sobre a meta de rombo fiscal para 2021. O Ministério da Economia estima uma alta do Produto Interno Bruto (PIB) ao redor de 3,5% para o ano que vem. "Analisamos o acórdão do TCU sobre o tema [que aponta risco de o governo descumprir a LRF se não fixar uma meta fiscal para o ano que vem]. Entendemos que esse tema poderá ter uma análise mais apurada, em função de agora termos uma redução da incerteza [sobre a previsão do PIB para o ano que vem]. Nos colocamos à disposição do Congresso Nacional para analisar esse tema", disse ele. O secretário lembrou que o projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias ainda não foi votado pelo Congresso Nacional, possibilitando, assim, mudanças. "O Congresso está ciente dessa prioridade. Tivemos reuniões com o senador que deve relatar o PLDO e ficamos à disposição do Congresso para analisarmos esse ponto [fixação da meta fiscal]", afirmou. VÍDEOS: veja últimas notícias de economia
O petróleo dos EUA acumulou queda de 11% em outubro, enquanto o Brent registrou perda de 10%. Os preços do petróleo recuaram nesta sexta-feira (30) e engataram a segunda queda mensal consecutiva, à medida que o aumento no número de casos de Covid-19 nos Estados Unidos e Europa ressalta preocupações sobre as perspectivas de consumo de combustíveis. O petróleo Brent fechou em queda de 0,19 dólar, a US$ 37,46 por barril, após tocar uma mínima de cinco meses na sessão anterior, a US$ 36,64. O primeiro contrato do Brent expirou nesta sexta-feira, e o vencimento janeiro terminou o dia em baixa de 0,32 dólar. Já o petróleo dos EUA (WTI) recuou 0,38 dólar, para US$ 35,79 o barril, depois de atingir o menor nível desde junho na quinta-feira, quando tocou a marca de US$ 34,92. O WTI acumulou queda de 11% neste mês, enquanto o Brent registrou perda de 10%. Líderes da França e Alemanha ordenaram que os países voltem a adotar medidas restritivas ("lockdown"), em momento em que uma enorme segunda onda de infecções pelo coronavírus ameaça castigar a Europa antes do inverno (do Hemisfério Norte). A Europa de novo no epicentro da pandemia Economias europeias crescem no 3º trimestre e recuperam parte das perdas da pandemia Os EUA também enfrentam uma disparada na contagem de casos, tendo quebrado seu recorde de infecções registradas em um único dia. "Muitos países com grande consumo de petróleo em todo o mundo estão vendo níveis de infecção que não tiveram nem mesmo durante a primeira onda", disse Paola Rodriguez-Masiu, analista sênior de mercados de petróleo da Rystad Energy. "Esses níveis de infecção devem impactar a demanda por petróleo, já que o tráfego será reduzido ao mínimo durante os 'lockdowns'". Veja as últimas notícias de economia
Estimativa de rombo foi divulgada pelo Ministério da Economia e inclui gastos públicos, renúncia de receitas para combater a pandemia, além de perda de arrecadação com crise. O rombo nas contas do setor público consolidado deve atingir R$ 905,4 bilhões em 2020, estimou o Ministério da Economia nesta sexta-feira (30). Os dados constam de balanço das medidas de combate ao novo coronavírus. Dentro do setor público estão o governo federal, os estados, os municípios e empresas estatais. Na previsão anterior, divulgada em setembro, a equipe econômica estimava que o déficit primário somaria R$ 895,8 bilhões neste ano. Há déficit quando as receitas de impostos e contribuições do governo são menores que as despesas. A conta não inclui os gastos com o pagamento dos juros da dívida pública. O resultado negativo projetado para este ano, se confirmado, será o pior valor da série histórica do Banco Central. E está diretamente ligado aos gastos do governo para combate aos efeitos da pandemia do novo coronavírus, e que, segundo a área econômica, já chegam a R$ 587,5 bilhões. Veja no vídeo abaixo reportagem sobre o resultado das contas do setor público em setembro, que registrou déficit recorde: Rombo nas contas públicas registrado em setembro é histórico Ainda de acordo com as estimativas do Ministério da Economia: as contas do governo devem registrar rombo primário de R$ 880,5 bilhões neste ano; os estados e municípios devem apresentar, juntos, déficit de R$ 23,6 bilhões; as estatais devem ter resultado negativo de R$ 1,2 bilhão. Os valores consideram o resultado primário, ou seja, não consideram os gastos com o pagamento dos juros da dívida pública. Além dos gastos com o coronavírus, e a renúncia de arrecadação com redução de tributos, o cálculo também considera, até o momento, uma retração de 4,98% para o Produto Interno Bruto (PIB) neste ano - última projeção do mercado financeiro, colhida pelo Banco Central. Ações para combate à Covid De acordo com o secretário de Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues, R$ 587,5 bilhões das ações do governo concentram-se em gastos, sendo o maior deles o auxílio emergencial para os vulneráveis, com estimativa de um valor total de R$ 321,8 bilhões. Além disso, foram autorizadas reduções de impostos neste ano, entre eles a redução a zero do Imposto Sobre Operações Financeiras (IOF), o que ampliou o valor total das ações (considerando gastos e renúncia de arrecadação) para R$ 615 bilhões em 2020. Do total de gastos estimados para este ano no combate à pandemia, o painel do Tesouro Nacional informa que R$ 452,6 bilhões já foram feitos até esta quinta-feira (29). Waldery Rodrigues voltou a defender a regra do teto de gastos, pela qual a maior parte das despesas não pode subir acima da variação da inflação do ano anterior. “Temos uma defesa direta do teto de gastos, esse ano, e nos anos à frente. Não é uma âncora fiscal, é uma super âncora fiscal que nos traz capacidade de resposta a essa crise, que é a maior dos últimos 100 anos. Tínhamos gastos de 19,8% do PIB em 2019, vão subir acima de 28% em 2020, mas esperamos voltar a patamares similares, de 19,8%, 19,7% do PIB, em 2021”, disse. Questionado por jornalistas, ele afirmou que, até o momento, não há previsão de estender o estado de calamidade pública, que permite ao governo gastar mais para combater os efeitos do coronavírus, no próximo ano. Ele acrescentou, porém, que o governo adotará as “ferramentas” necessárias caso aconteça uma "segunda onda" da pandemia. “Se houver uma segunda onda, e há um algo grau de incerteza sobre ter ou não, o governo reagirá a essa situação. Por enquanto, os gastos são dessa magnitude. Entendemos que eles serão contidos em 2020”, concluiu. Dívida pública A dívida bruta do setor público consolidado, que engloba a União, os estados, municípios e empresas estatais, deve terminar este ano em 96% do Produto Interno Bruto (PIB), estimou o Ministério da Economia. A previsão oficial anterior da área econômica para a dívida pública ao fim deste ano era de 98,2%. Essa estimativa havia sido divulgada em julho deste ano. Nesta sexta-feira, o Banco Central informou que a dívida bruta do setor público brasileiro, indicador que também é acompanhado com atenção pelas agências de classificação de risco, subiu novamente em setembro, e atingiu o patamar recorde de 90,6% do PIB.

