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Quem não entregar a declaração do IR 2022 dentro do prazo está sujeito ao pagamento de multa mínima de R$ 165,74, podendo chegar a 20% do imposto devido. Imposto de Renda 2022 Arte g1 Faltam duas semanas para o fim do prazo para declaração do Imposto de Renda 2022 – e quase 12 milhões de contribuintes ainda estão em dívida com a Receita Federal. Quem ainda não declarou deve acelerar a separação dos documentos e solucionar as últimas dúvidas para não perder a data. A expectativa da Receita Federal é de receber 34,1 milhões de declarações até 31 de maio. LEIA MAIS SAIBA TUDO SOBRE O IMPOSTO DE RENDA Imposto de Renda 2022: o que acontece se eu não declarar? Imposto de Renda 2022: o que guardar depois da declaração? Caso o prazo fique ainda mais apertado, especialistas recomendam enviar a declaração incompleta e fazer as correções depois. A retificação fica disponível no campo "Declaração Retificadora" na ficha de "Identificação do Contribuinte". "Será necessário o número do recibo encontrado na declaração original enviada", afirmou Fabiana Silva, advogada Tributária da MAG Seguros. Multa para quem não declarar no prazo De acordo com a Confirp Consultoria Contábil, quem não entregar a declaração dentro do prazo está sujeito ao pagamento de: Multa de 1% ao mês de atraso, calculado sobre o valor do imposto devido na declaração, limitada a 20%; Multa mínima de R$ 165,74 (apenas para quem estava "obrigado a declarar", mesmo sem imposto a pagar). Se eu não declarar, o que pode acontecer? Modelo não pode ser alterado Mas é preciso cuidado para um detalhe: depois do final do prazo de entrega, o contribuinte não pode mais alterar o modelo de declaração – simples ou completa. A declaração no modelo completo é mais indicada para quem tem muitas deduções a incluir, como dependentes e gastos com saúde. Já a simples é mais vantajosa para os contribuintes que não têm essas deduções. Veja abaixo a lista dos principais documentos necessários: Renda Informes de rendimentos de instituições financeiras, inclusive corretora de valores; Informes de rendimentos de salários, pró labore, distribuição de lucros, aposentadoria, pensões, etc.; Informes de rendimentos de aluguéis de bens móveis e imóveis recebidos de jurídicas etc.; Informações e documentos de outras rendas percebidas no exercício de 2021, tais como doações, heranças, dentre outras; Livro Caixa e DARFs de Carnê-Leão; Informes de rendimentos de participações de programas fiscais (Nota Fiscal Paulista, Nota Fiscal Paulistana, dentre outros). Bens e direitos Documentos que comprovem a compra e venda de bens e direitos ocorridas em 2021; cópia da matrícula do imóvel e/ou escritura de compra e venda; boleto do IPTU; documentos que comprovem a posição acionária de cada empresa, se houver. Dívidas e ônus Informações e documentos de dívida e ônus contraídos e/ou pagos em 2021. Rendas variáveis Controle de compra e venda de ações, inclusive com a apuração mensal de imposto (indispensável para o cálculo do Imposto de Renda sobre Renda Variável); DARFs de Renda Variável; Informes de rendimento auferido em renda variável. Pagamentos e deduções efetuadas Recibos de pagamentos de plano de saúde (com CNPJ da empresa emissora); Despesas médicas e odontológicas em geral (com CNPJ da empresa emissora); Comprovantes de despesas com educação (com CNPJ da empresa emissora, com a indicação do aluno); Comprovante de pagamento de previdência social e privada (com CNPJ da empresa emissora); Recibos de doações efetuadas; Recibos de empregada doméstica (apenas uma), contendo número NIT; Recibos de pagamentos efetuados a prestadores de serviços. Informações gerais Nome, CPF, grau de parentesco e data de nascimento dos dependentes; Endereços atualizados; Cópia completa da última Declaração de Imposto de Renda Pessoas Física entregue; Dados da conta para restituição ou débitos das cotas de imposto apurado, caso haja; Atividade profissional exercida atualmente. Além disso, existe a necessidade de o contribuinte incluir informações complementares sobre alguns tipos de bens, tais como imóveis, veículos, aeronaves e embarcações. Além de conta corrente e aplicações financeiras. Veja quais são essas informações: Imóveis: data de aquisição, área do imóvel, Inscrição municipal (IPTU), registro de inscrição no órgão público e registro no cartório de Imóveis; Veículo, aeronaves e embarcações: número do Renavam e/ou registro no correspondente órgão fiscalizador; Contas correntes e aplicações financeiras: CNPJ da instituição financeira.
Avanço de 0,3% representa uma estabilidade frente ao 4º trimestre, quando a economia dos 19 países que usam o euro também avançou 0,3%. Emprego aumentou, mostrando que região continuou a crescer em 2022 apesar da guerra na Ucrânia. O PIB (Produto Interno Bruto) da zona do euro cresceu 0,3% no primeiro trimestre de 2022, em comparação ao trimestre anterior, segundo dados revisados divulgados nesta terça-feira (17) pelo Eurostat, o escritório de estatísticas da União Europeia (UE). Na primeira leitura, a alta tinha sido estimada em 0,2%. O resultado revisado representa uma estabilidade frente ao 4º trimestre, quando a economia dos 19 países que usam o euro também avançou 0,3%, apesar da invasão russa da Ucrânia, que perturbou as cadeias de abastecimento, atingiu a confiança e aumentou os preços da energia. Em relação ao mesmo período do ano anterior, o crescimento foi de 5,1%. Para a União Europeia como um todo, o PIB cresceu 0,4% no primeiro trimestre deste ano frente ao 4 trimestre, após registrar 0,5% nos últimos três meses de 2021, segundo o Eurostat. Entre as principais economias da zona do euro, Espanha e Alemanha tiveram crescimento de 0,3% e 0,2%, respetivamente, nos três primeiros meses do ano. Enquanto isso, a França experimentou uma estagnação e a Itália, um leve retrocesso (-0,2%). O crescimento do emprego no primeiro trimestre foi de 0,5% na comparação trimestral e de 2,6% sobre o ano anterior, acelerando de 0,4% e 2,1% respectivamente nos três meses anteriores, mostrando que a zona do euro expandiu no ritmo sólido visto no final de 2021 apesar da guerra na Ucrânia. Ucrânia anuncia o fim dos combates em usina de Mariupol

Karla Lopes criou a Lunnare em 2019 como um pequeno negócio de incensos e sprays energéticos, mas sem capital, não conseguia crescer. A chegada do investimento mudou o rumo da empresa. Karla Lopes, criadora da Lunnare Co. Divulgação Foi em um momento difícil, de muita ansiedade e início de uma depressão, que Karla Lopes criou sua marca. Na verdade, naquele momento, em 2019, ela não imaginava que a Lunnare Co. se transformaria, de fato, em uma empresa de autocuidado holístico e que muito cedo atrairia o olhar de Bruna Tavares, influenciadora digital com 3 milhões de seguidores no Instagram e empresária do setor de beleza. A marca começou com um resgate de momentos felizes da infância de Karla, que começou a colher ervas no quintal da avó para produzir incensos e sprays energéticos para uso pessoal. As amigas logo perceberam o potencial e a incentivaram a vender os produtos. “Comecei vendendo online e também participava de feirinhas aqui em Belo Horizonte. Até que a Bruna Tavares conheceu a marca e fez uma compra enorme no site. Depois me mandou mensagem com uma proposta que mudou tudo”, conta Karla. Bruna Tavares é uma das maiores influenciadoras do Brasil e dona de uma marca de maquiagem que leva seu nome e que vende cerca de 500 mil produtos por mês em mais de 6 mil pontos de venda. Bruna Tavares tem uma marca de maquiagens que leva seu nome e vende cerca de 500 mil produtos por mês Divulgação O investimento anjo Ao conhecer os produtos da Karla, Bruna se mostrou encantada e, junto com a empresária Simone Sancho, decidiu se tornar uma investidora anjo. Cada uma comprou 15% da marca e investiu R$ 100 mil e, a partir daí, a história da Lunnare começou a mudar. “Depois que a Bruna e a Simone entraram, a gente profissionalizou a marca e passou a fazer os produtos em fábrica. Ainda é a mesma fórmula, mas eu já não consigo fazer sozinha e agora temos o registro da Anvisa, que é muito importante. A marca continua pequena, mas demos um salto muito grande em 2021”, conta Karla. Simone Sancho é investidora de beleza, fundadora e CEO da Belong Be, uma plataforma de venda de produtos de beleza, criada em parceria com Bruna Tavares, para impulsionar marcas nacionais e independentes do setor. Ela tinha um conhecimento de mercado que validava esse investimento. Segundo Simone, hoje, no Brasil, pequenas marcas crescem mais do que as grandes. Não é de duvidar, portanto, que em pouco tempo, elas ocuparão ainda mais espaço. “Eu trabalhei na Sephora e acompanhei o movimento das marcas independentes nos Estados Unidos. Eu vi essas marcas ocuparem um espaço importante do varejo”, conta Simone. Bruna conta que, desde o início da pandemia já sentia vontade de ajudar alguma empresa, só não sabia como. "Eu realmente fiquei apaixonada pelos produtos da Karla. Escolhemos investir como anjo, porque não queríamos impactar em nada no negócio dela, apenas impulsioná-lo mesmo”, conta Bruna. As investidoras fizeram todo o reposicionamento da marca, mudaram e personalizaram todas as embalagens, ajudaram no registro dos produtos na Anvisa, conectaram Karla com o comercial de grandes marketplaces e direcionaram algumas estratégias sobre produtos. Alguns dos produtos da Lunnare, com as novas embalagens Ju Amaral No acordo que fecharam, as investidoras não recebem nenhuma porcentagem do lucro da empresa. “Eu prefiro que ela reinvista na própria empresa. O que a gente tem é o plano de ter ações da marca a longo prazo, em vez de retirar o dinheiro agora”, explica Bruna. Crescimento e mais investimento Os resultados já puderam ser vistos nos primeiros meses após a chegada de Bruna e Simone na empresa. Nas palavras de Karla, foi um verdadeiro "boom". "A gente conseguiu se posicionar como uma marca de produtos naturais que está entrando em grandes 'players' e está crescendo no mercado", conta a empreendedora. Os grandes 'players' são magazines e marketplaces famosos e de grande alcance, como Amaro, Westwing e Shopee. É nesses espaços, e no site próprio da Lunnare, que são vendidas uma lista grande de produtos que vão de incensos, velas e sais de banhos até sprays energéticos e cristais. “A Karla tinha muito potencial, mas não conseguia crescer. Com o investimento, a Lunnare passou a dobrar o faturamento. Ela foi dobrando a venda por 4 meses consecutivos e depois disso manteve um crescimento consistente de 30%, 40%”, conta Simone. Bruna Tavares e Simone Sancho, as investidoras da Lunnare Arquivo pessoal Para a empresária, esse é um resultado impressionante e ilustra o trabalho de uma empreendedora absolutamente focada. “É isso que eu e Bruna buscamos: investir em uma pessoa que tem garra. Um negócio não é feito só de uma ideia brilhante, mas também de persistência. E a Karla é assim, até hoje ela inventa produto, embala, cria formas de se conectar com os clientes”, diz Simone. E o investimento deu tão certo, que agora o plano é colocar a Lunnare em uma nova rodada de investimentos. “Eu quero investir no site, nas redes sociais e em publicidade pra poder escalar mais a marca e mostrar todo nosso potencial", projeta Karla.