AOCP fará a prova; deverão ser abertas, no mínimo, 4.063 vagas para cargos públicos. Centro Administrativo de João Pessoa Cornélio Felipe/Secom-JP A Prefeitura de João Pessoa divulgou, através do Semanário Oficial, o termo de ratificação que define a Assessoria em Organização de Concursos Públicos (AOCP) como banca responsável para o concurso público da capital paraibana. O termo foi publicado em edição especial do semanário desta quinta-feira (29). O concurso acontece após o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) firmado entre o Ministério Público da Paraíba com a Prefeitura de João Pessoa determinar a realização de concursos públicos para o preenchimento de, no mínimo, 4.063 cargos públicos até 2024, sendo que 601 devem acontecer de forma imediata. Segundo o termo, a publicação do edital de abertura do concurso público deve ser feita até 31 dezembro. Até 28 de fevereiro de 2021, deve acontecer o concurso público e a respectiva homologação pelo prefeito (a), com a convocação e nomeação dos aprovados dentro do número de vagas, até 31 de março de 2021. As 601 vagas iniciais devem ser para os cargos de engenheiro, arquiteto, assistente administrativo, sanitarista, médico, farmacêutico, assistente social em saúde, biomédico, enfermeiro, fisioterapeuta, nutricionista, psicólogo, técnico de enfermagem, técnico em laboratório, técnico em radiologia, técnico em imobilização ortopédica e condutor de ambulância. Vídeos mais assistidos do G1 Paraíba
O índice pan-europeu Stoxx Europe 600 oscilou entre perdas e ganhos durante a sessão e fechou o dia em alta de 0,18%, porém, caiu 5,56% na semana. As bolsas europeias fecharam a sessão desta sexta-feira (30) sem direção única e encerram a semana e o mês de outubro com perdas intensas. Embora os resultados do Produto Interno Bruto (PIB) da zona do euro e das quatro maiores economias da União Europeia tenham surpreendido positivamente no terceiro trimestre, a perspectiva para os últimos meses do ano é negativa, diante da segunda onda de covid-19 e o restabelecimento de restrições à circulação social, fator determinante para a queda nesta semana. Os investidores globais também trabalham com cautela a poucos dias da eleição americana, na próxima terça-feira (3). O índice pan-europeu Stoxx Europe 600 oscilou entre perdas e ganhos durante a sessão e fechou o dia em alta de 0,18%, a 342,36 pontos, ajudado pela recuperação parcial do setor de petróleo e gás, que subiu 1,9% após as perdas nos dias anteriores. O desempenho melhorou depois que o Eurostat, escritório de estatísticas da União Europeia, divulgou que o Produto Interno Bruto (PIB) da região cresceu 12,7% no segundo trimestre, ante o trimestre anterior, acima da expectativa de 9,2% de economistas consultados pelo “Wall Street Journal”. Na semana, porém, o Stoxx Europe 600 caiu 5,56%, a pior desde 12 de junho, desempenho que levou o índice a terminar outubro com queda de 5,19%, o pior mês desde março. O DAX, referência da Bolsa de Frankfurt, finalizou o dia com queda de 0,36%, a 11.556,48 pontos, mesmo após o PIB da Alemanha, no terceiro trimestre, ter crescimento recorde de 8,2% ante o trimestre anterior. Com isso, o índice terminou a semana com perdas de 8,61% e despencou 9,44% em outubro. Na Bolsa de Londres, o FTSE 100 recuou 0,08% nesta sexta, aos 5.577,27 pontos, terminando a semana com perdas de 4,83% e encerrando mês com queda de 4,92%. O CAC 40, da Bolsa de Paris, subiu 0,54% hoje, a 4.594,24 pontos. O PIB francês se recuperou e cresceu 18,2% no terceiro trimestre, após o tombo do segundo trimestre. No entanto, o índice acumulou queda de 6,42% na semana e termina outubro 4,36% abaixo do que começou. Na Bolsa de Milão, o FTSE MIB avançou 0,40% hoje, a 17.943,11 pontos, depois que o PIB italiano cresceu 16,1% no terceiro trimestre, na margem. Mas, assim como os seus pares, caiu 6,96% na semana e 5,64% no mês. Lockdowns A Europa de novo no epicentro da pandemia As quedas acentuadas ocorreram entre segunda (26) e quarta-feira (28) por causa da segunda onda da covid-19 no continente e das informações de que França e Alemanha planejavam novos “lockdowns” nacionais, o que se confirmou na quarta-feira. Diante do cenário, economistas alertam que as previsões para o fim do ano voltam a ser sombrias. “Embora esses números de forte crescimento do PIB no terceiro trimestre sejam uma boa notícia, a recente reintrodução de medidas de contenção rígidas em todo o bloco, provavelmente, fará a recuperação se reverter. Os primeiros dados da pesquisa para o quarto trimestre mostram que a perspectiva já estava piorando antes das restrições serem introduzidas”, escreveu, em nota após os dados, Rosie Colthorpe, economista da Oxford Economics. “Esperamos, agora, que a economia da zona do euro encolha mais uma vez no quarto trimestre. Se as restrições atuais não controlarem a propagação do vírus, os governos provavelmente irão apertar ou estender as medidas de contenção. Isso significa que os riscos para a perspectiva do quarto trimestre estão claramente negativos”, acrescentou Colthorpe. Assista as últimas notícias de economia
Segundo a instituição, 3 milhões de pessoas deverão ser beneficiadas com a transferência de renda. O Banco Mundial aprovou um empréstimo de US$ 1 bilhão para ampliar o Bolsa Família. Segundo a instituição, 3 milhões de pessoas deverão ser beneficiadas com a transferência de renda. O recursos liberados pela instituição integram o Projeto de Apoio à Renda para os Pobres Afetados pela Covid-19. No Brasil, mais de 5 milhões de pessoas já foram infectadas pela doença. Não há previsão para pagamento do 13º do Bolsa Família, diz Ministério da Economia Ministério da Economia informa que não há previsão de pagamento de 13º para Bolsa Família Antes da pandemia de coronavírus, cerca de 13 milhões de famílias estavam cadastradas no Bolsa Família, segundo o banco. Com a crise sanitária, muitos beneficiários do programa passaram a receber o Auxílio Emegencial, que deve será encerrado em dezembro. "O projeto financiará a ampliação do programa, e expandirá a proteção para ao menos 1,2 milhão de famílias pobres que continuarão a precisar de apoio após o fim do Auxílio Emergencial", informou o Banco Mundial em nota. "As mulheres representam 90% dos beneficiários diretos. Essa ampliação beneficiará pelo menos 3 milhões de pessoas, entre elas 990.000 crianças e jovens e 7.000 indígenas", disse a instituição. O secretário especial de Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues, disse que novas fontes de financiamento desse tipo têm sido analisadas pelo governo. "Está sendo analisado, não somente com o Bird, mas com outras agências multilaterais. E aqui é uma questão de custo e benefício. Uma fonte de financiamento disponibilizada ao menor custo pode ser utilizada pela União. As agências têm um limite de financiamento para cada país, sem detrimento de também ser provido para estados e municípios", afirmou. O governo Jair Bolsonaro já indicou que pretende substituir o Bolsa Família pelo programa Renda Cidadã, que deverá ser apresentado depois da eleição municipal. Renda Cidadã deve ficar para depois das eleições municipais Veja as últimas notícias de economia

Acordos garantem que Ser receba R$ 180 milhões ou duas faculdades como indenização. Além disso, empresa tem 100% de preferência na compra de outras três instituições da Laureate. A Laureate possui atualmente 267 mil estudantes matriculados no Brasil em 11 instituições de ensino superior. Divulgação A Ser Educacional anunciou nesta sexta-feira (30) que fechou acordos com a Ânima, grupo que apresentou proposta maior do que a Ser e comprou as operações no Brasil da Laureate. O acordo extrajudicial foi firmado pela madrugada e encerrou o litígio pelos ativos da Laureate no país. Segundo nota divulgada pela Ser Educacional, empresa fundada pelo paraibano Janguiê Diniz, os acordos preveem que a Ser receba uma multa de R$ 180 milhões ou adquira duas instituições da Laureate pelo mesmo valor. A proposta é de adquirir a Faculdade Internacional da Paraíba (FPB) e o Centro Universitário dos Guararapes (UNIFG), pelo mesmo valor da multa. A Ser também assinou um acordo com a nima para comprar 100% de outras três instituições de ensino da Laureate: os centros universitários UniRitter e Fadergs, ambos em Porto Alegre, e IBMR, no Rio de Janeiro. “A nima Educação concede à Ser, uma opção de compra, por valor fixo pré-acordado, que poderá ser exercida, a exclusivo critério da Ser”, informa comunicado da Ânima. Em nota, a Ser diz que acredita que “estas cinco instituições têm marcas fortes com sólida base de alunos e reconhecidas pelo mercado em suas regiões de origem”, apresentando “amplo potencial de crescimento em todos os segmentos de ensino, contando com infraestrutura diferenciada e qualidade acadêmica”. Em setembro, a Laureate havia recebido uma oferta de R$ 4 bilhões da Ser pelos ativos no Brasil. Na última semana, a Ânima ofereceu uma proposta R$ 500 milhões maior do que a da Ser.