Um dos principais cadastros de restrição ao crédito pode ser consultado gratuitamente. Para limpar o nome do cadastro, umas das opções é renegociar suas dívidas. Veja algumas possibilidades. O uso de cartões de crédito puxou o número de brasileiros endividados. Reprodução Globo News O número de brasileiros endividados bateu novo recorde em abril : 77,7% das famílias brasileiras fecharam o mês com alguma dívida, contra 77,5% em março, segundo levantamento da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Ainda de acordo com a pesquisa, a inadimplência também atingiu nova máxima histórica. A proporção de famílias com dívidas ou contas em atraso passou de 27,8% em março para 28,6% em abril. Em um ano, o salto foi de 4,3 pontos percentuais. Endividamento e inadimplência das famílias batem novo recorde em abril Veja dicas para usar o cartão de crédito sem cair na inadimplência O cenário vivido por brasileiros é de bola de neve, em que uma dívida puxa a outra e os leva a terem seus "nomes sujos" – o que significa ter o Cadastro de Pessoa Física (CPF) inscrito em um banco de dados de restrição ao crédito, como Serasa e SPC. Com o CPF negativado, a pessoa tem dificuldade em conseguir crédito, e com isso, pode não conseguir comprar um produto a prazo, fazer um financiamento de imóvel ou até mesmo obter um cartão de crédito. Antes de ter o CPF negativado, geralmente o consumidor recebe um comunicado da loja ou banco. A empresa também manda aviso de dívida para as entidades de proteção ao crédito (como Serasa, ou SPC Brasil), que enviam uma correspondência ao consumidor, alertando que seu nome será incluído no cadastro de inadimplentes, caso não quite o débito. Comunicados de entidades de proteção ao crédito alertam para débitos. Ely Venâncio/EPTV Algumas pessoas têm dúvidas se já estão num cadastro de inadimplentes com CPF negativado. O Serasa, Boa Vista SCPC e SPC Brasil são três dos principais órgãos de proteção ao crédito no país. Cada um deles possui informações sobre determinadas empresas. Isso quer dizer que, mesmo que você esteja regular em um deles, pode estar negativado em outro. Confira abaixo como checar gratuitamente se está com nome sujo. Para as consultas por site ou aplicativos, é necessário um cadastro prévio. Serasa Pelo site da Serasa; Pelo aplicativo para celular - disponível para download na Google Play e na Apple Store; Por telefone, pelo número 0800 591 1222. Boa Vista SCPC Pelo site do Boa Vista SCPC; Pelo aplicativo para celular - disponível para download na Google Play e na Apple Store. SPC Brasil Pelo site do SPC Brasil; Pelo aplicativo para celular - disponível para download na Google Play e na Apple Store. Como limpar o nome? Com o nome incluído em um cadastro de proteção ao crédito, o consumidor dificilmente conseguirá ter acesso a crédito no mercado. Portanto, uma vez com o nome sujo, é preciso regularizar a situação. A primeira coisa a fazer é checar se a dívida é devida – se foi feito negócio com a empresa que negativou o nome ou se o pagamento, de fato, não foi efetuado. Se a pessoa não fez nenhum contrato de acordo com a empresa que enviou seu CPF para o cadastro de restrição ao crédito, são grandes as chances de que ela tenha sido vítima de uma fraude, ou seja, alguém utilizou seus dados para ter acesso a crédito no mercado. Neste caso, é preciso entrar em contato com a empresa para informar o ocorrido e solicitar a exclusão do cadastro. O consumidor também pode acionar órgãos de defesa ao consumidor, bem como entrar em contato diretamente com a gestora do banco de dados. Ela também pode ingressar com uma ação judicial para pedir a regularização de seu cadastro e cobrar indenização por dano moral. Se a pessoa de fato fez negócio com a empresa responsável pela restrição de seu nome ao crédito, mas não reconhece a dívida por já tê-la pago, terá que comprovar o pagamento do débito. Para isso, deverá entrar em contato com a empresa, comunicar o pagamento e solicitar a exclusão de seu nome. Quando a pessoa reconhece a dívida, no entanto, precisa negociar. Em caso de parcelamento da dívida, a retirada do CPF do cadastro deve ser feito logo após o pagamento da primeira parcela. Renegociação da dívida Um dos caminhos para limpar seu nome é o pagamento da dívida para regularização do débito. O consumidor pode procurar diretamente os estabelecimentos que estão devendo para fazer a negociação. Um outro caminho é utilizar serviços, como o Serasa Limpa Nome, que apresentam opções para quitar suas dívidas com descontos especiais. Essas negociações podem ser feitas pelos canais digitais da Serasa: Pelo site feiraolimpanome.com.br; Pelo aplicativo Serasa, disponível para download no Google Play e App Store ; Pelo telefone 0800 591 1222 ; Pelo WhatsApp 11 99575-2096. Tenda do Feirão Limpa Nome da Serasa, no Largo da Batata, Zona Oeste da cidade de São Paulo. GloboNews/Reprodução Órgãos como o Febraban (Federação Brasileira de Bancos) e Procons de todo o país costumam realizar feirões - inclusive online - com o intuito de promover a negociação dos consumidores com instituições. O Procon-SP, inclusive, mantém o Programa de Apoio ao Superendividado (PAS - clique aqui para ver como recorrer ao serviço) com o Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ-SP), que tem como objetivo auxiliar os consumidores superendividados, orientando e promovendo a renegociação de dívidas com os seus credores. Prescrição da dívida Outra hipótese para a exclusão do nome do cadastro de restrição ao crédito é aguardar o término do prazo para prescrição da dívida, a partir do qual ela não poderá mais ser cobrada. Este prazo varia de acordo com o tipo de dívida. Os prazos de prescrição para as principais dívidas do consumidor pessoa física são de: 3 anos: notas promissórias, letras de câmbio, aluguéis de imóveis, entre outros; 5 anos: Impostos como IPTU, IPVA e Imposto de Renda; multas de trânsito; contas de água, luz e telefone; boletos de condomínio, mensalidade escolar, plano de saúde e consórcio; cartão de crédito. Uma vez prescrita, a dívida não pode mais ser cobrada e, por isso, a pessoa pode solicitar a exclusão de seu nome do cadastro de restrição ao crédito. É bom lembrar, no entanto, que essas dívidas podem ainda ser inscritas nos cartórios de protesto e, no caso de dívidas com órgãos públicos ou governo, na dívida ativa do município, estado ou União.

Mais de 10 mil vagas são oferecidas no setor de comércio e serviços. Processo seletivo será feito das 8h às 17h e ficará no local até sexta-feira (20). Mutirão de emprego no Centro de SP Reprodução/TV Globo Em busca de emprego, candidatos enfrentara a madrugada de frio no Centro de São Paulo na fila do segundo dia de um mutirão de emprego que ocorre no Vale do Anhangabaú desde segunda-feira (16). O mutirão oferece mais de 10 mil vagas na área de comércio e serviços, e ocorre das 8h às 17h até sexta-feira (20). Milhares de pessoas participam de mutirão de emprego no Centro de SP BRUNO ROCHA/ENQUADRAR/ESTADÃO CONTEÚDO É preciso levar o documento de identidade e o currículo. Dentro do espaço, é necessário estar de máscara. Uma estrutura grande foi montada na região, pois a expectativa é a de receber milhares de pessoas interessadas todos os dias. Na segunda, dona Roseli, conseguiu um emprego como auxiliar de limpeza após ficar 12 horas na fila. Ela dormiu no local para ser a primeira atendida. Candidata dorme em fila de mutirão de emprego no Vale do Anhangabaú, no Centro de SP VÍDEOS: Veja mais notícias de São Paulo e região:

Precisa de dinheiro e está sem seu cartão do banco? Veja como usar o PIX para sacar quantias. Os limites para o saque são definidos pelo Banco Central. Sérgio Tavares/G1 O PIX, o sistema de pagamento instantâneo do Banco Central do Brasil, já caiu no gosto dos brasileiros, se tornando uma das principais transações financeiras realizadas no país. Já o uso do PIX Saque – modalidade lançada em novembro do ano passado –, no entanto, ainda tem baixa adesão dos brasileiros. O PIX Saque permite que todos os usuários do PIX realizem um saque em um dos pontos que ofertar o serviço, como caixas eletrônicos – desde que as empresas responsáveis pelas máquinas habilitem a opção. Fez ou recebeu PIX por engano? Veja o que fazer PIX Saque e PIX Troco: mapa mostra onde fazer operações Para ter acesso aos recursos em espécie, basta que, por meio do aplicativo do banco, o cliente faça o pedido de retirada e, em um caixa eletrônico – sem precisar utilizar o cartão –, selecione a opção correspondente e aponte a câmera do celular para o QR code gerado na máquina. Com isso, não é preciso usar o cartão nem ser cliente do banco dono do equipamento em que vai fazer a operação. Os limites são definidos pelo Banco Central, sendo de R$ 500 no período das 6h às 19h59, e de R$ 100 no período das 20h às 5h59. São oito operações gratuitas por mês para as pessoas físicas, incluindo os saques tradicionais. Pix: saiba tudo sobre como funciona Onde encontrar pontos que oferecem o PIX Saque A relação dos postos de atendimento está disponível pelas próprias instituições no formato de Dados Abertos. Os usuários podem ainda encontrar onde as modalidades estão disponíveis por meio de um mapa, desenvolvido em parceria pela Associação Brasileira de Fintechs (ABFintechs) e a Pay Ventures. A ferramenta é gratuita e está disponível para quem quiser utilizá-la, com atualizações de duas em duas horas dos caixas eletrônicos e estabelecimentos comerciais e horário de funcionamento. Basta entrar no site mapapix.com.br, indicar sua localização e o mapa irá indicar os estabelecimentos nas proximidades que oferecem o saque de valores por meio do PIX. PIX Saque e PIX Troco: mapa mostra onde fazer operações

Veja também onde obter mais informações sobre o benefício, como saldo e pagamento de parcelas. Parcela de maio do Auxílio Brasil começa a ser paga na quarta (18). Marcello Casal Jr/Agência Brasil Os beneficiários do Auxílio Brasil com o final do Número de Inscrição Social (NIS) 1 receberão o benefício na quarta-feira (18), dando início aos pagamentos das parcelas referentes ao mês de maio. Confira abaixo o calendário de pagamentos da parcela: O benefício é destinado a famílias em situação de extrema pobreza. Famílias em situação de pobreza também podem receber, desde que tenham, entre seus membros, gestantes ou pessoas com menos de 21 anos. NIS: o que é e como consultar o número Auxílio Brasil X Bolsa Família: veja comparação Perguntas e respostas sobre o programa TUDO SOBRE O AUXÍLIO BRASIL As famílias em situação de extrema pobreza são aquelas que possuem renda familiar mensal per capita de até R$ 105. As em situação de pobreza têm renda familiar mensal per capita entre R$ 105,01 e R$ 210. Em abril, 18,06 milhões de famílias foram atendidas pelo programa, totalizando recursos de R$ 7,4 bilhões. No último dia 4, o Senado aprovou medida provisória (MP) que torna permanente o valor mínimo de R$ 400 para o Auxílio Brasil. Câmara aprova valor mínimo de R$ 400 no Auxílio Brasil Quem recebe Há três possibilidades para recebimento do Auxílio Brasil: Se já tinha o Bolsa Família: Auxílio Brasil será pago automaticamente Se está no CadÚnico, mas não recebia o Bolsa Família: vai para a lista de reserva Se não está no CadÚnico: é preciso buscar um Cras para registro, sem garantia de receber Clique aqui e veja como se inscrever no CadÚnico Como obter informações Por telefone O beneficiário pode ligar no telefone 121, do Ministério da Cidadania, para saber se tem direito ao Auxílio Brasil e o valor que será pago. Também é possível obter informações sobre o benefício na Central de atendimento da Caixa, pelo telefone 111. Por aplicativos No aplicativo Auxílio Brasil (disponível para download gratuitamente para Android e iOS), é possível fazer o login utilizando a senha do Caixa Tem. Caso não tenha, basta efetuar um cadastro. No aplicativo Caixa Tem poderão ser consultadas informações sobre o benefício, como saldo e pagamento de parcelas.

Os interessados nas oportunidades podem entrar em contato com a Seteq através da internet. Carteira de trabalho; emprego; agência do trabalhador José Fernando Ogura/AEN Foram divulgadas as vagas de emprego disponíveis nesta terça-feira (17) em Petrolina, Araripina e Salgueiro no Sertão de Pernambuco. As oportunidades são disponibilizadas pela Agência do Trabalho de Pernambuco e atualizadas no g1 Petrolina. Os interessados nas oportunidades podem entrar em contato com a Seteq através da internet. O atendimento na Agência do Trabalho, em Salgueiro, ocorre apenas com agendamento prévio, feito tanto pelo site da secretaria, quanto pelo Portal Cidadão. Petrolina Contato: (87) 3866 - 6540 Vagas disponíveis Araripina Contato: (87) 3873 - 8381 Vagas Disponíveis Salgueiro Contato: (87) 3871-8467 Vagas Disponíveis Vídeos: mais assistidos do Sertão de PE