No cenário atual, é possível perceber uma piora nas condições sanitárias envolvendo covid-19 no mundo. A incerteza com a economia brasileira voltou a cair em outubro, mas no menor ritmo em seis meses, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (30) pela Fundação Getulio Vargas (FGV). A queda foi de 2 pontos, para 143,8 pontos na passagem de setembro para outubro. De acordo com a economista Anna Carolina Gouvea, da FGV, o menor ritmo de queda ocorreu devido às dúvidas em relação à evolução da pandemia no país. Na sequência de queda de seis meses do índice, essa foi a menos intensa, observou a especialista. Ela não descartou possibilidade de o indicador voltar a subir nos próximos meses. Indicador de incerteza na economia - outubro/2020 Economia G1 Anna Carolina comentou que, no cenário atual, é possível perceber uma piora nas condições sanitárias envolvendo covid-19 no mundo. Ela destacou que, no momento, existe segunda onda da doença na Europa; e não está claro se isso também poderia ocorrer no Brasil, afirmou ela. "Isso faz crescer incerteza em relação à ao andamento da atividade econômica no Brasil, para os próximos meses", comentou. A economista também aponta que há dúvidas sobre como essa piora no número de casos e mortes na Europa poderia afetar a avaliação de investidores estrangeiros em relação a mercados emergentes, como Brasil. "Existe a questão do mercado financeiro, que está preocupado com a falta de um plano crível por parte da economia brasileira", lembrou ela, citando recente fuga de investidores estrangeiros em relação a títulos brasileiros, este ano. Ao ser questionada sobre qual seria melhor estratégia para tentar fortalecer novamente o ritmo de queda de incerteza com a economia, a especialista reiterou a necessidade de planejamento mais confiável, por parte do Ministério da Economia, para lidar com a atual crise. Ela defendeu, ainda, uma veiculação mais clara dos próximos passos para as contas públicas brasileiras, e diminuição de ruído nas articulações entre Congresso e governo. "Também ajudaria se houvesse mais boas notícias no nosso cenário [macroeconômico] e alguma notícia muito positiva em relação à vacina" disse, acrescentando, no entanto, que até o momento não há sinais de que essas notícias possam ocorrer. Assista as últimas notícias de economia

Investidores, tanto de varejo quanto institucionais, estão correndo para comprar papéis da Ant, que opera a maior plataforma de pagamentos da China. Os investidores de varejo fizeram ofertas por um recorde de US$ 3 trilhões em ações na oferta pública inicial (IPO) da Ant Group, que deve ser a maior do mundo, conforme investidores de varejo na China apostam na demanda por seus serviços financeiros. A listagem dupla da Ant deve movimentar cerca de US$ 34,4 bilhões, divididos igualmente entre o STAR Market de Xangai e a bolsa de Hong Kong, superando a listagem de US$ 29,4 bilhões da Saudi Aramco em dezembro passado. Logo do Ant Group, afilida da Alibaba Reuters Investidores, tanto de varejo quanto institucionais, estão correndo para comprar papéis da Ant, que opera a maior plataforma de pagamentos da China e outros serviços financeiros, apesar dos riscos de um maior escrutínio interno e externo. A etapa de Xangai do IPO movimentou cerca de 19 trilhões de iuanes (US$ 2,8 trilhões) em ofertas de investidores de varejo, ou 872 vezes o número de ações reservadas para eles, revelou um documento da empresa na quinta-feira. A tranche de Hong Kong foi de 1,3 trilhão de dólares de Hong Kong (US$ 168 bilhões), ou 389 vezes as ações em oferta, disseram pessoas com conhecimento do assunto nesta sexta-feira. Os US$ 3 trilhões em ofertas de investidores de varejo, equivalentes ao Produto Interno Bruto do Reino Unido, ocorrem em um cenário de mercados globais instáveis antes das eleições presidenciais dos EUA na próxima semana e de uma perspectiva econômica sombria. Os investidores no IPO, no entanto, deixaram de lado as preocupações específicas com a empresa e com o mercado mais amplo, na esperança de que a Ant continuará a se beneficiar da rápida digitalização dos serviços financeiros na China. Harrison Chan, um profissional do mercado financeiro de 25 anos de Hong Kong, gastou 40% de sua renda mensal para tentar comprar ações da Ant e agora está se perguntando se conseguirá alguma, dado o grande número de ofertas feitas. "Estou confiante nas perspectivas futuras da empresa porque ela está envolvida em muitos negócios diferentes ... e todos são serviços online, que é a direção que o mundo tomará, então acho que seu potencial é enorme", disse Chan. Vídeos: Veja as últimas notícias de economia
Nos três meses anteriores, PIB havia registrado tombo histórico de 17,1%. A economia do México cresceu 12% no terceiro trimestre, conforme o esperado, compensando grande parte da contração registrada nos três meses anteriores no auge das restrições provocadas pelo coronavírus no país, mostraram dados preliminares nesta sexta-feira (30). FMI prevê 'amplo impacto' da pandemia no emprego na América Latina Analistas em uma pesquisa da Reuters esperavam que os dados da agência nacional de estatísticas Inegi mostrassem um crescimento ajustado sazonalmente do Produto Interno Bruto (PIB) de 11,9% em comparação com o segundo trimestre. No período de abril a junho, a economia recuou 17,1% em relação ao primeiro trimestre. Em comparação com o terceiro trimestre do ano passado, a segunda maior economia da América Latina recuou 8,6% em termos não ajustados trimestre. A previsão era de perda de 8,7%. México é terceiro país a registrar mais mortes pela Covid-19 no mundo Uma análise dos números mostra que as atividades primárias, como a agropecuária, a silvicultura e a pesca, avançaram 7,4% em relação ao trimestre anterior. As atividades secundárias, como a manufatura, avançaram 22%, informou o Inegi. Já as atividades terciárias, que englobam gastos de consumo e o setor de serviços, aumentaram 8,6%. A previsão é de que a economia do México recuará quase 10% este ano, sua contração anual mais profunda desde a Grande Depressão. Os meses mais severos para a economia mexicana foram abril e maio, quando grande parte da atividade empresarial foi paralisada, levando à perda de cerca de um milhão de empregos formais. Até 19 de outubro, quase um terço desses empregos haviam sido recuperados, disse o governo. Assista as últimas notícias de economia
Comissão aprovou requerimento após ministra da Agricultura defender o 'boi bombeiro'. Se ela não responder ou se der informações falsas, pode ser processada por crime de responsabilidade. A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, terá que prestar informações sobre a pecuária no Pantanal à comissão do Senado que acompanha o enfrentamento aos incêndios no bioma. O colegiado aprovou nesta sexta-feira (30) um requerimento solicitando os esclarecimentos. Pela Constituição, a Câmara e o Senado podem encaminhar pedidos escritos de informações a ministros de Estado. O prazo para a resposta é de 30 dias. Se o ministro não responder ou prestar informações falsas, poderá ser processado por crime de responsabilidade A ministra compareceu a uma audiência da comissão no início de outubro. Na ocasião, ela disse que o boi é o "bombeiro do Pantanal" e que, se houvesse mais gado na região, as queimadas e o "desastre" poderiam ter sido menores. Especialistas comentam fala da ministra da Agricultura sobre "boi bombeiro" Por que a teoria do 'boi bombeiro' no Pantanal, citada pela ministra da Agricultura, é mito O documento aprovado nesta sexta pede que a ministra forneça dados relativos à evolução do rebanho bovino no Pantanal, de 1991 até 2020, em cinco municípios do Mato Grosso: Barão de Melgaço; Cáceres; Poconé ; Nossa Senhora do Livramento; Santo Antônio de Leverger. O requerimento foi apresentado pelo presidente da comissão, senador Wellington Fagundes (PL-MT). Ele disse que o pedido de informações busca prevenir novos focos de incêndios na região. "Nesse contexto, com os dados solicitados, pretende-se contribuir com providências para evitar novos focos de incêndios, a limpeza dos locais já atingidos, a proteção das populações diretamente atingidas, da economia, da fauna e da flora e a transparência das atividades coordenadas pela Operação Pantanal", afirmou o senador no requerimento. VÍDEOS: veja as últimas notícias de política

Na quinta, ministro Paulo Guedes disse que imposto sobre transações digitais 'está morto' e que, sem ele, proposta de desoneração da folha não pode ser levada adiante. O secretário-executivo do Ministério da Economia, Marcelo Guaranys, afirmou nesta sexta-feira (30) que o governo segue trabalhando na desoneração da folha de pagamento dentro da sua proposta de reforma tributária, um dia após o ministro Paulo Guedes ter descartado a investida. Marcelo Guaranys, secretário-executivo do Ministério da Economia Alexandro Martello (Portal G1) Ao participar de debate promovido pelos jornais O Globo e Valor Econômico, ele disse que a pandemia de coronavírus impôs uma parada no ritmo de reformas, mas destacou que essa agenda está sendo retomada conforme a economia dá sinais de recuperação em V. "Precisamos melhorar a rede de proteção social, por isso estamos discutindo junto da reforma fiscal, do Pacto Federativo, quanto mais recursos podemos dar para nosso programa de proteção, que é hoje Bolsa Família integrando com Renda Cidadã", disse. "E, com a reforma tributária, (estamos) trabalhando para que a gente possa ter uma desoneração da folha e empregar cada vez mais gente. Vimos muita gente desempregada", completou. Na véspera, Guedes afirmou que o imposto digital está morto, uma hora após ter defendido sua necessidade para bancar a desoneração da folha de pagamento das empresas - e alertou que, sem os recursos desse tributo, não pode levar adiante uma proposta de fazer uma ampla desoneração da folha de pagamentos de empresas. A criação de um imposto sobre transações, nos moldes da extinta CMPF, estava nos planos de Guedes desde a campanha presidencial como alternativa para diminuir o custo da contratação formal no Brasil. "Do meu ponto de vista o imposto está morto, não tem imposto nenhum, não tem desoneração, não tem como fazer", afirmou o ministro na quinta-feira. Guedes diz que, sem imposto, não há como manter desoneração da folha Assista as últimas notícias de economia

Estudo preliminar do Ibre-FGV estima que pessoas em idade produtiva que o país perdeu para a Covid-19 teriam tido a capacidade de gerar mais R$ 36 bilhões ao longo de sua vida, se tivessem sobrevivido. Cemitério Vila Formosa, em meio ao surto de coronavírus (Covid-19), em São Paulo. Foto tirada por um drone em julho Amanda Perobelli/Reuters Os quase 160 mil mortos até agora pela Covid-19 no Brasil eram filhos, pais, mães e avós. Mas também eram professores, médicos, enfermeiros, engenheiros, prestadores de serviços ou aposentados pensionistas, por exemplo - em outras palavras, pessoas que que contribuíam para o sustento de suas famílias e para movimentar a economia do país. Um levantamento preliminar recém-publicado pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre, da FGV) traça hipóteses para esmiuçar justamente o quanto o Brasil perdeu — e deixou de ganhar — com as vidas que estão se esvaindo na pandemia. As 63,2 mil pessoas entre 20 e 69 anos (ou seja, em idade produtiva) que haviam morrido de covid-19 até 6 de outubro tinham rendimentos mensais estimados em R$ 108,6 milhões. Por ano, elas geravam em renda estimados R$ 1,3 bilhão. Soma-se a isso o quanto provavelmente ganhavam do Estado, em média, as 72,3 mil pessoas com mais de 70 anos que morreram até 6 de outubro. Considerando a aposentadoria média de R$ 1,8 mil, elas recebiam por mês, juntas, estimados R$ 138,3 milhões. Em um ano, isso equivale a R$ 1,7 bilhão. Os pesquisadores Claudio Considera e Marcel Balassiano fizeram as estimativas cruzando dados do Portal da Transparência do Registro Civil, que traz informações sobre as pessoas mortas na pandemia, com a Pesquisa Nacional Por Amostras de Domicílios Contínua (Pnad Contínua, de 2018, do IBGE), que traça um panorama de nível de educação e renda da população brasileira. "Essa tragédia já alcança todos nós social ou individualmente. Esse é seu lado humano", escrevem os pesquisadores no estudo. "Mas há outro lado: essas pessoas vitimadas tinham um certo conhecimento, certas habilidades adquiridas ao longo da vida, que utilizando e transmitindo para os colegas poderiam, por muito tempo ainda, contribuir para gerar renda para si, para eventuais dependentes e, portanto, para o país. Eles farão falta." Considera e Balassiano estimaram, também, o quanto as pessoas em idade produtiva ainda poderiam, em teoria, gerar de renda para o país, levando-se em conta a expectativa de vida nacional. Calcularam que as pessoas entre 20 e 69 anos poderiam ter tido a chance de gerar, juntas, mais R$ 36,1 bilhões ao longo de sua vida, caso elas tivessem sobrevivido à pandemia. "O presidente fala que todo mundo vai morrer mais cedo ou mais tarde (em referência à fala, de Jair Bolsonaro, de que "a morte é o destino de todo mundo", ao comentar os mortos pela pandemia em mais de uma ocasião). Isso é uma besteira", afirma Claudio Considera à BBC News Brasil. "Ele ignora um aspecto, que é essa perda de habilidades que de certa forma é irreparável. Para o país, cada morte é uma perda de capital e de capacidade de gerar renda. Se uma máquina deixa de produzir, você pode rapidamente colocar outra no lugar, ela não tem que aprender nada. Uma vida não tem substituição imediata, e talvez não tenha mesmo (nunca)." O custo das tragédias sociais ao Brasil e ao mundo Esse conhecimento e essas habilidades intangíveis que as pessoas acumulam ao longo de sua vida profissional são chamados por economistas de capital humano. E uma de suas principais variáveis é a educação, tanto a formal (anos de estudo) quanto a prática (ou seja, a experiência adquirida durante o trabalho), que impactam enormemente a capacidade produtiva — por isso que o Brasil, com seu histórico de problemas na educação, é considerado globalmente como um país de nível mediano em acumulação de capital humano. E isso nos prejudica tanto no âmbito individual quanto nacional. "O capital humano permite às pessoas ter ciência de seu potencial como membros produtivos da sociedade", afirma o Banco Mundial, instituição que mede anualmente o capital humano médio dos países. "Mais capital humano está associado a renda mais alta às pessoas, mais ganhos para os países e uma coesão mais forte da sociedade. É uma força central no crescimento sustentável e na redução da pobreza." Para os pesquisadores do Ibre, o mesmo raciocínio da perda de capital humano decorrente da pandemia poderia ser aplicado (e calculado) para outras mortes potencialmente evitáveis, resultado de outras tragédias brasileiras — como os altíssimos índices de homicídios e as mortes decorrentes de acidentes de trânsito do país. Só no ano passado, o Brasil teve 47.773 mortes violentas intencionais, segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública, divulgado neste mês de outubro. As mortes no trânsito, embora em queda, foram 30.371 no ano passado. Esses dois números, juntos, equivalem a quase um Maracanã lotado de pessoas mortas a cada ano. Em 2016, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) calculou que os homicídios de jovens custava ao Brasil R$ 150 bilhões por ano. "Cada vida é única, e óbvio que isso é muito mais importante do que