Paralisação da principal fabricante do produto em fevereiro impactou toda a cadeia de produção e fornecimento das fórmulas, e deixou pais e mães desesperados com sumiço do produto nos mercados. Prateleiras vazias mostram a falta de fórmulas no Texas REUTERS/Kaylee Greenlee Beal/File Photo O grupo americano Abbott entrou em um acordo com a agência reguladora de medicamentos dos Estados Unidos (FDA, na sigla em inglês), nesta segunda-feira (16), para retomar a produção de leite em pó para bebês e aliviar a escassez do produto. De acordo com um comunicado da farmacêutica, o acordo, formalizado através de um "decreto de consentimento", estabelece passos para retomar a produção na fábrica do Michigan, que foi interrompida devido a um recall. LEIA MAIS: Fórmulas para bebês estão 'sumindo' dos mercados nos EUA; entenda "Uma vez que a FDA confirme que os requisitos iniciais para a retomada da produção foram atendidos, a Abbott poderá reiniciá-la na fábrica [do Michigan] dentro de duas semanas", diz a nota. No entanto, a empresa alertou que, "a partir do momento em que a Abbott retomar a produção na fábrica, levará de seis a oito semanas até que o produto esteja disponível nas prateleiras". Enquanto isso, a Abbott seguirá importando leite para bebês de sua fábrica na Irlanda para tentar limitar a escassez nos Estados Unidos. O país vive uma rara falta de leite em pó para bebês que preocupa milhões de famílias. Inicialmente causada por problemas na cadeia de suprimentos e pela falta de mão de obra provocada pela pandemia, a escassez se agravou em fevereiro com a suspeita de que a fórmula infantil poderia estar relacionada com a morte de dois bebês. O "decreto de consentimento" para retomar a produção no Michigan também precisa ser revisto por um tribunal federal, depois que o Departamento de Justiça apresentou uma queixa nesta segunda-feira. Segundo a pasta, a instalação "não cumpriu os regulamentos projetados para garantir a qualidade e a segurança da fórmula infantil, incluindo a proteção contra o risco de contaminação por bactérias". "As ações que estamos anunciando hoje ajudarão a aumentar, com segurança, o fornecimento de fórmula infantil para as famílias", disse o procurador-geral dos EUA, Merrick Garland, em comunicado.
A crise no PSDB já ameaça a federação partidária com o Cidadania e pode levar o partido a abandonar as negociações com o MDB, apurou o blog nesta segunda-feira (16). A federação partidária consiste na união de dois ou mais partidos para atuarem como se fossem um só. Nesse instituto, as siglas são obrigadas a se manterem unidas, por pelo menos quatro anos, e devem apoiar os mesmos candidatos em nível nacional, estadual e municipal. Entenda a federação partidária Em fevereiro, o Supremo determinou que os partidos têm até o dia 31 de maio para se unirem em federações. No início deste mês, o PSDB e o Cidadania protocolaram no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) o pedido de registro da federação. A federação entre os dois partidos está em fase final de formação. O presidente será o atual dirigente do PSDB, Bruno Araújo, e o vice será Freire. No entanto, nesta terça-feira (17) está marcada uma reunião ampliada da executiva nacional do PSDB — comando do partido e bancadas na Câmara e Senado. O encontro foi marcado por Araújo depois que recebeu uma carta do pré-candidato do PSDB à presidência, João Doria. No documento, Doria subiu o tom e cobrou respeito ao resultado da eleição interna da legenda que o definiu como pré-candidato do PSDB ao Palácio do Planalto. Segundo fontes do partido ouvidas pelo blog, a pauta da reunião será a chancela ou não do partido ao acordo com o MDB e Cidadania, ou se o apelo enviado neste sábado (14) por Doria, irá fazer com que se abandone a busca de uma união entre as legendas. Nesta segunda (16), o presidente do Cidadania, Roberto Freire, postou em uma rede social uma resposta endereçada ao ex-presidente FHC, que defendeu Doria como candidato escolhido em prévias do PSDB. Freire disse que Doria é o candidato do PSDB, mas "poderá ou não" ser o candidato "da unidade". Na prática, nem Freire, nem Araújo querem Doria como candidato. Nesta quarta-feira (18) está prevista a apresentação das pesquisas realizadas pelo PSDB para avaliar qual candidato mais competitivo. Fontes ouvidas pelo blog afirmam que o resultado não é positivo para Doria. VÍDEOS: notícias sobre política
São pessoas que melhoram a produtividade das safras ou cuidam dos animais em granjas e pastagens. De olho no futuro e também mantendo tradições, agronegócio é formado por gente O agronegócio é formado por gente que lida com a aridez do sertão do Nordeste, com a cheia na Amazônia e o vento frio dos pampas gaúchos. São pessoas que melhoram a produtividade das safras ou cuidam dos animais em granjas e pastagens. DE ONDE VEM: maçã, pastel com caldo de cana...série do g1 traz curiosidades de alimentos Em cada propriedade, pequena ou grande, 30 milhões de agricultores movimentam a economia. Geram riquezas e empregos; garantem a receita das exportações brasileiras e produzem energia e comida para as cidades. Agro é gente que usa tecnologia, tem o olhar no futuro, mas também sabe cultivar as tradições. Agro é gente. Agro é Tech! Agro é pop! Agro é tudo! Vídeos: Agro: A indústria-riqueza do Brasil

Varejistas de eletrodomésticos e móveis têm sofrido com inflação e alta de juros. A rede de varejo Magazine Luiza registrou prejuízo líquido ajustado de R$ 99 milhões no primeiro trimestre, revertendo resultado positivo de um ano antes, em meio a uma fraca performance das lojas físicas do grupo. A empresa apurou queda de vendas mesmas lojas no varejo físico de 2,8% no primeiro trimestre, enquanto as vendas do marketplace e de suas operações de comércio eletrônico tiveram alta de 16%. Magazine Luiza Divulgação O resultado veio depois que a rival Via, dona das Casas Bahia e Ponto, divulgou crescimento de vendas mesmas lojas de 0,3% para o primeiro trimestre. Os varejistas de eletrodomésticos e móveis, foco da rede de lojas físicas do Magazine Luiza, têm sofrido com inflação e alta de juros, que reduzem a capacidade dos clientes em fazer compras mesmo parceladas. "Otimizamos as despesas variáveis e fizemos ajustes na operação para estarmos mais adaptados ao tamanho do mercado atual, que tem sofrido o impacto do cenário macroeconômico adverso", afirmou a companhia. O Magazine Luiza teve lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado de R$ 434 milhões no trimestre, alta de 1,7% sobre um ano antes. A margem encolheu de 5,2% para 5%. "Em março, a margem Ebitda ajustada já alcançou 6,1%, reflexo dos ajustes realizados com o objetivo de equilibrar vendas e rentabilidade", afirmou o Magazine Luiza, acrescentando que o prejuízo deveu-se a "principalmente pelo aumento das despesas financeiras no período". A companhia apurou vendas totais de R$ 14,12 bilhões de janeiro ao março, 13,2% acima do registrado no primeiro trimestre de 2021. No período, a empresa elevou seu parque de lojas físicas, em parte também usadas como centrais de distribuição para as operações de varejo online, em 167 unidades, para 1.477 pontos. A empresa afirmou que implementou no trimestre medidas para melhora de rentabilidade e que conseguiu reduzir o saldo de estoques em "em mais de 1 bilhão de reais comparado ao fechamento de 2021".

Representante do Ministério de Minas e Energia vê processo 'maduro'. Entidades e sindicatos preveem aumento nas contas de luz. TCU retoma julgamento da privatização na próxima quarta. Representantes do governo, de sindicatos e de entidades do setor de energia discutiram nesta segunda-feira (16) em audiência pública na Comissão de Legislação Participativa da Câmara dos Deputados os efeitos econômicos sociais e econômicos da privatização da Eletrobras. Para o governo, o processo está “maduro”, mas representantes de entidades e sindicatos afirmaram que a privatização provocará aumento de tarifa nas contas de luz. Sede da Eletrobras no Rio de Janeiro Reuters Na próxima quarta (18), o Tribunal de Contas da União (TCU) retomará o julgamento da segunda fase privatização da estatal, que atua nas áreas de geração e transmissão de energia. O processo de privatização da Eletrobras está em análise no TCU desde setembro do ano passado. A pedido da área técnica, o tema foi dividido em duas etapas. A primeira etapa já foi aprovada pelo TCU em fevereiro (vídeo abaixo). Na ocasião, os ministros analisaram o chamado "bônus de outorga" que, após a privatização, a Eletrobras deverá pagar à União pela renovação dos contratos das 22 usinas hidrelétricas da empresa. TCU dá primeiro aval à privatização da Eletrobras O julgamento da segunda fase se iniciou em 20 de abril, mas foi suspenso por 20 dias devido à concessão de vista coletiva (mais tempo para análise do processo pelos ministros). Nessa etapa, o tribunal avalia o modelo de venda proposto pela União, incluindo faixa de valor das ações a serem ofertadas na bolsa de valores. O governo optou por realizar a privatização na forma de uma capitalização, ou seja, a União vai oferecer novas ações da Eletrobras na bolsa de valores e, com isso, deixará de ser a acionista controladora da empresa. Quando o processo for concluído, a estatal se tornará uma empresa sem controlador definido porque, segundo o governo, o poder de voto de cada acionista estará limitado a 10%, independentemente da participação que venha a ter na companhia. “É um processo que, na visão do governo, é um processo maduro porque não é um processo novo (...). Foi enviada a medida provisória 1031 ano passado que, depois de intensos debates, tanto na Câmara, quanto no Senado, terminou aprovando de fato a capitalização da Eletrobras”, disse Anderson Marcio de Oliveira, diretor de Programa da Secretaria Executiva do Ministério de Minas e Energia (MME). Para o diretor do Instituto de Desenvolvimento Estratégico do Setor Elétrico (Ilumina), Gustavo Teixeira, o modelo de privatização, já aprovado pelo Congresso e em análise pelo TCU, vai elevar o preço da energia elétrica no Brasil. “A privatização vai reduzir tarifas? Não, já foi discutido aqui. Existe um impacto bastante grande da descotização, que é a liberalização do preço de um conjunto de usinas da energia de um conjunto de usinas hidrelétricas que hoje estão sob o regime de cotas e são hoje as energias mais baratas do país”, disse Teixeira. Após a privatização, haverá uma mudança gradual no modelo com que a energia produzida pelas usinas da estatal é comercializada - processo chamado de descotização. Hoje, a energia produzida por parte das usinas da estatal é vendida aos consumidores a valores mais baixos que os praticados pelo mercado. Com a privatização e a retirada dessas usinas desse regime, a Eletrobras poderá vender a energia a preço de mercado (mais alto). Segundo o Ministério de Minas e Energia, a transição entre os modelos terá duração de cinco anos e não será realizada "de uma só vez (...), sob pena de pressão tarifária junto aos consumidores". Na avaliação da advogada Elisa Oliveira Alves, a sociedade não participou da tramitação do processo de privatização no Congresso. “A privatização da Eletrobras já tem uma nulidade de origem, que é o início de sua tramitação por uma MP, que acabou por asfixiar qualquer debate público, considerando ainda que essa MP tramitou durante um período de pandemia, as comissões das casas legislativas não estavam instaladas”, argumentou a advogada. O diretor Anderson Marcio de Oliveira, do Ministério de Minas e Energia, argumentou que todos os esclarecimentos foram prestados ao TCU. “Todas as questões aqui levantadas, muitas delas já foram debatidas no TCU, foram prestados os devidos esclarecimentos pelo ministério, pela Eletrobras e pelo BNDES, todos tidos como satisfatoriamente respondidos, razão pela qual o processo teve prosseguimento naquela corte de contas”, afirmou o representante do ministério.

Deixar de levar alguns alimentos pra casa pode afetar a ingestão de nutrientes na dieta diária, por isso a importância das substituições bem pensadas. Alimentos caros: nutricionista dá dicas de como fazer substituições por produtos baratos A alta da inflação que encarece os alimentos está obrigando o consumidor capixaba a fazer escolhas mais duras na hora de fazer a compra do supermercado. Mas deixar de levar alguns alimentos para casa pode afetar a ingestão de nutrientes na dieta diária. Inflação dos alimentos: o que pensam os pré-candidatos à Presidência Salada mais cara: preços da cenoura, tomate e alface dispararam A reportagem foi até um supermercado da Grande Vitória acompanhada de uma nutricionista. A especialista indicou a melhor forma de fazer a opção para alimentos mais baratos sem comprometer a qualidade nutricional. Confira algumas dicas. Alimentos do mesmo grupo A nutricionista Mirian Patrícia Paixão orientou que, especialmente entre os vegetais, uma forma de identificar quais alimentos podem oferecer propriedades similares são o grupo ao qual eles pertencem e, em grande parte dos casos, essa característica pode ser observada pela cor do alimento. "A cenoura pode ser substituída pela abóbora ou pela moranga, por exemplo. Elas têm a mesma cor, são ricas em betacaroteno e tem outros nutrientes similares", falou a profissional. No supermercado em que a reportagem foi feita, o preço do quilo da abóbora estava R$ 1 mais barato que o da cenoura. Outro exemplo de troca que pode ser feita é entre a batata, o inhame e a mandioca, e, neste caso, até mesmo o arroz. "Arroz e polenta também são bastante similares. Ter apenas um deles no prato é o suficiente e ajuda a economizar", explicou. Carne mais barata pode gastar mais A alta no preço das proteínas de origem animal também está levando o capixaba a optar por cortes mais baratos, mas a nutricionista faz um alerta: cortes de carne que são muito duros ou exigem um preparo muito elaborado podem comprometer o orçamento pelo aumento do consumo do gás. Cenoura teve aumento de 178% em 12 meses no Brasil Pixabay A dica da profissional é que o consumidor leve em conta o tempo de cozimento da proteína. Além disso, o consumidor deve ficar atento a cortes que tem um percentual de gordura muito alto em relação à quantidade de carne. "A carne está mais cara, em seguida vem o porco e o frango, por sua vez, é o mais barato, até por termos uma produção avícola considerável no estado. Então uma opção é o peito de frango, que tem baixo teor de gordura em relação a outros cortes e é prático de fazer, assim como o ovo", disse. Frutas da estação A nutricionista orienta que os consumidores não deixem de comer frutas, mas escolham variedades que estão em safra. "Entre os cítricos, por exemplo, pode escolher entre as frutas disponíveis. No momento estamos na temporada da mexerica. Daqui a um tempo será a laranja", falou. Priorizar o que entra no carrinho De acordo com a profissional, em se tratando de escolhas para economizar, a priorização dos alimentos deve acontecer desde o início da compra, colocando no carrinho os itens essenciais, para não cair nas tentações de itens que pode ser dispensáveis. "Arroz e feijão fazem parte da nossa alimentação diária, dão sensação de saciedade e tem nutrientes que precisamos. Então é importante priorizá-los", explicou. VÍDEOS: tudo sobre o Espírito Santo Veja o plantão de últimas notícias do g1 Espírito Santo