a questão econômica", afirma o pesquisador Marcel Balassiano à BBC News Brasil. "(Mas) todas as tragédias que ocorrem sempre têm uma perda de capital humano com impacto econômico no curto prazo e para o resto da vida — de o quanto essas pessoas poderiam produzir." A mesma lógica vale para outros países que perderam capital humano, seja na pandemia ou em guerras e eventos trágicos. Considera cita, por exemplo, os 6 milhões de mortos no Holocausto. "Pense em quantos eventuais prêmios Nobel estariam ali, quantas pessoas que poderiam ter contribuído para o bem da humanidade, ou na Primeira e na Segunda Guerras Mundiais. São perdas também do ponto de vista econômico." Brasil tem 159.038 mortos por Covid-19, aponta consórcio de veículos Fragilidade da mão de obra Considera e Balassiano fazem a ressalva de que, na atual crise econômica do Brasil, muitas das vítimas fatais do coronavírus talvez estivessem entre os mais de 65 milhões de brasileiros que, segundo dados de 2019, já viviam em situação vulnerável no mercado de trabalho e possivelmente sofreriam precarização profissional ainda mais intensa por causa da pandemia. Muitos talvez estivessem desempregados. Isso não muda, porém, o fato de que suas habilidades e conhecimentos foram precocemente perdidos. Do ponto de vista dos aposentados — que, embora talvez não gerassem mais renda e dependessem do Estado para sustentar a si e a parentes —, os economistas apontam que "algumas das mortes (na pandemia) levarão a pagamento de pensão. (...) Do lado fiscal, se de um lado temos os aposentados que deixarão de pesar no INSS, do outro (haverá) mais pensões em alguns casos. Pesquisas futuras para quantificar esse efeito fiscal ficam como sugestões". Ambos os pesquisadores ressaltam que seu levantamento é preliminar, com o objetivo de, mais do que estabelecer um cálculo definitivo sobre a perda de capital humano na pandemia, "provocar um debate e falar disso mais qualitativamente do que quantitativamente". PIB tem tombo recorde de 9,7% no 2º trimestre e Brasil entra de novo em recessão Um desafio global O problema, claro, é compartilhado pelo restante do mundo, em meio às disrupções socioeconômicas provocadas pelo coronavírus. Em relatório de setembro, o Banco Mundial afirmou que a pandemia "ameaça reverter muitos dos ganhos recentes" na melhoria do capital humano global. Para voltar a promover o acúmulo de capital humano, o Banco sugere que os países não apenas deem apoio às comunidades mais vulneráveis, como voltem seus olhares à educação: desde investir em estímulos cognitivos para as crianças menores (na fase em que seu cérebro está no auge do desenvolvimento) até promover habilidades nas crianças mais velhas e adolescentes. Isso tudo no cenário desafiador da volta às aulas presenciais, ainda sob a ameaça do contágio pelo coronavírus, que demanda conciliar os esforços da educação à distância com "recursos personalizados de ensino e aprendizagem, urgentemente necessários principalmente para compensar (as oportunidades de aprendizado) perdidas pelas crianças em situação de desvantagem". E, mesmo antes da pandemia, a desigualdade social já impedia muitos jovens de atingirem seu pleno potencial de capital humano. Agora, o desafio é ainda maior, diz o relatório do Banco Mundial. "No mundo, uma criança nascida pouco antes da chegada da covid-19 teria como expectativa, em média, alcançar apenas 56% de sua produtividade potencial como trabalhadora futura. (Porque) os abismos em capital humano continuam especialmente profundos em países de baixa renda e os que são afetados pela violência, conflitos armados e fragilidade institucional." Vídeos: veja últimas notícias de economia no Brasil e no mundo

Tereza Cristina afirmou que retirada de taxa para importação do alimento para países fora do Mercosul conteve disparada. Preço do arroz subiu mais de 40% no ano. Base na refeição dos brasileiros, arroz foi um dos alimentos com maior alta no ano Reprodução/TV Diário A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, afirmou nesta quinta-feira (29) que o preço do arroz no país teve uma "ligeira queda" após a decisão do governo de retirar o imposto de importação sobre o insumo agrícola, e previu uma queda ainda maior com a nova safra em janeiro. Entenda por que a inflação dos alimentos disparou no país Tereza deu a resposta ao ser questionada pelo presidente Jair Bolsonaro, durante live nas redes sociais, sobre o motivo de o preço do arroz ter subido bastante. O preço do alimento já subiu mais de 40% no ano. A ministra explicou que o preço esteve "muito baixo" nos últimos anos e o governo chegou a fazer um plano de recuperação do insumo com abertura de mercados, mas então veio a pandemia do novo coronavírus. Segundo a ministra, alguns fatores como o fato de não ter havido entrada do produto do Paraguai, o aumento do consumo durante a pandemia e até o auxílio emergencial influenciaram no preço. "Agora vamos ter a nova safra de arroz chegando em janeiro e aí os preços vão reduzir", disse ela. Veja mais vídeos sobre a alta no preço dos alimentos:

Nesta sexta-feira, Ibovespa caiu 2,72%, a 93.952 pontos – pior fechamento desde 29 de setembro. Bolsa de Valores de São Paulo tem a pior semana desde março A bolsa de valores brasileira, a B3 fechou em forte queda nesta sexta-feira (30), em meio à safra de resultados corporativos no Brasil e renovados temores de nova onda de contágio pela Covid-19 com o avanço de casos na Europa e EUA. O Ibovespa caiu 2,72%, a 93.952 pontos – pior fechamento desde 29 de setembro. Veja mais cotações. No último pregão de outubro, a bolsa retrocedeu 7,39% no acumulado da semana e termina o mês com queda de 0,88%. No ano, o tombo é de 18,91%. O dólar fechou em queda de 0,49%, cotada a R$ 5,7379. O mês de outubro, contudo, registrou alta de 2,13% da moeda. Com novos lockdowns na Europa, mercados financeiros do mundo registraram quedas Cenário Por aqui, seguem as preocupações com a situação fiscal do país e sustentabilidade das contas públicas, além da capacidade do governo de avançar numa agenda de reformas, têm dominando as atenções dos investidores, sendo apontadas como os principais fatores de pressão sobre o real. Mais cedo, o IBGE mostrou que o desemprego bateu recorde em agosto, atingindo 14,4%. Os dados mostraram que também bateu recorde o desalento, e a população ocupada atingiu nova mínima histórica. Dados divulgados nesta sexta mostraram que a economia da zona do euro mostrou uma recuperação forte no 3º trimestre, após tombo histórico entre os meses de abril e junho. O Produto Interno Bruto (PIB) da região registrou uma alta histórica de 12,7% na comparação com o trimestre anterior, acima do esperado pelo mercado. Na comparação com o mesmo período do ano anterior, no entanto, o conjunto das 19 economias que usam a moeda comum europeia ainda aponta queda de 4,3%, mostraram nesta sexta-feira (30) dados preliminares da agência europeia de estatísticas, Eurostat. A Europa, no entanto, está totalmente imersa na segunda onda da pandemia do coronavírus, a ponto de vários países do bloco terem voltado a adotar restrições drásticas, o que afeta as perspectivas para a recuperação econômica. As bolsas europeias encerram a semana e o mês de outubro com perdas intensas. O índice pan-europeu Stoxx Europe 600 oscilou durante a sessão e fechou o dia em alta de 0,18%, a 342,36 pontos. Mas, na semana, caiu 5,56%, a pior desde 12 de junho, e outubro teve queda de 5,19%, pior mês desde março. Nos Estados Unidos, as quedas foram consideráveis. O Dow Jones recuou 0,59%, para 26.501,60 pontos, o S&P 500 perdeu 1,21%, para 3.269,96 pontos, e o Nasdaq teve queda de 2,45%, para 10.911,59 pontos. Variação do ibovespa em 2020 G1 Economia VÍDEOS: Últimas notícias de Economia .
Só no Itaú Unibanco são mais de 2 mil posições na área de tecnologia. As empresas Itaú Unibanco, AeC e Royal Face estão com mais de 2,5 mil vagas de emprego abertas. Veja abaixo os detalhes dos processos seletivos: Veja mais vagas de emprego pelo país Itaú Unibanco O Itaú Unibanco busca novos profissionais para integrar diversas áreas em Tecnologia. São mais de 2 mil posições, que devem ser preenchidas entre este e o próximo ano. Há vagas em todos os níveis (de júnior a especialistas) e de diferentes perfis: cientista de dados, arquitetos de TI, engenheiros de software mobile e web, segurança da informação, entre outros. Os processos seletivos têm ocorrido por videoconferência. É possível se candidatar às vagas pelo site https://www.99jobs.com/itau-unibanco/jobs AeC A AeC, empresa de contact center, está com 400 vagas abertas para a unidade de Governador Valadares (MG). As oportunidades são para atendimento a clientes no setor de varejo. Todas as vagas são para atendentes. As contratações irão até novembro. Para participar da seleção é preciso ter mais de 18 anos e ter concluído o Ensino Médio. Os interessados devem se cadastrar no site https://queroser.aec.com.br. Além de remuneração compatível com o mercado, os contratados terão direito a vale-transporte, plano de saúde e plano odontológico. O trabalho será realizado de forma presencial. Cada funcionário recebe máscaras de proteção individual e kit de higienização. Royal Face A Royal Face, rede de franquias brasileira de clínicas especializadas em estética facial e corporal, oferece mais de 100 vagas nas áreas administrativas, de saúde e comercial das novas unidades que estão sendo inauguradas. As vagas são para 40 cidades de 10 estados das regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste, para os cargos de Recepcionista, Farmacêutica, Biomédica, Enfermeira, Analista e Atendente Comercial, entre outros. Os salários variam de R$ 1.500 a R$ 5 mil. A maioria das vagas exige experiência na área. A escolaridade varia de Ensino Médio para os cargos da área comercial e recepcionista, Ensino Superior para gestor e Pós-Graduação para biomédicos, farmacêuticos e enfermeiros. Os interessados podem buscar mais informações sobre as vagas, as cidades e se inscrever pelo site. Assista a mais notícias de Economia:
Déficit fiscal do setor público foi o maior da história para o mês de setembro e a dívida bateu novo recorde. Resultado é reflexo das despesas extraordinárias com a pandemia. Rombo nas contas públicas é histórico As contas do setor público consolidado registraram déficit primário de R$ 64,559 bilhões em setembro, informou o Banco Central nesta sexta-feira (30). Os números englobam as contas do governo federal, estados, municípios e empresas estatais. Com isso, a dívida bruta do setor público, uma das principais formas de comparação internacional (que não considera os ativos dos países, como as reservas cambiais), superou a marca inédita de 90% do PIB no mês passado (veja detalhes mais abaixo). O déficit primário é registrado quando as receitas de impostos e contribuições do governo são menores que as despesas. A conta não inclui os gastos com o pagamento dos juros da dívida pública. De acordo com o BC, esse foi o pior resultado para setembro desde o início da série histórica da instituição, em 2001. No mesmo período de 2019, o déficit fiscal foi de R$ 20,541 bilhões. O rombo recorde está relacionado ao aumento de despesas diante da pandemia do novo coronavírus e à queda na arrecadação, fruto do tombo na atividade econômica e do adiamento no prazo de pagamento de impostos. O chefe do Departamento de Estatística do Banco Central, Fernando Rocha, informou que o resultado de setembro, apesar de deficitário, representou melhora frente aos meses anteriores. Segundo ele, o rombo fiscal de setembro foi o menor desde março deste ano, primeiro mês da crise do coronavírus. De acordo com Rocha, os estados e municípios registraram superávit de R$ 9,961 bilhões nas contas, em setembro, em razão do auxílio do governo federal para enfrentar a pandemia do novo coronavírus, aprovado pelo Congresso Nacional. No mês passado, disse ele, os estados e municípios receberam R$ 19 bilhões da União. "Aquelas transferências regulares, ordinárias, que dependem de atividade, estão tendo redução. Mas as receitas próprias [dos estados e municípios] estão voltando a ter crescimentos nominais", acrescentou. Dívida do Brasil se aproxima de 100% do PIB e investidor cobra por risco Parcial do ano No acumulado dos nove primeiros meses deste ano, as contas do setor público apresentaram déficit primário de R$ 635,926 bilhões. O resultado também foi o pior já registrado para o período na série histórica do BC. Para este ano, havia uma meta de déficit para o setor público de até R$ 118,9 bilhões. Entretanto, com o decreto de calamidade pública, proposto pelo governo e aprovado pelo Congresso Nacional por conta da pandemia, não será mais necessário atingir esse valor. Em todo ano de 2019, as contas do setor público tiveram um déficit primário de R$ 61,87 bilhões, ou 0,85% do Produto Interno Bruto (PIB). Foi o sexto ano seguido de contas no vermelho, mas também foi o melhor resultado desde 2014, ou seja, em cinco anos. Gastos com juros Quando se incorporam os juros da dívida pública na conta – no conceito conhecido no mercado como resultado nominal, utilizado para comparação internacional – houve déficit de R$ 103,419 bilhões nas contas do setor público em setembro. Em 12 meses até setembro deste ano, o resultado ficou negativo (déficit nominal) em R$ 990,996 bilhões, o equivalente a 13,74% do PIB – valor alto para padrões internacionais e economias emergentes. Esse número é acompanhado pelas agências de classificação de risco para a definição da nota de crédito dos países, indicador levado em consideração por investidores. O resultado nominal das contas do setor público sofre impacto do déficit primário elevado, das atuações do BC no câmbio, e dos juros básicos da economia (Selic) fixados pela instituição para conter a inflação. Atualmente, a Selic está em 2% ao ano, na mínima histórica. Dívida bruta A dívida bruta do setor público brasileiro, indicador que também é acompanhado com atenção pelas agências de classificação de risco, subiu novamente em setembro. Em dezembro do ano passado, a dívida estava em 75,8% do PIB, somando R$ 5,5 trilhões. Em agosto deste ano, já tinha avançado para 88,8% do PIB (R$ 6,38 trilhões) e, em setembro, atingiu o recorde de 90,6% do PIB, o equivalente a R$ 6,53 trilhões, informou o Banco Central. O Ministério da Economia tem estimado que a dívida bruta do setor público pode encerrar este ano em 94% do PIB devido aos gastos para combater a pandemia do novo coronavírus, e pelo tombo esperado na economia.

Moeda norte-americana recuou 0,49% nesta sexta-feira e foi cotada a R$ 5,7379. A moeda norte-americana fechou em queda de 0,49% nesta sexta-feira (30), cotada a R$ 5,7379, em meio às preocupações com a trajetória da dívida pública e com uma nova rodada de lockdowns na Europa afetando as perspectivas para a recuperação da economia global. Na máxima do dia, chegou a R$ 5,8080, maior valor desde meados de maio. Na mínima, foi a R$ 5,7228. Veja mais cotações. Em outubro, a moeda norte-americana fechou com alta de 2,13%. Na semana, o avanço foi de 1,90%. No acumulado do ano, a alta é de 43,10%. Para controlar a disparada do dólar no início desta sexta, o Banco Central anunciou seu segundo leilão de moeda à vista em apenas três dias. Foram vendidos US$ 787 milhões. Neste cenário de instabilidade, a Bovespa registrou o pior fechamento desde 29 de setembro: caiu 2,72%, aos 93.952 pontos. Por que o real é a moeda que mais desvalorizou em 2020 Cena externa e local A proximidade da data da acirrada disputa entre o atual presidente, Donald Trump, e seu adversário democrata, Joe Biden, tem deixado os investidores nervosos, uma vez que o resultado segue nebuloso. Além disso, o evento significa mais um obstáculo para as negociações de novos estímulos fiscais na maior economia do mundo, que provavelmente só serão implementados depois que os norte-americanos forem às urnas. Na Europa, dados divulgados nesta sexta mostraram que a economia da zona do euro mostrou uma recuperação forte no 3º trimestre, após tombo histórico entre os meses de abril e junho. O Produto Interno Bruto (PIB) da região registrou uma alta histórica de 12,7% na comparação com o trimestre anterior, acima do esperado pelo mercado. Na comparação com o mesmo período do ano anterior, no entanto, o conjunto das 19 economias que usam a moeda comum europeia ainda aponta queda de 4,3%, mostraram nesta sexta-feira (30) dados preliminares da agência europeia de estatísticas, Eurostat. A Europa, no entanto, está totalmente imersa na segunda onda da pandemia do coronavírus, a ponto de vários países do bloco terem voltado a adotar restrições drásticas, o que afeta as perspectivas para a recuperação econômica. Colaborando para a volatilidade, vários analistas citaram a aproximação de um fim de semana prolongado, marcado pelo feriado do Dia de Finados na segunda-feira. As negociações no mercado local retornam justamente no dia da eleição presidencial nos Estados Unidos. Na cena doméstica, seguem as preocupações com a situação fiscal do país e sustentabilidade das contas públicas, além da capacidade do governo de avançar numa agenda de reformas, têm dominando as atenções dos investidores, sendo apontadas como os principais fatores de pressão sobre o real. O Banco Central informou nesta sexta que a dívida bruta do setor público, uma das principais formas de comparação internacional (que não considera os ativos dos países, como as reservas cambiais), superou a marca inédita de 90% do PIB em setembro. "A contração da atividade econômica e as medidas tomadas para suavizar o impacto da crise do coronavírus levarão a uma forte piora nos resultados fiscais de 2020, mas é fundamental que não sejam criadas despesas permanentes sem compensações, de modo que o ajuste fiscal gradual retomado de 2021 em diante", avaliou o banco Itaú, em relatório. Já o IBGE divulgou que o desempregou saltou para a taxa recorde de 14,4% no trimestre encerrado em agosto, atingindo 13,8 milhões de brasileiros, com a população ocupada no país encolhendo para o menor patamar já registrado no país. A taxa de juros em mínimas históricas também tem tornado o país menos atrativo para investidores internacionais, em razão do diferencial de juros na comparação com outras economias, reduzindo o fluxo de dólares para aplicações financeiras no país, o que também contribui para um patamar de câmbio mais alto. Variação do dólar em 2020 G1 Assista às últimas notícias de economia