No mesmo período do ano passado, companhia apresentou resultado negativo de US$ 13,1 milhões. Logotipo do Nubank na Bolsa de Nova York Divulgação A Nu Holdings, controladora do Nubank, teve lucro líquido ajustado de US$ 10,1 milhões no primeiro trimestre, contra resultado negativo de US$ 13,1 milhões no mesmo período do ano anterior. Nubank prevê pagar R$ 816 milhões a executivos em 2022 O grupo financeiro encerrou março com 59,6 milhões de clientes, sendo que a base no Brasil cresceu 55%, para 57,3 milhões, segundo balanço publicado nesta segunda-feira. A receita do grupo somou US$ 877,2 milhões, um avanço de 226% na comparação com o primeiro trimestre do ano passado. "Esse foi o trimestre mais forte na história do Nu. Alcançamos cerca de 60 milhões de clientes e uma taxa de atividade recorde de 78%", afirmou David Vélez, cofundador e presidente-executivo do banco digital. "Nossa fórmula de geração de receitas ajudou a impulsionar o resultado trimestral, que alcançou o valor recorde de US$ 887 milhões, com baixo custo de aquisição de clientes, aumento da receita por cliente e redução do custo de serviço", acrescentou. O custo médio mensal de atendimento por cliente ativo totalizou 0,7 dólar, queda de 30% na comparação anual. Mas a inadimplência de operações vencidas há mais de 90 dias cresceu 0,70 ponto na base sequencial, para 4,2%. Segundo o banco, a taxa seguiu abaixo dos níveis registrados antes da Covid, da média histórica da companhia e da média do mercado para esta época do ano e subiu em linha com o esperado. Venda de ações Em entrevista concedida para agência Reuters, Vélez afirmou que a maior parte dos investidores do Nubank - presos a um prazo de carência para vender ações - pretende manter os papéis depois do vencimento do prazo do lock-up pós IPO, que está marcado para esta terça-feira (17). Nas últimas semanas, as ações do Nubank tiveram forte queda na bolsa, em meio a receios de que o mercado fosse encharcado com ações do banco após o lock-up, dentro de regras da oferta inicial de ações (IPO), em dezembro. Neste ano, a ação já perdeu mais da metade do valor. "A maior parte dos investidores não tem interesse em vender", disse Vélez à Reuters em entrevista por telefone. O executivo afirmou que, com cerca de R$ 16 bilhões em caixa, o Nubank está pronto para levar adiante seu plano crescimento, inclusive por meio de fusões e aquisições.
A decisão liminar do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça que suspendeu novas regras propostas para o ICMS vai aumentar a carga tributária sobre os combustíveis – e precisa ser derrubada pelo plenário do tribunal. O alerta é do ex-governador do Piauí, Wellington Dias (PT), que coordenou o fórum de governadores e negociou o tema quando estava no cargo. Para o político, a ida do governo Jair Bolsonaro ao Supremo contra a decisão dos estados faz parte de mais uma etapa da guerra política do presidente com os governadores. Segundo o ex-governador, a decisão de Mendonça "pode anular o convênio 16", celebrado pelo Conselho dos Secretários de Fazenda (Comsefaz) para regular o tema. Dias afirma que, com isso, "a lei sobre o ICMS pode acabar aumentando o preço dos combustíveis de muitos estados". "Um estado que hoje cobra R$ 0,75 por litro de gasolina vai elevar o preço para R$1, valor da alíquota fixa em real a partir de julho”, afirma o político. O convênio feito pelos secretários de Fazenda dos Estados definiu, como determinado pela nova legislação, uma alíquota única de R$ 1 de ICMS sobre o preço dos combustíveis – mas permitiu que os governadores concedam descontos. Com esses abatimentos, dizem os governadores, o valor da carga tributária de ICMS ficaria na prática no valor hoje cobrado. O valor de R$ 1 é a maior alíquota do país até então, cobrada pelo Acre. LEIA TAMBÉM: VALDO: Aliados de Bolsonaro avaliam que governo precisa evitar nova alta do diesel VALDO: Privatização da Petrobras é jogada de alto risco e pode virar tiro no pé 'Pergunta para o Adolfo Sachsida', diz Bolsonaro sobre trocar comando da Petrobras Estados vão contestar liminar sobre ICMS do diesel Wellington Dias diz, no entanto, que a decisão liminar do ministro André Mendonça revoga temporariamente a parte do convênio que autoriza os descontos, enquanto mantém válida a alíquota unificada de R$ 1. Assim, segundo o ex-governador, o cenário atual levaria todos os estados e o DF a passarem a adotar a alíquota única de R$ 1 a partir do dia 1º de julho – o que puxa a carga tributária para cima. No recurso ao STF acatado por André Mendonça, a União afirma que os estados burlaram a lei aprovada pelo Congresso que previa a fixação de um ICMS unificado em todo o país e que não permitia os descontos. O governo federal defende uma alíquota única menor que o R$ 1 definido pelo conselho de estados. “Parece que o governo quis aqui apenas mais uma vez jogar o povo contra os governadores. Isso não é razoável. O ICMS não tem a ver propriamente com os combustíveis. Está congelado desde novembro, e os combustíveis seguiram subindo. Aqui tem que ser o fundo de estabilização dos preços para poder baixar o preço dos combustíveis”, defendeu Wellington Dias. Governadores tentam saída Para os governadores, apesar de representar aumento de arrecadação, não é interessante nesse momento elevar a carga tributária em razão do custo político da medida em ano eleitoral. Os gestores locais decidiram, então, recorrer ao STF para tentar derrubar a decisão de André Mendonça. Caso não tenham sucesso, os governadores querem negociar com o Supremo uma nova saída para evitar o aumento do ICMS. O tributo sobre a gasolina está congelado até junho deste ano. Já o do diesel, até o próximo ano. O ex-governador do Piauí defende que o congelamento do ICMS sobre a gasolina também seja prorrogado até o próximo ano. Arrecadação de ICMS sobre petróleo e combustíveis bate recorde: R$ 34,3 bilhões de janeiro a abril

Em comparação com a semana anterior, preço se manteve. Veja os valores pagos ao produtor em diversas cidades do estado. Preço da arroba do boi Reprodução/TV Fronteira Pela segunda semana seguida, o preço médio da arroba do boi gordo se manteve em R$ 256 em Rondônia. Segundo a mais recente cotação semanal divulgada pela Entidade Autárquica de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado (Emater-RO). Na primeira semana de maio, o preço médio da arroba do boi gordo foi R$ 256,06 e na nova pesquisa, o preço médio foi de R$ 259,29. Jaru (RO) e Ouro Preto do Oeste (RO) foram as cidades com o menor valor da cotação, sendo cobrado R$ 241 por arroba. O maior valor da pesquisa foi encontrado em Porto Velho, onde é cobrado R$ 265 por arroba. A cotação da Emater refere-se ao preço médio pago ao produtor rural. Veja, abaixo, os valores em algumas cidades. Veja os preços nas cidades de Rondônia: Cotação do boi gordo à vista em RO LEIA MAIS: Arroba do boi gordo chega ao menor preço em 2022 Veja como fazer a declaração de rebanho Veja outras notícias do Rondônia Rural R

Expectativa inicial, neste ano, era de que fossem colhidos cerca de 33 milhões de sacas. A nova previsão é de safra de 26 milhões de sacas. Café no pé Jonatam Marinho A estimativa para colheita de café em Minas Gerais caiu quase 20% devido a problemas climáticos enfrentados pelos produtores nos últimos meses, como geada, seca e também excesso de chuva em algumas regiões. Segundo a Empresa de Assistência Rural de Minas Gerais (Emater), a expectativa inicial, neste ano, era de que fossem colhidos cerca de 33 milhões de sacas. A nova previsão é de uma safra de 26 milhões de sacas. Entenda como nova portaria do Mapa pretende tirar cafés adulterados dos supermercados em MG O café é um dos principais geradores de renda no estado. O grão é cultivado em mais de 600 dos 853 municípios mineiros, sendo a principal atividade econômica em 340 deles. Cerca de 4 milhões de empregos são gerados em toda a cadeia do setor. Os produtores iniciam a colheita neste mês de maio. O gerente do Departamento Técnico da Emater, Bernardino Cangoussu, explica que a produção é bianual: de dois em dois anos há uma grande safra, que costuma dar fôlego para os produtores. Neste ano, era esperada uma colheita maior, para compensar os produtores, o que não ocorreu. "A gente esperava uma safra muito grande. Com os preços atuais bons, era uma safra de recuperação do produtor (...) Então, o produtor investiu muito para este ano e, com essas questões climáticas, ele acabou tendo uma frustração muito grande. Quer dizer, era uma safra alta para o cafeicultor se recuperar, e veio essa confusão climática que é até difícil de explicar: a gente está falando de seca, geada e chuva num prazo de quatro meses", diz Cangoussu. Grãos de café Daiane Mendonça/Governo/Divulgação Quem está colhendo está tirando menos do que esperava, e os grãos também estão em pior qualidade, devido a essa sequência de problemas. Mas há aqueles que nem estão conseguindo colher neste ano. É o caso do produtor Luiz Fernando Ribeiro, de Areado, no Sul de Minas. Depois que uma geada atingiu a fazenda, ele teve que erradicar metade da lavoura, e o restante está em processo de recuperação. A expectativa era colher 5 mil sacas de café neste mês, e a perda chegou a mais de R$ 6 milhões em faturamento – parte do prejuízo foi coberta pelo seguro. Segundo Luiz Fernando, para os produtores menores, está sendo ainda mais difícil. "A coisa foi feia. Esses pequenininhos, dizimou tudo. Veio a geada, não tinham seguro e esses não voltam mais para a atividade, não. Ficou um negócio de risco na nossa região. Primeiro a gente deitava e dormia, agora a gente deita e pensa. O sentimento é uma coisa inexplicável. É só quem teve, perdeu e gosta da atividade para ter noção do sentimento. É desanimar nunca, né, é ter fé e acreditar que o ano vai ser melhor", afirma. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), de janeiro a dezembro do ano passado, o custo do café para os consumidores subiu 56%. O economista e colunista da CBN, Paulo Pacheco, diz que, com esses problemas, o valor pode crescer ainda mais. "Vai subir. Existe uma pressão de alta. O Brasil é quase 40% do comércio de café do mundo. Então, o que acontece aqui, primordialmente em Minas Gerais, reflete no mundo inteiro. Se Minas Gerais fosse um país, seria o maior produtor mundial de café (...) Então, é o preço internacional do café, que não tem como a gente mexer, versus a oferta, que está menor, e o Brasil é causador disso, dólar e os custos da indústria", explica. Agora, a preocupação é com os próximos dias. A Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais (Faemg) divulgou um alerta de risco de geada entre os dias 17 e 23 de maio. Produtores já estão se mobilizando para mitigar os danos e evitar novos prejuízos. Veja também: Saiba se pode produzir mudas a partir dos grãos secos de café Vídeos mais vistos no g1 Minas:

No acumulado de 12 meses, a inflação apurada as famílias de renda muito baixa chegou a 12,7%. Inflação afeta mais as pessoas de baixa renda em março, diz Ipea Aloisio Mauricio/Fotoarena/Estadão Conteúdo A inflação de abril foi maior para as famílias mais pobres, de acordo com o levantamento do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) divulgado nesta segunda-feira (16). Em abril, o indicador do Ipea mostrou que a inflação para as famílias com renda domiciliar muito baixa foi de 1,06%. No outro extremo, entre as famílias de renda alta, marcou 1%. No acumulado de 12 meses, a inflação apurada para esse grupos familiares chegou a 12,7% e 10,8%, respectivamente. Carrinho esvaziado: g1 mostra a queda do poder de compra de R$ 200 em dois anos QUIZ DA INFLAÇÃO: Alô, dona de casa! Sabe quanto custa o tomate, café e outros itens da cesta básica? No mês passado, a inflação para as faixas de mais baixa renda foi pressionada pelo grupo alimentos e bebidas. Para as faixas mais ricas, o maior impacto veio do grupo transportes. "No caso do segmento de renda muito baixa, o impacto exercido pela alta dos preços dos alimentos no domicílio – especialmente do arroz (2,2%), feijão (7,1%), macarrão (3,5%), batata (18,3%), leite (10,3%), frango (2,4%), ovos (2,2%), pão francês (4,5%) e óleo de soja (8,2%) – fez com que o grupo alimentos e bebidas respondesse por 61% de toda a inflação apurada em abril", destacou o Ipea. Entre a população mais rica, o grupo transporte representou 60% de toda a inflação. O indicador refletiu os reajustes das passagens aéreas (9,5%), do transporte por aplicativo (4,1%), da gasolina (2,5%), do etanol (8,4%) e do diesel (4,5%). "Além dos alimentos e dos medicamentos, as altas dos preços dos serviços pessoais, especialmente os relacionados à recreação, também impactaram positivamente a inflação destas famílias". informou o Ipea.