Número de desempregados no país aumenta 1,1 milhão em 3 meses e chega a 13,8 milhões. Em 1 ano, Brasil perdeu 12 milhões de postos de trabalho e viu população ocupada encolher para o menor contingente já registrado pela pesquisa, iniciada em 2012. Desemprego no Brasil bate recorde e chega a 14,4% da população O desemprego no Brasil saltou para uma taxa recorde de 14,4% no trimestre encerrado em agosto. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua Mensal (PNAD Contínua), divulgada nesta sexta-feira (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). É a maior taxa já registrada na série histórica da pesquisa, iniciada em 2012. “Esse aumento da taxa está relacionado ao crescimento do número de pessoas que estavam procurando trabalho. No meio do ano, havia um isolamento maior, com maiores restrições no comércio, e muitas pessoas tinham parado de procurar trabalho por causa desse contexto. Agora, a gente percebe um maior movimento no mercado de trabalho em relação ao trimestre móvel encerrado em maio”, afirmou a analista da pesquisa, Adriana Beringuy. O índice de 14,4% corresponde a um aumento de 1,6 ponto percentual em relação ao trimestre encerrado em maio (12,9%), e de 2,6 pontos percentuais frente ao mesmo intervalo do ano passado. O resultado ficou acima da mediana das expectativas de 28 consultorias e instituições financeiras ouvidas pelo Valor Data, que apontava para uma alta da taxa para 14,2%. Os dados mostram que foram fechados 4,3 milhões de postos de trabalho em apenas 3 meses, levando o total de desempregados a 13,8 milhões de pessoas, um aumento de 8,5% frente ao trimestre anterior. "São cerca de 1,1 milhão de pessoas a mais à procura de emprego frente ao trimestre encerrado em maio ", destacou o IBGE. No mesmo trimestre de 2019, o país tinha 12,6 milhões de desempregados. Desemprego em agosto/2020 Economia G1 Apesar o salto do número de desempregados no país, o recorde da série foi registrado no trimestre encerrado em março de 2017, quando o número de desocupados em busca de um trabalho chegou a 14,1 milhões. Além do desemprego recorde, a pesquisa do IBGE mostra que: O país atingiu o menor número histórico de trabalhadores ocupados O nível de ocupação no mercado de trabalho atingiu o menor patamar histórico Em 12 meses, o país perdeu 12 milhões de postos de trabalho, considerando todas as formas de atuação no mercado de trabalho Das 4,3 milhões de vagas perdidas em 3 meses, metade era de carteira assinada Segmentos de comércio, alojamento e alimentação foram os que mais perderam vagas O número de trabalhadores informais é o menor de toda a série histórica da pesquisa Contingente de trabalhadores domésticos (4,6 milhões de pessoas) também é o menor da série Pnad Covid Na semana passada, o IBGE mostrou que o desemprego diante da pandemia do novo coronavírus bateu recorde em setembro, chegando a uma taxa de 14%, mas trata-se de uma pesquisa com uma outra metodologia e que não é comparável aos dados da Pnad Contínua, que é usada como indicador oficial do desemprego no país. População ocupada cai para nova mínima histórica A população ocupada no Brasil encolheu 5% em 3 meses, recuando para 81,7 milhões, nova mínima histórica da série. O número representa uma redução de 4,3 milhões pessoas em relação ao trimestre encerrado. Já em 12 meses, o país perdeu 12 milhões de postos de trabalho, considerando todas as formas de atuação no mercado de trabalho. Aumentou também a fatia de brasileiros que não está trabalhando. O nível de ocupação (46,8%) atingiu o patamar mais baixo da série histórica, com queda de 2,7 pontos percentuais ante o trimestre anterior (49,5%), quando, pela primeira vez na história da pesquisa menos da metade da população em idade de trabalhar estava ocupada. “O cenário que temos agora é da queda da ocupação em paralelo com o aumento da desocupação. As pessoas continuam sendo dispensadas, mas essa perda da ocupação está sendo acompanhada por uma maior pressão no mercado”, afirma a pesquisadora. Ou seja, o aumento da procura por um emprego acontece em meio a um cenário em que o país continuou eliminando postos de trabalho. A população fora da força de trabalho (79,1 milhões de pessoas) também bateu recorde, com altas de 5,6% (mais 4,2 milhões de pessoas) em relação ao trimestre anterior e de 21,9% (mais 14,2 milhões de pessoas) frente ao mesmo trimestre de 2019. Já a população subutilizada foi estimada em 33,3 milhões de pessoas, também foi recorde, subindo 9,7% (mais 3 milhões de pessoas) frente ao trimestre móvel anterior e 20% (mais 5,6 milhões de pessoas) contra o mesmo trimestre de 2019. A taxa composta de subutilização saltou para 30,6%, ante 27,5% no trimestre encerrado em maio. Desalento também é recorde Apesar do maior número pessoas que passaram a buscar um trabalho, a população desalentada (que desistiu de procurar emprego) somou 5,9 milhões e também renovou recorde, com alta de 8,1% (mais 440 mil pessoas) em relação ao trimestre anterior e de 24,2% (mais 1,1 milhão de pessoas) frente ao mesmo trimestre de 2019. O percentual de desalentados em relação à população na força de trabalho ou desalentada (5,8%) também foi recorde, chegando a 5,8%, contra 5,2% no trimestre anterior e 4,3% 1 ano atrás. Só agropecuária amplia número de postos no trimestre Variação trimestral de vagas, por setor Economia/G1 Dos 10 grupos de atividade analisados, apenas que reúne agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura teve aumento na população ocupada. A alta foi 2,9% no trimestre, o que representa 228 mil pessoas a mais trabalhando no setor. No mesmo período, a população ocupada da indústria caiu 3,9%, perdendo 427 mil trabalhadores, enquanto comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas teve retração de 4,7%, ou menos 754 mil pessoas. Já na Construção, o cenário foi de estabilidade. Perda de postos entre formais e informais Desde o início da pandemia, a redução de emprego foi generalizada e atingiu praticamente todos os setores da economia, mas os números do IBGE mostram que os trabalhadores informais (sem carteira assinada e por conta própria) foram mais impactados. No trimestre encerrado em agosto, porém, houve uma desaceleração na intensidade da queda do emprego informal. País perdeu 12 milhões de postos de trabalho em um ano, segundo o IBGE Economia/G1 A categoria dos empregados no setor privado com carteira de trabalho foi estimada em 29,1 milhões de pessoas, menor nível da série histórica, o que representa uma queda de 6,5% (menos 2 milhões) na comparação com o trimestre encerrado em maio e de 12% (menos 4 milhões de pessoas) ante o mesmo trimestre de 2019. Já o número de empregados sem carteira assinada (8,8 milhões de pessoas) caiu 5% (menos 463 mil pessoas) em relação ao trimestre móvel anterior, mas saltou 25,8% (menos 3 milhões) em 12 meses. Na mesma direção, o número de trabalhadores por conta própria somou 21,5 milhões de pessoas, o que representa uma queda de 4% (menos 894 mil) frente ao trimestre anterior e um avanço de 11,4% (menos 2,8 milhões) ante o mesmo período de 2019. A taxa de informalidade no trimestre encerrado em agosto foi de 38%, ante 37,6% no trimestre anterior, o que equivale a 31 milhões de trabalhadores que trabalham por conta própria ou que não têm carteira assinada. Massa salarial cai 5,7% em 12 meses O rendimento médio real habitual ficou em R$ 2.542 no trimestre terminado em agosto, alta de 3,1% frente ao trimestre anterior e de 8,1% em relação ao mesmo trimestre de 2019, influenciada principalmente pela maior redução do contingente de trabalhadores informais no país. Já a massa de rendimento real do trabalho teve redução de 2,2% (menos R$ 4,6 bilhões) em 3 meses e de 5,7% (menos R$ 12,3 bilhões) na comparação anual. País atinge o menor número de contribuintes do INSS O levantamento do IBGE mostrou, também, que o país atingiu o menor número de contribuintes do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). No trimestre terminado em agosto, havia 53,3 milhões de contribuintes no país, cerca de 3 milhões a menos que o registrado no trimestre terminado em maio. Antes, o menor número de contribuintes havia sido registrado no trimestre terminado em maio de 2012, com 54,6 milhões. Perspectivas Integrantes do governo têm afirmado que a pior parte da crise provocada pela pandemia da Covid-19 ficou para trás e que a economia tem dado sinais de recuperação. O mercado de trabalho, no entanto, deve continuar pressionado, e analistas avaliam que a taxa de desemprego deve continuar em trajetória de alta considerando o fim dos programas de auxílio emergencial. O Fundo Monetário Internacional (FMI) prevê que a taxa de desemprego no país feche o ano em 13,4%, e suba ainda mais em 2021, para 14,1%. Na quinta-feira (29), o Ministério da Economia divulgou que a economia brasileira criou 313.564 empregos com carteira assinada em setembro. No acumulado nos 9 primeiros meses do ano, no entanto, foram fechados 558.597 postos formais no país. Desemprego no Brasil vai saltar para 14,1% em 2021, prevê FMI Vídeos: veja últimas notícias de economia .
Índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, caiu 1,63%, mas acumulou alta de 2,4% em outubro. Na Europa, mercado recua em dia volátil e caminha para pior semana desde março. O mercado acionário da China fechou em baixa nesta sexta-feira (30), pressionado por empresas de alimentos e bebidas após crescimento mais lento dos lucros no terceiro trimestre, embora os índices tenham registrado ganhos mensais com a força dos papéis de consumo discricionário e de bancos. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, caiu 1,63%, enquanto o índice de Xangai teve queda de 1,47%. No mês, o CSI300 subiu 2,4%, enquanto o SSEC ganhou 0,2%. O índice de start-ups ChiNext recuou 1,6%, enquanto o STAR50 caiu 1,3% nesta sexta-feira. Em outubro, o primeiro subiu 3,2% e o segundo perdeu 1,8%. O índice CSI SWS de alimentos e bebidas recuou 3,8% na sexta-feira. No mês, o índice de consumo discricionário do CSI300 liderou os ganhos ao avançar 11%, enquanto o setor bancário saltou 5,7%. Na Europa, o mercado acionário europeu recuava nesta sexta-feira em um dia de volatilidade, com a nova rodada de lockdowns por conta do aumento de casos de coronavírus afetando as perspectivas para a recuperação econômica. O índice FTSEEurofirst 300 caía 0,27%, a 1.320 pontos, enquanto o índice pan-europeu STOXX 600 perdia 0,2%, a 341 pontos, a caminho de perdas semanais de mais de 6% no que pode ser a maior queda desde que o índice despencou 18% em meados de março. Veja as cotações de fechamento as bolsas da Ásia: Em TÓQUIO, o índice Nikkei recuou 1,52%, a 22.977 pontos. Em HONG KONG, o índice HANG SENG caiu 1,95%, a 24.107 pontos. Em XANGAI, o índice SSEC perdeu 1,47%, a 3.224 pontos. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em XANGAI e SHENZHEN, retrocedeu 1,63%, a 4.695 pontos. Em SEUL, o índice KOSPI teve desvalorização de 2,56%, a 2.267 pontos. Em TAIWAN, o índice TAIEX registrou baixa de 0,92%, a 12.546 pontos. Em CINGAPURA, o índice STRAITS TIMES desvalorizou-se 1,10%, a 2.423 pontos. Em SYDNEY o índice S&P/ASX 200 recuou 0,55%, a 5.927 pontos. Vídeos: veja últimas notícias de economia no Brasil e no mundo

O lote residual se destina a 273.545 contribuintes, totalizando R$ 560 milhões. selo IR 2020 Arte/G1 A Receita Federal deposita nesta sexta-feira (30) o dinheiro do lote residual de restituição do Imposto de Renda 2020 do mês de outubro. O lote residual será para 273.545 contribuintes, totalizando R$ 560 milhões. Prazo para entrega terminou em julho; veja o que fazer se você não declarou Receita Federal enviará cartas a 334 mil contribuintes que estão na malha fina As consultas podem ser feitas por meio da página da Receita na internet ou pelo telefone 146. Também é possível checar se há inconsistências na declaração e fazer a regularização pelo portal e-CAC, menu Meu Imposto de Renda. A Receita informa que, caso a restituição tenha sido liberada, mas o valor não for creditado, o contribuinte pode ligar para a Central de Atendimento por meio do telefone 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos) para agendar o crédito em conta corrente ou poupança, em seu nome, em qualquer banco. Consultas Ao realizar a consulta do Imposto de Renda 2020, o contribuinte será informado: que foi contemplado e que receberá os valores; ou que a declaração está na "fila de restituição", ou seja, que está tudo correto (apenas aguardando a liberação dos valores nos próximos meses), ou que está "em processamento", ou na "fila de espera" do órgão. Quando a declaração está "em processamento" ou na "fila de espera", pode ser que haja alguma inconsistência de informações, e o contribuinte pode revisá-la para ter certeza, mas isso ainda não é certo. VÍDEOS: Últimas notícias de Economia

Economias europeia recuperam parte das perdas da pandemia, mas novas medidas de restrição no continente elevam temores de nova parada da atividade econômica. PIB da Zona do Euro teve alta recorde de 12,7% no terceiro trimestre A economia da zona do euro mostrou uma recuperação forte no 3º trimestre, após tombo histórico entre os meses de abril e junho. O Produto Interno Bruto (PIB) da região registrou uma alta histórica de 12,7% na comparação com o trimestre anterior. Na comparação com o mesmo período do ano anterior, no entanto, o conjunto das 19 economias que usam a moeda comum europeia ainda aponta queda de 4,3%, mostraram nesta sexta-feira (30) dados preliminares da agência europeia de estatísticas, Eurostat. O resultado veio acima da expectativa de economistas consultados pelo “Wall Street Journal”, segundo a Reuters, que esperavam um recuperação de 9,4%. O dado também mostra uma recuperação superior à registrada pelos Estados Unidos no mesmo período - pela métrica não anualizada, a economia norte-americana teve expansão de 7,4% de julho a setembro. No 2º trimestre, a zona do euro havia registrado uma retração de 11,8% em meio aos impactos da pandemia. A contração entre abril e junho, período em que as restrições devido ao coronavírus estavam em vigor em todo o continente, foi a mais forte desde que a série histórica começou em 1995. Nos três primeiros meses do ano, a economia já havia contraído 3,7% na base trimestral. Veja gráfico: Evolução do PIB da zona do euro Economia G1 No conjunto dos 27 países da União Europeia, o PIB cresceu 12,1% no terceiro trimestre perante os três meses anteriores, mas caiu 3,9% na comparação com o mesmo período do ano passado. Ainda não recuperou perdas Ainda de acordo com a Eurostat, as altas registradas tanto no PIB da zona do euro quanto da União Europeia não foram suficientes para recuperar as fortes perdas do trimestre anterior. Segundo os dados oficiais, tanto para a zona euro quanto para a UE, trata-se das "altas mais marcadas" do PIB desde o início da série histórica, em 1995. Apesar do bom resultado, os países eliminaram apenas parte das perdas provocadas pela pandemia. A Europa está totalmente imersa na segunda onda da pandemia do coronavírus, a ponto de vários países do bloco terem voltado a adotar restrições drásticas. Inflação e desemprego Segundo o Eurostat, a inflação da zona do euro no mês de outubro voltou a fechar no vermelho, a -0,3%, pelo terceiro mês consecutivo, e a taxa de desemprego se manteve estável, em 8,3%. Destaques de recuperação Segundo a Eurostat, os maiores avanços no 3º trimestre foram registrados pela França (18,2%), Espanha (16,7%) e Itália (16,1%). Na Alemanha, que havia caído menos no segundo trimestre, o crescimento foi de 8,2%. PIB dos países europeus Economia G1 Uma nova onda de contágios da Covid-19 na Europa tem elevado temores de uma nova parada da economia. Com casos de Covid-19 crescendo pela Europa, a França decidiu exigir que pessoas fiquem em suas casas exceto para atividades essenciais a partir desta sexta-feira, enquanto a Alemanha vai fechar bares, restaurantes e teatros de 2 de novembro até o final do mês. Angela Merkel defende novo lockdown nacional para tentar frear 2ª onda na Alemanha Vídeos: veja últimas notícias de economia no Brasil e no mundo n