Inscrições vão até 20 de junho. Do total de vagas, 251 são para cargos efetivos e 195 são para temporários. Confira os detalhes nos sete editais Concursos públicos em Hortolândia têm salários até R$ 16 mil Fabiana Figueiredo/G1 A Prefeitura de Hortolândia (SP) abre nesta segunda-feira (16) 446 vagas para seis concursos públicos um processo seletivo. Os sete editais foram divulgados no Diário Oficial Eletrônico do Município, e os salários vão até R$ 16,2 mil. Confira as áreas abaixo. As inscrições podem ser feitas pelo site da SHDias Consultoria e Assessoria, empresa responsável pela realização dos concursos. As taxas variam de R$ 40 a R$ 72,50, e devem ser pagas até 21 de junho. Do total de vagas abertas, 251 são para os concursos e as 195 restantes são para cargos temporários na Educação. Também há um edital para cadastro de reserva. Há opções para os níveis de escolaridade de ensino fundamental a ensino superior. Abaixo, veja os detalhes de cada edital. Administração - 118 vagas Saúde - 80 vagas Serviços, trânsito e transporte - 19 vagas Cargos de ensino superior - 26 vagas Cadastro de reserva - 4 cargos Processo seletivo temporário - 195 vagas A divulgação dos locais de prova estará disponível a partir de 2 de julho, segundo a prefeitura. Os exames estão previstos para ocorrer entre 31 de julho e 28 de agosto, dependendo do edital. Hortolândia abre inscrições para 446 vagas em concursos públicos; veja àreas Administração - 118 vagas O edital 001/2022 oferece 118 vagas para oito cargos na área administrativa, com salários até R$ 3.649,97. Dessas, há 10 vagas disponíveis para pessoas com deficiência, e a taxa de inscrição é de R$ 55. Agente de políticas sociais (auxiliar de apoio escolar) - 36 vagas, com 4 vagas exclusivas para PCD Agente de gestão (assistente administrativo) - 40 vagas, com 4 vagas exclusivas para PCD Agente de políticas educacionais (educador infanto-juvenil) - 15 vagas, com 1 vaga exclusiva para PCD Agente de políticas sociais (monitor social) - 15 vagas, com uma vaga exclusiva para PCD Agente de gestão (técnico em contabilidade) - 2 vagas Agente de gestão (técnico em informática) - 2 vagas Agente de gestão (técnico em segurança do trabalho) - 1 vaga Saúde - 80 vagas O edital 002/2022 está com 80 vagas disponíveis para 28 cargos para a área de saúde, com salários de até R$ 16.215,36. Dentro delas, há uma vaga disponível para PCDs. A taxa de inscrição varia entre R$ 45 e R$ 72,50, de acordo com o cargo. Agente de Políticas Sociais (agente de saneamento I) - 5 vagas Agente de Políticas Sociais (auxiliar em saúde bucal) - 2 vagas Agente de Políticas Sociais (auxiliar de farmácia) - 5 vagas Agente de políticas sociais (técnico em enfermagem) - 10 vagas, sendo 1 vaga exclusiva para PCD Dentista - 5 vagas Dentista (periodontia) - 1 vaga Dentista (traumatologia / cirurgia buco-maxilo-facial) - 1 vaga Enfermeiro (generalista) - 8 vagas Farmacêutico - 1 vaga Fisioterapeuta - 1 vaga Fonoaudiólogo - 1 vaga Nutricionista - 3 vagas Médico (cardiologista) - 2 vagas Médico (cirurgia cardiovascular) - 1 vaga Médico (clínico geral) - 5 vagas Médico (endocrinologista) - 1 vaga Médico (ginecologista e obstetra) - 5 vagas Médico (infectologista) - 1 vaga Médico (neurologista) - 1 vaga Médico (oftalmologista) - 1 vaga Médico (otorrinolaringologista) - 2 vagas Médico (pediatra) - 4 vagas Médio (psiquiatra) - 5 vagas Médico (saúde da família) - 5 vagas Médico (saúde ocupacional) - 1 vaga Médico (urologista) - 1 vaga Médico (veterinário) - 1 vaga Voltar para o início Serviços, trânsito e transporte - 26 vagas Dois editais abrangem essas áreas. O edital 003/2022 está com 19 vagas abertas para sete cargos da área de serviços, com salários de até R$ 3.056,83. A taxa de inscrição varia entre R$ 40 e R$ 51,75, de acordo com o cargo. Agente de infraestrutura (ajudante geral) - 5 vagas Agente de infraestrutura (carpinteiro) - 1 vaga Agente de infraestrutura (encanador) - 1 vaga Agente de trânsito e transporte (oficial de manutenção e sinalização viária) - 1 vaga Agente de infraestrutura (eletricista) - 1 vaga Agente de infraestrutura (motorista de veículos leves) - 5 vagas Agente de ingraestrutura (motorista de veículos pesados) - 5 vagas O edital 004/2022 oferece sete vagas para cinco cargos, com salários de até R$ 3.649,97. A taxa de inscrição é de R$ 55. Agente de trânsito e transporte (agente de fiscalização de 2º classe) - 1 vaga Agente de trânsito e transporte (assistente de sinalização semafórica) - 1 vaga Agente de infraestrutura (fiscal de obras) - 2 vagas Agente de infraestrutura (técnico em meio ambiente) - 2 vagas Agente de trânsito e transporte (técnico de trânsito e transportes) - 1 vaga Cargos de ensino superior - 26 vagas O edital 005/2022 possui 26 oportunidades abertas para 10 cargos, com salários de R$ 5.686,58. A taxa de inscrição é de R$ 72,50. Analista de sistemas - 1 vaga Analista de trânsito e transporte - 4 vagas Arquiteto - 2 vagas Assistente social - 7 vagas Biólogo - 1 vaga Contador - 1 vagas Economista - 1 vaga Engenheiro eletricista - 1 vaga Jornalista - 1 vaga Psicólogo - 6 vagas Voltar para o início Cadastro de reserva - 4 cargos O edital 006/2022 está com quatro cargos disponíveis para formação de cadastro reserva, com salários de até R$ 5.686.58. A taxa de inscrição é varia entre R$ 40 e R$ 72,50, de acordo com o cargo. Agente de infraestrutura (jardineiro) Engenheiro (segurança do trabalho) Instrutor de prática desportiva Terapeuta ocupacional Processo seletivo temporário - 195 vagas O processo seletivo tem 195 vagas para a área de educação, sendo 18 excusivas para PCDs. Os salários vão até R$ 5.686,58, com taxa de inscrição entre R$ 55 e R$ 72,50, de acordo com o cargo. Agente de políticas sociais (educador infantil) - 80 vagas, sendo 8 exclusivas para PCD Agente de políticas sociais (educador infanto-juvenil) - 40 vagas, sendo 4 exclusivas para PCD Professor de educação básica (educação de jovens e adultos, ensino fundamental ou educação infantil) - 50 vagas, sendo 5 exclusivas para PCD Professor de educação básica (educação artística) - 5 vagas Professor de educação básico (educação especial) - 13 vagas, com 1 vaga exclusiva para PCD Professor de educação básica (educação física) - 5 vagas Professor de educação básica (língua portuguesa) - 2 vagas Serão oferecidos auxílio-alimentação na modalidade de cesta básica, plano de saúde e vale-transporte para os convocados. Os locais de prova serão divulgados no dia 2 de julho e a previsão da realização das provas é no dia 28 de agosto. Voltar para o início VÍDEOS: confira outros destaques da região Veja mais notícias da região no g1 Campinas

Ferrer ingressou na companhia aérea em 2003 e é o atual vice-presidente de operações da empresa aérea. A companhia aérea Gol disse nesta segunda-feira (16) que Paulo Kakinoff, no comando da companhia aérea há cerca de uma década, será substituído por Celso Ferrer no cargo de diretor-presidente a partir de 1º de julho, segundo comunicado ao mercado. Gol e Avianca anunciam acordo para criar holding Grupo Abra Avião da companhia aérea Gol no pátio do Aeroporto Internacional de São Paulo - Cumbica (GRU), em Guarulhos Celso Tavares/G1 Ferrer ingressou na companhia aérea em 2003 e é o atual vice-presidente de operações da Gol, tendo também atuado anteriormente como vice-presidente de planejamento, diz o comunicado. Kakinoff, que ocupava o cargo desde 2012, vai virar membro do conselho de administração da empresa, acrescentou a Gol. Há menos de uma semana, a Gol anunciou negócio com a colombiana Avianca que colocou as duas empresas sob o teto de uma holding chamada Grupo Abra. O acordo deve criar um dos maiores grupos do setor da América Latina.

Pesquisa da Contabilizei, com dados da Receita Federal, mostra ainda que março teve recorde histórico em abertura de micro, pequenas e grandes empresas em um único mês. Mais de 1 milhão de novas empresas foram abertas no 1º trimestre de 2022 Reprodução PEGN Mais de 1 milhão de empresas foram abertas no Brasil no primeiro trimestre deste ano, segundo levantamento do escritório de contabilidade Contabilizei, realizado a partir de dados da Receita Federal. De 1.022.789 milhão de empresas abertas no período, 79% são Microempreendedores Individuais (MEIs). Os outros 21% são micro, pequenas empresas, empresas de grande porte, indústrias e agronegócios. SAIBA MAIS: Por que se tornar um MEI? Conheça os benefícios Confiança dos donos de pequenos negócios volta a crescer, diz estudo Pequenos negócios puxaram geração de empregos formais em fevereiro, diz Sebrae Em março, o número total de empresas abertas cresceu 3,6% em comparação a fevereiro, e 1,7% em comparação a janeiro. Na comparação com o primeiro trimestre de 2021 há uma queda de 4,8% no número de novas empresas, mas na comparação com o 1º trimestre de 2020, há um crescimento de 19%. “É um número que deve ser comemorado, pois mostra a retomada da nossa economia em um momento em que todos os setores estão conseguindo trabalhar no pós pandemia e, principalmente, mostra o grande potencial dos micro e pequenos empreendedores que representam mais da metade das novas empresas geradas, montante que cresce cada vez mais”, destaca Guilherme Soares, vice-presidente da Contabilizei. Há também um recorde histórico de abertura micro e pequenas empresas, empresas de grande porte, indústrias e agronegócios realizadas em um único mês. Em março, foram quase 80 mil novos CNPJs nessas categorias, número nunca alcançado anteriormente. Pelo 10º ano consecutivo, São Paulo é o estado que mais abre empresas no Brasil. Além disso, por pelo menos 10 anos consecutivos, estados do Sul e Sudeste lideram o ranking de abertura de empresas no Brasil. Os estados que mais abriram empresas no primeiro trimestre de 2022 foram: São Paulo: 300 mil Minas Gerais: 107,6 mil Rio de Janeiro: 86 mil Paraná: 69,6 mil Rio Grande do Sul: 59,6 mil Setores Atualmente, são mais de 21 milhões de empresas ativas no Brasil, de acordo com o levantamento. O setor de Serviços representa mais da metade do total de CNPJs abertos no país. Serviços: 60,2% Comércio: 31,2% Indústria: 7% Outros: 1,3% Ao comparar os segmentos que mais cresceram em faturamento médio no ano de 2022 com o período pré-pandemia, os setores de turismo, eventos, engenharia e fotografia apresentaram crescimentos expressivos no 1º trimestre. “Ao analisar os períodos pré e pós pandemia, há um aumento no faturamento médio de vários setores, o que mostra uma recuperação após dois anos de pandemia. São setores que foram diretamente afetados com as restrições de lockdown e que, agora podem atingir patamares de 2019 devido a uma demanda retraída”, afirma Soares.
Prazo vai até 31 de maio, e governo espera receber 34,1 milhões de declarações do IR 2022. Faltando 2 semanas para o fim do prazo, a Receita Federal ainda aguarda quase 12 milhões de declarações do Imposto de Renda 2022. Até as 11h desta segunda-feira (16) foram 22.288.470 documentos entregues – cerca de 65% das 34,1 milhões de declarações esperadas este ano. O prazo para enviar o documento sem multa termina em 31 de maio. Como fazer uma declaração simples? Veja o passo a passo O que você precisa saber para fazer declaração Tire suas dúvidas sobre documentos, nível 'prata ou ouro', PIX, restituição e todas as mudanças na declaração Imposto de Renda 2022 em vídeos SAIBA TUDO SOBRE O IMPOSTO DE RENDA 2022 O programa para fazer a declaração deve ser baixado no site da Receita Federal (clique aqui para acessar). Obrigatoriedade Quem precisa declarar IR? É obrigado a declarar IR em 2022: quem recebeu rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70 em 2021. O valor é o mesmo da declaração do IR do ano passado; contribuintes que receberam rendimentos isentos, não-tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma tenha sido superior a R$ 40 mil no ano passado; quem obteve, em qualquer mês de 2021, ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência do imposto, ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas; quem teve isenção de imposto sobre o ganho de capital na venda de imóveis residenciais, seguido de aquisição de outro imóvel residencial no prazo de 180 dias; quem teve, em 2021, receita bruta em valor superior a R$ 142.798,50 em atividade rural; quem tinha, até 31 de dezembro de 2021, a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 300 mil; quem passou para a condição de residente no Brasil em qualquer mês e se encontrava nessa condição até 31 de dezembro de 2021. Lotes de restituição De acordo com a Receita Federal, serão disponibilizados cinco lotes de restituição neste ano, nos dias: 31 de maio; 30 de junho; 29 de julho; 31 de agosto; e 30 de setembro.

Número de inadimplentes teve crescimento de 5,59% em comparação a abril de 2021. Média das dívidas é de R$ 3.518,84. Moradores negociam as dívidas em mutirão Ana Clara Marinho/TV Globo Quatro em cada 10 brasileiros adultos (38,45%) estavam negativados em abril de 2022 – o equivalente a 61,94 milhões de pessoas. É o que aponta levantamento da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil). O volume de consumidores com contas atrasadas cresceu 5,59% em relação a abril do ano passado. Já na passagem de março para abril, o número de devedores cresceu 0,46%. “O desemprego elevado é, sem sombra de dúvidas, um dos grandes desafios a serem enfrentados pelo país e isso está ligado diretamente ao retorno do crescimento econômico, que ainda não alavancou. A renda da população foi fortemente afetada pela pandemia, e isso, somado ao aumento da inflação, contribui para a piora da inadimplência”, aponta o presidente da CNDL, José César da Costa. Em relação à evolução do número de dívidas no Brasil, o indicador aponta que em abril houve crescimento de 9,89% em relação ao mesmo período de 2021. Já na passagem de março para abril, o número de dívidas apresentou alta de 0,85%. O crescimento do indicador anual se concentrou no aumento de inclusões de devedores com tempo de inadimplência de 91 dias a 1 ano (50,87%). O número de devedores com participação mais expressiva em abril está na faixa etária de 30 a 39 anos (24%), e segue bem distribuída entre os sexos: 50,86% de mulheres e 49,14% de homens. LEIA TAMBÉM: Perseguição por agiotas, 10 cartões de crédito e tremedeira: por dentro de uma reunião de devedores anônimos Dolores: 'Era perseguida por 3 agiotas' Rita: 'Devia a 10 cartões e tremia de abstinência' Pedro: 'Passei três meses sem dormir pensando nas dívidas' Maria: 'Comprava cinco sapatos iguais de uma vez' Média é de R$ 3,5 mil e maior parte é em bancos Quase quatro em cada dez consumidores (35,72%) tinham dívidas de até R$ 500, percentual que chega a 50,95% quando se fala de dívidas de até R$ 1.000. Em média, cada consumidor negativado devia R$ 3.518,84 na soma de todas as dívidas. Considerando todas as dívidas, cada inadimplente devia para 1,87 empresa credora. Houve evolução das dívidas com o setor de bancos, com crescimento de 18,75%, seguido de água e luz (7,92%). Em outra direção, as dívidas com o setor credor de comunicação (-9,53%) e comércio (-4,20%) apresentaram queda no total de dívidas em atraso. Em termos de participação, o setor credor que concentra a maior parte das dívidas é o de bancos, com 57,93% do total de dívidas. Na sequência aparecem comércio (14,01%), água e luz (11,29%) e comunicação (9,6%). A especialista em finanças da CNDL, Merula Borges, orienta que os consumidores priorizem a negociação e pagamento das dívidas que têm juros mais altos. “As dívidas com instituições financeiras são as que têm os juros mais caros do mercado em casos de atraso. E a falta de pagamento desse tipo de dívida pode transformar valores pequenos em cifras praticamente impagáveis, sobretudo por superarem, em muitos casos, a renda do consumidor”, diz Merula Borges, que completa: “A dica é que o consumidor sempre pague a fatura total do cartão e quando não for possível recorra a linhas de crédito mais baratas para não cair em um efeito bola de neve e acabar com uma dívida impagável, piorando ainda mais a situação”.

Há vagas para servente de obras, carpinteiro de obras, pedreiro e advogado. Cadastro pode ser realizado pela internet. Vagas para construção civil Jorge Júnior/Rede Amazônica O Sistema Nacional de Emprego (Sine) de Porto Velho está com 140 vagas abertas nesta segunda-feira (16). Entre as oportunidades, há vagas para servente de obras, carpinteiro de obras, pedreiro e advogado. Como se candidatar? Para se candidatar a uma das vagas, o morador precisa realizar um cadastro online e apresentar documentos como carteira de trabalho, registro geral, comprovante de residência e currículo atualizado. Clique aqui e faça o cadastro. Os atendimentos presenciais serão realizados das 07h30 às 13h30 para os que não possuem acesso à internet. O Sine Municipal atende em dois pontos em Porto Velho, sendo: Sine Centro: rua General Osório, nº 81, Centro. Sine Leste: rua Antônio Fraga Moreira, nº 8250, bairro Juscelino Kubitschek Para mais informações, os telefones para contato são: (69) 998473-3411 (WhatsApp) e (69) 3901-3181 e o e-mail: [email protected] Confira as vagas disponíveis: Motorista de Caminhão Munck (vagas: 1) Motorista de Caminhão Basculante (vagas: 1) Operador de Retroescavadeira (vagas: 2) Operador de Mini Escavadeira (vagas: 1) Eletricista (vagas: 1) Técnico em Segurança do Trabalho (vagas: 1) Inspetor Civil (vagas: 1) Servente de Obras (vagas: 30) Carpinteiro de Obras (vagas: 25) Pedreiro (vagas: 25) Vendedor Externo (vagas: 1) Operador de Computador (vagas: 1) Apoio Jurídico (vagas: 2) Auxiliar Jurídico (vagas: 7) Advogado (vagas: 10) Auxiliar de Serviços Gerais (vagas: 4) Vendedor de Carro (vagas: 1) Empregada Doméstica (vagas: 2) Técnico em Climatização (vagas: 1) Consultor de Vendas (vagas: 1) Secretária do Lar (vagas: 1) Técnico em Refrigeração (vagas: 1) Soldador (vagas: 1) Assistente Administrativo (vagas: 1) Operador de Caixa (vagas: 1) Empregada Doméstica (vagas: 1) Coordenador de Vendas (vagas: 1) Vendedor (vagas: 1) Farmacêutico (vagas: 1) Serviços Gerais (vagas: 1) Padeiro (vagas: 1) Cirurgião Dentista-Clínico Geral (vagas: 1) Atendente (vagas: 1) Empregada Doméstica (vagas: 1) Contador (vagas: 1) Gerente Administrativo (vagas: 1) Peixeiro (vagas: 1) Fiscal de Prevenção de Perdas (vagas: 1) Auxiliar de Marceneiro (vagas: 1) Primeiro Emprego (vagas: 1) Camareira (vagas: 1) Instalador de Película Automotiva (vagas: 1) Veja outras notícias de Rondônia

Nesta segunda-feira, o principal índice de ações da bolsa de valores subiu 1,22%, a 108.233 pontos. Imagem ilustrativa sobre a alta do dólar e o mercado de ações na Bolsa de Valores de São Paulo (B3). KEVIN DAVID/A7 PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO O Ibovespa, principal índice de ações da bolsa de valores de São Paulo, a B3, fechou em alta nesta segunda-feira (16), beneficiado pela alta de ações ligadas às commodities. O índice subiu 1,22%, a 108.233 pontos. Veja mais cotações. Na sexta-feira, a bolsa fechou em alta de 1,17%, a 106.924 pontos. Com o resultado de hoje, passou a acumular alta de 0,33% no mês, e alta de 3,25% no ano. Já o dólar fechou em leve queda, cotado a R$ 5,05. LEIA TAMBÉM: Entenda as consequências da alta da Selic, a taxa básica de juros Onde investir com a Selic a 12,75%? Veja o que muda na renda fixa e como fica a poupança o O que está mexendo com os mercados? O índice de commodities da Bloomberg terminou o dia em alta de 2%, o que ajudou a impulsionar a bolsa brasileira. Ações da Vale e CSN subiram quase 3%, enquanto Gerdau teve 2% de alta. "Depois do forte tombo de abril e princípio de maio, a caça às barganhas por aqui ganhou impulso ao longo do pregão, especialmente liderada pelas ações do setor de siderurgia, que estavam muito descontadas, além de Vale e bancos. Mesmo Petrobras, ainda com muitos ruídos ligados à empresa, conseguiu valorização", disse Alexandre Espirito Santo, economista-chefe da Órama. Na cena doméstica, o Banco Central informou que as contas do setor público consolidado registraram superávit primário de R$ 4,3 bilhões em março. O valor abrange governo federal, estados, municípios e empresas estatais. Ainda assim, os investidores estrangeiros retiraram R$ 1,06 bilhão em recursos no segmento de ações da bolsa brasileira no dia 12 de maio, segundos dados da B3. Com isso, o saldo anual do grupo ainda é positivo, mas diminuiu para R$ 45,03 bilhões. Em maio, a saída de recursos da bolsa soma R$ 12,61 bilhões. Em geral, os mercados acionários mundiais tiveram quedas nesta segunda-feira depois que dados fracos da China alimentaram novas preocupações com a desaceleração econômica global, no momento em que investidores já estão nervosos com uma alta dos juros mais agressiva nos EUA. As vendas no varejo chinês registraram queda de 11,1% em ritmo anual em abril, no segundo mês consecutivo de queda, no momento em que o país enfrenta o surto mais grave de Covid-19 desde a primeira onda da doença em 2020. ,

Candidatos podem se candidatar a uma vaga por e-mail ou de forma presencial. Vagas são para diversas áreas. Sine disponibiliza diversas vagas de emprego e estágio Secom/Maceió O Sine Maceió oferta 141 vagas de emprego para todos os níveis de escolaridade a partir desta segunda-feira (16). Compartilhe no WhatsApp Compartilhe no Telegram Dentre as vagas disponíveis estão: auxiliar de produção, confeitaria e padaria, controlador de pragas, garçom, lavador de carro, fisioterapeuta, recepcionista e estágios para diversas áreas. Confira os cargos disponíveis e quantidade de vagas clicando aqui Os interessados devem enviar o currículo para o [email protected], especificando a vaga escolhida no campo assunto do e-mail. Já quem optar pela forma presencial, basta comparecer à unidade munido de seus documentos das 8h às 14h. O atendimento é realizado na unidade do Sine Maceió no 2º piso do Shopping Popular, no Centro, de segunda a sexta-feira, por ordem de chegada. Para informações, o Sine dispõe do número de WhatsApp no (82) 9-8879-1919 ou ligando para 0800-082-6205. Assista aos vídeos mais recentes do g1 AL Veja mais notícias da região do g1 AL
Resultado foi divulgado nesta segunda (16) pelo BC e abrange governo federal, estados, municípios e estatais. No acumulado do ano, setor público registrou saldo positivo de R$ 109,6 bilhões. As contas do setor público consolidado registraram superávit primário de R$ 4,3 bilhões em março deste ano, informou o Banco Central nesta segunda-feira (16). O valor abrange governo federal, estados, municípios e empresas estatais. O superávit primário acontece quando as receitas com impostos superam as despesas, desconsiderando os juros da dívida pública. Quando acontece o contrário, o resultado é de déficit primário. De acordo com dados oficiais, o resultado representa piora na comparação com o mesmo mês do ano passado, quando foi registrado um saldo positivo de R$ 5 bilhões. Segundo o BC, o superávit em março foi assegurado pelo resultado positivo nas contas de estados, municípios e estatais. Isso porque o governo federal registrou saldo negativo. o governo federal registrou déficit de R$ 7,8 bilhões; estados e municípios tiveram resultado positivo de R$ 11,9 bilhões; empresas estatais registraram superávit de R$ 242 milhões. No acumulado do primeiro trimestre deste ano, ainda segundo o BC, as contas públicas registraram um superávit primário de R$ 109,6 bilhões, novo recorde para o período. No mesmo período do ano passado, o saldo positivo das contas públicas somou R$ 51,6 bilhões. A série histórica do BC tem início em dezembro de 2001. Após despesas com juros Quando se incorporam os juros da dívida pública na conta – no conceito conhecido no mercado como resultado nominal, utilizado para comparação internacional – houve déficit de R$ 26,5 bilhões nas contas do setor público em março. Já em 12 meses até março deste ano, o resultado ficou negativo (déficit nominal) em R$ 281 bilhões, o equivalente a 3,15% do PIB. Esse número é acompanhado com atenção pelas agências de classificação de risco para a definição da nota de crédito dos países, indicador levado em consideração por investidores. O resultado nominal das contas do setor público sofre impacto do déficit primário elevado, das atuações do BC no câmbio, e dos juros básicos da economia (Selic) fixados pela instituição para conter a inflação. Atualmente, após seis elevações seguidas, a Selic está em 12,75% ao ano, o maior valor em mais de cinco anos. Segundo o BC, no mês passado houve despesa com juros nominais somaram R$ 30,8 bilhões. Em doze meses até março, os gastos com juros somaram R$ 403,8 bilhões (4,52% do PIB). Dívida bruta A dívida bruta do setor público, indicador que também é acompanhado pelas agências de classificação de risco, registrou queda em março. Foi o quinto mês seguido de queda nesse indicador. Em dezembro do ano passado, a dívida estava em 80,3% do PIB, somando R$ 6,966 trilhões. Em fevereiro deste ano, atingiu 79,2% do PIB, o equivalente a R$ 7,001 trilhões e, em março, recuou para 78,5% do PIB, ou R$ 7,009 trilhões. Esse é o menor patamar desde abril de 2020, quando o endividamento estava em 78,4% do PIB. Ou seja, é o menor nível em quase dois anos. De acordo com o Banco Central, esse recuo da dívida em março é resultado, principalmente, do efeito do crescimento do PIB nominal, além da queda do dólar e dos resgates líquidos da dívida pública. VÍDEOS: notícias de economia

Modelo de geração solar compartilhada tem mais de 5.000 unidades no Brasil. Serviço promete economia de 10% a 15% na fatura e já soma mais de 5 mil consumidores no país Getty Images via BBC Com a conta de luz nas alturas e a bandeira tarifária acionada durante a maior parte de 2021 devido à forte seca que se abateu sobre o país no ano passado, o empresário Fredy Rodrigues, dono de duas padarias em Santos, no litoral de São Paulo, procurava uma forma de reduzir seu gasto com energia elétrica. "Fizemos o orçamento para instalação de placas solares no telhado. Mas nosso imóvel não é próprio e o investimento seria muito alto", lembra Rodrigues. Diante do custo do pãozinho e do aluguel pressionados pela inflação, e de receitas em queda, devido às universidades e prédios comerciais fechados em meio à pandemia, ele então conheceu a energia solar por assinatura. Com o serviço, tem economizado em média 12% ao mês na conta de luz. "Uma conta de luz de padaria vai de R$ 12 mil a R$ 20 mil por mês. No verão, temos que ligar todos os aparelhos de ar condicionado da loja. No inverno, o forno trabalha mais, então a gente usa muita eletricidade", explica o empresário. "Com uma economia de 10% a 15%, são menos R$ 2 mil por mês de gasto. No ano, estamos falando em R$ 48 mil de economia e usando uma energia limpa. Já falei com a área de marketing da empresa para fazermos essa propaganda, porque estamos no meio de três universidades e a molecada mais nova tem um olhar diferente para isso." As padarias de Fredy fazem parte de um grupo ainda pequeno, mas que cresce ano a ano. Em março deste ano, o Brasil somava 5.635 unidades consumidoras atendidas pela geração solar compartilhada, uma modalidade que se tornou possível no Brasil em 2015. Naquele primeiro ano, eram 45 consumidores usando o modelo. Dois anos depois, 376. O número subiu para mais de 1.500 consumidores em 2019 e superou os 5.000 em 2021, com 1.610 unidades geradoras produzindo energia atualmente para atender esse mercado crescente. Evolução da geração solar compartilhada no Brasil BBC Geração solar compartilhada "A geração compartilhada foi criada em 2015, quando a Aneel [Agência Nacional de Energia Elétrica] percebeu que a geração solar no Brasil não estava crescendo no ritmo que poderia, dado o potencial que a gente tem", afirma Guilherme Susteras, coordenador do grupo de trabalho de geração distribuída da Absolar, associação que representa o setor. "Um dos gargalos identificados à época era que 75% das unidades consumidoras não tinham capacidade técnica para receber sistemas de geração fotovoltaica. Estamos falando de gente que mora em apartamento, da estrutura dos telhados brasileiros e do fato de que boa parte das pessoas e dos pequenos negócios ocupam imóveis alugados." A experiência internacional serviu de modelo para o sistema brasileiro de geração compartilhada. Com início na Alemanha, tendo depois se espalhando pela Europa e Estados Unidos, o modelo de "comunidades solares" se baseava em cooperativas ou consórcios de consumidores, que juntos viabilizavam a instalação de pequenas usinas, compartilhando da energia produzida, mesmo que distante do local de consumo. Algumas empresas viram na mudança regulatória, que criou no Brasil a modalidade de geração remota, uma oportunidade para oferecer um novo serviço no país: a energia solar por assinatura. 'Netflix' da conta de luz Foi o caso, por exemplo, da Sun Mobi, empresa criada em 2016 para atuar no segmento, que atende atualmente 300 clientes em 27 municípios do Estado de São Paulo. "Surgiu a possibilidade de colocarmos a fazenda solar em uma área. Ela gera energia para a distribuidora e essa energia é vendida na forma de créditos, que podem ser abatidos em qualquer conta de luz, desde que na mesma área de concessão da distribuidora", explica Alexandre Bueno, um dos sócios da empresa. 'É como se o cliente tivesse um 'painel virtual', em vez de colocar o painel na edificação dele, ele usufrui da geração da usina de forma remota', explica Alexandre Bueno Divulgação/Sun Mobi via BBC Por exemplo, uma residência com consumo médio mensal de 200 quilowatt-hora por mês (kWh/mês) na área de concessão da Cemig, distribuidora que atua em Minas Gerais, compra créditos de uma empresa de energia solar por assinatura que atue também na área da Cemig. A empresa contratada "injeta" na rede a energia solar gerada e os créditos são abatidos da conta do consumidor. No modelo, o consumidor fica livre da bandeira tarifária — um benefício estabelecido pela Aneel para estimular a produção de energia limpa próximo aos locais de consumo. E, em geral, negocia a energia a um valor vantajoso, em relação àquela comprada da distribuidora, contando também com reajustes previsíveis, conforme o contrato acertado. "É como se o cliente tivesse um 'painel virtual', em vez de colocar o painel na edificação dele, ele usufrui da geração da usina de forma remota e a distribuidora faz a compensação", diz Bueno. "Daí pensamos numa forma de adaptar esse modelo à realidade do consumidor, que hoje assina Netflix, Disney, HBO, de uma forma muito flexível. Ele paga enquanto usufrui do serviço; se não quer mais, cancela a assinatura sem custo; e também não paga nada para entrar. Então nesse modelo o cliente não investe nada e passa a usufruir da geração da usina de forma praticamente instantânea, em no máximo 60 dias", afirma. "Estamos trazendo o modelo do streaming para o mercado de energia." Na solar por assinatura, consumidor economiza na bandeira tarifária, tem reajustes previsíveis e não arca com custo de instalação e manutenção dos painéis Getty Images via BBC Segundo a Absolar, cerca de 20 empresas atuam nesse mercado atualmente no Brasil, sendo Minas Gerais o Estado com a presença mais forte da geração distribuída, que inclui outros modelos de negócios, além do por assinatura. Além de possibilitar o acesso à energia solar para quem mora de aluguel, em apartamentos ou imóveis com telhados inadequados, o serviço de assinatura também dispensa o consumidor dos custos com investimento e manutenção dos painéis. A associação do setor estima que o investimento típico é de cerca de R$ 15 mil a R$ 20 mil para suprir com energia solar o consumo elétrico de uma família de quatro pessoas, o que em geral leva entre 4 e 6 anos para se pagar, com a economia gerada na conta de luz. Um mercado que engatinha, mas com grande potencial A geração de energia solar é bastante recente no Brasil. Havia poucos projetos no país até 2014, quando foi realizado pelo governo federal o primeiro leilão de energia com a participação da fonte solar fotovoltaica. Nos leilões, as usinas vendem contratos de energia para as distribuidoras, como Enel, Cemig, Light, e essa venda viabiliza a construção dos empreendimentos. É o chamado modelo de geração centralizada, cujas primeiras usinas entraram em operação a partir de 2017. Entre 2015 e 2016, a Aneel criou o modelo de geração distribuída, em que a produção é feita não em grandes usinas, mas em pequenas unidades geradoras, com capacidade de até 5 MW (megawatts), na própria unidade consumidora ou em algum local próximo. Desde 2020, a geração distribuída passou a representar a maior parcela da geração solar fotovoltaica no Brasil, representando 67% da capacidade instalada brasileira em março de 2022. Evolução da fonte solar fotovoltaica no Brasil BBC No ano passado, o Brasil foi o quarto país que mais cresceu em capacidade de produção de energia solar fotovoltaica, com 5,7 GW (gigawatts) adicionados, atrás apenas de China, EUA e Índia, segundo levantamento da Agência Internacional de Energias Renováveis (Irena, na sigla em inglês). O país é atualmente o 13º do mundo em capacidade instalada acumulada para essa energia, com perspectiva de adentrar o Top 10 nos próximos anos. Apesar desse crescimento, a solar ainda representava apenas 1,7% da matriz elétrica brasileira em 2020, segundo o Balanço Energético Nacional 2021 da EPE (Empresa de Pesquisa Energética). Matriz elétrica brasileira BBC Para Susteras, da Absolar, um dos fatores que explica a participação ainda pequena da fonte solar na matriz elétrica brasileira é o fato de o Brasil ter entrado mais tarde do que outros países no segmento. O país também passou anos sem um marco regulatório para o setor, diz o representante, o que na avaliação dele foi resolvido neste ano com a aprovação da Lei 14.300/22, que instituiu o marco legal da microgeração e minigeração distribuída. "Com segurança jurídica, o mercado de capitais deve se sentir mais confortável para financiar projetos", diz o coordenador. "Como toda nova tecnologia, há uma curva natural de adoção ao longo do tempo. E, à medida que o custo vai caindo e a tarifa de energia vai subindo, a tecnologia se torna cada vez mais atrativa." Historicamente, um dos principais gargalos para o desenvolvimento da geração solar no Brasil era o fato de que a maior parte dos equipamentos utilizados são importados e tem, portanto, custo em dólares. Susteras observa, porém, que à medida que o mercado ganha escala, o custo da tecnologia vem caindo entre 10% a 15% ao ano. Além disso, o mercado local tem se tornado mais especializado, ampliando a oferta de serviços. Assim, o especialista vê grande potencial para o avanço da geração solar distribuída no Brasil e também dos serviços por assinatura voltados para consumidores residenciais e pequenas empresas. "Esse mercado mal começou, a verdade é essa. Se considerarmos que 75% das pessoas que querem ter energia solar não têm por restrições físicas [de seus imóveis], temos uma ideia do quanto esse mercado pode crescer, porque esse é um mercado que não tem restrição — a não ser aquela geográfica [de o prestador de serviço estar na mesma área da distribuidora que atende o consumidor]", diz Susteras. "A energia solar pode ser muito democrática no Brasil. Tem muita gente que ainda nem ouviu falar, que nem sabe que já poderia ter, mas que vai descobrir aos poucos. É questão de tempo."

Nesta segunda-feira (16), a moeda norte-americana recuou 0,14%, vendida a R$ 5,0501. Notas de dólar Gary Cameron/Reuters O dólar fechou em queda nesta segunda-feira (16), em sessão instável, com investidores replicando a volatilidade externa e a falta de direção comum nos mercados globais de moedas. A moeda norte-americana recuou 0,14%, vendida a R$ 5,0501. Na abertura, chegou a bater R$ 5,1039. Veja mais cotações. Na sexta-feira, o dólar fechou em queda de 1,61%, a R$ 5,0570. Com o resultado desta segunda-feira, passou a acumular alta de 2,18% no mês. No ano, ainda tem queda de 9,41% frente ao real. s LEIA TAMBÉM: Comercial x turismo: qual a diferença e por que o turismo é mais caro? O que faz o dólar subir ou cair em relação ao real? Qual o melhor momento para comprar? Dinheiro ou cartão? Qual a melhor forma de levar dólares em viagens? O que está mexendo com os mercados? Os mercados internacionais operaram com viés negativo nesta segunda-feira, após dados econômicos fracos da China reforçarem temores de uma recessão global. As vendas no varejo chinês registraram queda de 11,1% em ritmo anual em abril, no segundo mês consecutivo de queda. Dados fracos no país são vistos como indicador de menor dinamismo econômico em todo o mundo, o que eleva os já presentes riscos de recessão global ou mesmo estagflação -- cenário em que o dólar se fortalece. Já a Comissão Europeia reduziu drasticamente a previsão de crescimento econômico para a zona do euro este ano, de 4,0% para 2,7%, ao mesmo tempo que elevou a expectativa de inflação para 6,1%. Os investidores seguiram monitorando também pistas sobre o ritmo da elevação dos juros nas principais economias do mundo. Juros mais altos nos EUA tornam os investimentos em títulos do tesouro norte-americano (treasuries) mais rentáveis, valorizando o dólar frente a outras moedas e drenando liquidez de países emergentes como o Brasil. Na cena doméstica, o Banco Central informou que as contas do setor público consolidado registraram superávit primário de R$ 4,3 bilhões em março. O valor abrange governo federal, estados, municípios e empresas estatais. O diretor de Política Monetária do Banco Central, Bruno Serra, disse em evento nesta segunda-feira que a recente depreciação do real refletiu impacto da desaceleração da China, que enfrenta uma onda de Covid-19, e do aperto monetário implementado nos Estados Unidos - com efeito maior da China -, ponderando haver incertezas no médio prazo. Inflação mantém alta e passa dos 12% nos últimos 12 meses

Trata-se da primeira grande nacionalização desde o início da invasão russa na Ucrânia. Detalhes financeiros não foram divulgados. E Carros da Renault em showroom de São Petersburgo, na Rússia, em imagem de março de 2022. Reuters Encurralada pelas sanções ocidentais contra a Rússia, a montadora francesa Renault confirmou nesta segunda-feira (16) que vendeu seus ativos no país para o Estado russo, na primeira nacionalização significativa desde a ofensiva de Moscou na Ucrânia. Em um comunicado, a Renault disse que cedeu sua participação majoritária (67,69%) na AvtoVAZ, o maior fabricante de automóveis Lada na Rússia, para o NAMI, o Instituto Russo de Pesquisa e Desenvolvimento de Automóveis e Motores. Graças à AvtoVAZ, a Rússia foi, no ano passado, o segundo maior mercado do Grupo Renault, atrás da Europa, com cerca de meio milhão de veículos vendidos. As empresas que deixaram a Rússia depois do início da guerra Detalhes financeiros não foram divulgados, mas o ministro russo da Indústria e Comércio, Denis Manturov, disse em abril que a Renault planejava vender seus ativos russos por "um rublo simbólico". "Foram assinados acordos sobre a transferência dos ativos russos do Grupo Renault para a Federação Russa e para o governo de Moscou", afirmou o ministério em um comunicado. O grupo automobilístico francês também cedeu para a cidade de Moscou as operações da Renault na Rússia, incluindo a fábrica perto da capital que produzia os veículos dessa marca e da Nissan. O prefeito Sergei Sobyanin anunciou que a fábrica vai relançar a marca soviética Moskvich. A direção da Renault já havia anunciado que iria incluir em suas contas do primeiro semestre um impacto de 2,2 bilhões de euros (em torno de US$ 2,3 bilhões) como resultado dessa venda. Impacto da guerra Em 2008, a Renault havia se comprometido com a Avtovaz para se tornar acionista majoritária em 2014, sob a direção de Carlos Ghosn. Depois de fortes investimentos e da transferência de tecnologia para a Dacia, marca de baixo custo da Renault, a Avtovaz começou a dar lucro. Acordos feitos nesta segunda feira mantêm a possibilidade de que a Renault volte a adquirir a filial russa por seis anos. "Hoje tomamos uma decisão difícil, mas necessária, e estamos fazendo uma escolha responsável para com nossos 45.000 funcionários na Rússia, preservando, ao mesmo tempo, o rendimento do Grupo e nossa capacidade de voltar ao país no futuro, em um contexto diferente", afirmou o CEO da Renault, Luca de Meo, em um comunicado de imprensa. A Avtovaz produz veículos em sua gigantesca fábrica de Togliatti (sudoeste), que emprega 35.000 pessoas. Com o conflito na Ucrânia, o mercado russo entrou em colapso, e as fábricas do grupo passaram a operar com capacidade reduzida, parando de funcionar em alguns casos, devido à escassez de componentes pela imposição de sanções ocidentais ao país.

Os quenianos estão indignados com algumas táticas de intimidação usadas pelos cobradores de empréstimos. Os quenianos estão indignados com as últimas táticas de intimidação usadas pelos cobradores de empréstimos AFP via BBC Em nossa série de cartas de jornalistas africanos, a emissora queniana Waihiga Mwaura analisa como os cobradores de dívidas estão causando indignação com suas últimas táticas de intimidação para recuperar empréstimos concedidos por meio de aplicativos digitais. Um pastor apareceu em nossa redação na capital do Quênia, Nairóbi, com uma queixa. Em uma semana, o telefone dele recebeu diversas ligações de cobradores de dívidas que alegaram que uma companheira dele da igreja o havia nomeado como fiador de um empréstimo que ela havia feito. A princípio, o homem pensou que tudo não passava de uma piada, mas depois de vários telefonemas irritantes, ele passou da curiosidade à perplexidade e, finalmente, à raiva de quão invasiva era essa maneira vergonhosa de cobrar uma dívida. LEIA TAMBÉM: Perseguição por agiotas, 10 cartões de crédito e tremedeira: por dentro de uma reunião de devedores anônimos Dolores: 'Era perseguida por 3 agiotas' Rita: 'Devia a 10 cartões e tremia de abstinência' Pedro: 'Passei três meses sem dormir pensando nas dívidas' Maria: 'Comprava cinco sapatos iguais de uma vez' A intensidade das conversas telefônicas mudava a cada dia. Inicialmente, as pessoas que ligaram foram educadas e simplesmente pediram que ele falasse com a amiga dele para que ela devolvesse o dinheiro que havia emprestado no mês anterior. Mas logo depois os interlocutores ficaram mais agressivos e até grosseiros, chamando-o de falso pastor, que se recusava a falar a verdade para sua congregação sobre o pagamento de dívidas e prometendo que fariam o telefone dele "explodir" por conta da quantidade de ligações incessantes. Para adicionar insulto à injúria, eles ainda abusaram da mulher dele quando ela tentou intervir. Por vários dias, o pastor não pôde usar o telefone porque se recusou a atender às exigências dos interlocutores. Depois que a história chegou às ondas do rádio e às redes sociais com a hashtag #Debtofshame (dívida da vergonha, em tradução livre), muitos quenianos começaram a relatar as experiências deles quando foram confrontados por cobradores de dívidas. O Quênia tem mais de 54 milhões de usuários de linhas celulares AFP via BBC Um usuário do Twitter disse que foi avisado de que "se eu não pagar, eles virão buscar meu rim". Outra disse que certa vez pegou emprestado 2.000 xelins quenianos (cerca de R$ 90), e 10 dias depois "eles estavam no meu pescoço. Eu não conseguia dormir nem pensar. Recebi todos os insultos que se poderia imaginar". Um terceiro lembrou que, quando trabalhava como agente de cobrança de dívidas, tinha que cumprir metas diárias estabelecidas pelo empregador. "Os donos não se importam em como você vai conseguir o dinheiro. Eles só estão interessados ​​em ter o dinheiro deles de volta. Tive que pedir demissão por causa da minha sanidade", disse ele. O dinheiro móvel domina Não há dúvida de que os quenianos pegaram empréstimos por meio de aplicativos de empréstimos digitais. Eles são discretos, rápidos de acessar e não exigem garantias. Mas é aí que mora o dilema para os credores que usam os meios de pagamento dos usuários para avaliar sua credibilidade e nunca atendem seus clientes presencialmente. De fato, nada disso teria sido possível se o continente africano não fosse o líder global em dinheiro móvel. Os operadores das redes móveis de telefonia dominaram os serviços monetários na África na última década. O custo de vida aumentou desde o início da pandemia da covid-19 AFP via BBC Mais recentemente, no entanto, os holofotes miraram as empresas de tecnologia financeira, que estabeleceram uma base sólida. Algumas, apoiadas por grandes grupos de capital de risco nos mercados ocidentais e asiáticos. Eles capitalizam uma lacuna no setor de empréstimos, onde pessoas de baixa renda não têm acesso ao crédito porque não têm oportunidades de emprego, garantias ou fiadores. Mas a entrada deles no mercado africano provocou uma série de atritos devido ao fato de que a maior parte deles não é regulamentado, por causa de seu estilo antiético de fazer negócios. Eles atraem jovens com dificuldades financeiras e os envergonham usando técnicas não convencionais caso não paguem. E, embora os quenianos tenham sido rápidos em adotar esses empréstimos, alguns descreveram suas taxas de juros como exorbitantes. Enquanto os juros de um empréstimo bancário médio estão entre 12% e 14% ao ano, um empréstimo de aplicativo móvel pode variar entre 75% e 395% ao ano. Hipotecas por meio de aplicativos de celular Além disso, algumas dessas empresas foram acusadas ​​de práticas predatórias de empréstimos, com um credor chinês acusado de exigir pagamentos de empréstimos em 30 dias. Enquanto o Google, o anfitrião desses aplicativos, exige que os mutuários tenham 60 dias para pagar. Mas o presidente da Associação de Credores Digitais do Quênia, Kevin Mutiso, é rápido em defender seus membros. Ele diz que a vergonha da dívida é um mau sintoma de uma boa ideia que ajudou muitos pequenos comerciantes a ter acesso rápido ao crédito. Ele diz que, sem o crédito digital, muitos quenianos não conseguiriam sobreviver aos bloqueios introduzidos desde o início do surto de covid-19 há mais de um ano. As pessoas conseguiram comprar comida, pagar aluguel, usar transporte e serviços públicos e quitar taxas escolares por meio desses empréstimos móveis, diz ele. Enquanto alguns acreditam que a regulamentação é a chave para domar os credores desonestos, outros pensam que a regulamentação pode sufocar um setor que pode ser a chave para empregos e investimentos em uma economia atingida pelo coronavírus. E, mesmo com regras como a Lei de Proteção de Dados do Quênia de 2019 - projetada para impedir o uso indevido de dados pessoais – parece impossível parar o gigante dos empréstimos digitais. De acordo com alguns observadores do mercado, em breve poderá estar financiando a próxima geração de hipotecas por meio de telefones celulares.

Recurso é isento de imposto, mas valores resgatados devem ser informados na declaração do Imposto de Renda 2022. Imposto de Renda 2022 Arte g1 O trabalhador que sacou recursos de sua conta do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) deve informar os valores na declaração de Imposto de Renda 2022. Os saques do FGTS são rendimentos isentos da cobrança de imposto de renda, mas precisam ser declarados para justificar a variação patrimonial na declaração. Isso se aplica a qualquer um dos motivos que permitem a retirada dos recursos, como rescisão de contrato de trabalho, a compra de um imóvel, aposentadoria, ou doença, saque aniversário ou saque emergencial. Imposto de Renda 2022 em vídeos SAIBA TUDO SOBRE O IMPOSTO DE RENDA 2022 FGTS: quem tem direito, quando pode sacar, qual o rendimento? Entenda Importante destacar, porém, que o saque extraordinário de até R$ 1 mil do calendário 2022 só deverá ser declarado no ano que vem. Veja abaixo perguntas e respostas sobre como declarar os saques do FGTS. As orientações são do especialista Charles Gularte, vice-presidente de Operações da Contabilizei Como declarar? Os valores recebidos a título de saque do FGTS devem informados, na ficha “Rendimentos Isentos e Não Tributáveis”, seguindo os seguintes passos: Entre na ficha “Rendimentos Isentos e Não Tributáveis” e clique em "Novo" Selecione o código "04", que se refere à “Indenizações por rescisão de contrato de trabalho, inclusive a título de PDV, e por acidente de trabalho; e FGTS“. Informe o CNPJ e Nome da fonte pagadora, que, neste caso, é a Caixa Econômica Federal, e CNPJ 00.360.305/0001-04, além do valor do saque do FGTS. Para concluir, basta clicar em “OK”. "Devem ser incluídos nesta ficha todos os tipos de saque do FGTS", orienta Gularte. Quem precisa declarar? Qualquer tipo de modalidade de saque do FGTS deve ser declarada, mas desde que o contribuinte esteja obrigado a efetuar a declaração do Imposto de Renda 2022. Quem recebeu ao todo menos de R$ 28.559,70 de rendimentos tributáveis em 2021, por exemplo, não é obrigado a entregar a declaração do IR 2022 ainda que tenha recebido PLR. Quem precisa declarar IR? É obrigado a declarar IR em 2022: quem recebeu rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70 em 2021. O valor é o mesmo da declaração do IR do ano passado; contribuintes que receberam rendimentos isentos, não-tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma tenha sido superior a R$ 40 mil no ano passado; quem obteve, em qualquer mês de 2021, ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência do imposto, ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas; quem teve isenção de imposto sobre o ganho de capital na venda de imóveis residenciais, seguido de aquisição de outro imóvel residencial no prazo de 180 dias; quem teve, em 2021, receita bruta em valor superior a R$ 142.798,50 em atividade rural; quem tinha, até 31 de dezembro de 2021, a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 300 mil; quem passou para a condição de residente no Brasil em qualquer mês e se encontrava nessa condição até 31 de dezembro de 2021. Prazos e restituição Ao todo, o fisco espera receber 34,1 milhões de declarações este ano. O prazo para enviar o documento sem multa termina em 31 de maio. De acordo com a Receita Federal, serão disponibilizados cinco lotes de restituição neste ano, nos dias: 31 de maio; 30 de junho; 29 de julho; 31 de agosto; e 30 de setembro.

Pagamentos serão feitos junto com os benefícios referentes a maio, entre 25 de maio a 7 de junho. Mais de 31 milhões de segurados já receberam a primeira parcela adiantada do 13º. Marcelo Camargo/Agência Brasil O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) começa a pagar na próxima semana, no dia 25 de maio, a segunda parcela do 13º salário para aposentados e pensionistas. Os aposentados e pensionistas terão a liberação dos pagamentos a partir desta data até 7 de junho. Os pagamentos serão feitos junto com os benefícios referentes a maio. De acordo com o órgão, mais de 31 milhões de segurados receberam a primeira parcela. Antecipação do 13º O decreto com a antecipação do benefício foi assinado em março. Este é o 3º ano seguido em que os segurados do INSS recebem o 13º antes das datas tradicionais, em agosto e dezembro. O valor da segunda parcela corresponde a metade do valor do beneficio mensal. Desta parcela, no entanto, será descontado o Imposto de Renda para os trabalhadores que têm que pagar o tributo. Confira abaixo os calendários de pagamento dos benefícios. Eles levam em conta o número final do cartão de benefício, sem considerar o último dígito verificador, que aparece depois do traço. Calendários de pagamento 13º do INSS - 1 salário mínimo Economia g1 13º do INSS - para quem recebe acima de 1 salário mínimo Economia g1 Quem recebe Atualmente, são mais de 36 milhões de pessoas com direitos a benefícios do INSS no país – mais de 60% recebem um salário mínimo. LEIA TAMBÉM: Benefícios do INSS acima do mínimo têm reajuste de 10,16%; teto sobe para R$ 7.087 Veja calendário de benefícios Prova de vida do INSS tem novas regras; veja tira dúvidas Para quem ganha o benefício no valor do salário mínimo, o piso nacional passou para R$ 1.212 desde 1º de janeiro. Por lei, aposentadorias, auxílio-doença, auxílio-reclusão e pensão por morte pagas pelo INSS não podem ser inferiores a 1 salário mínimo. Já os aposentados e pensionistas que recebem benefícios acima do salário mínimo tiveram reajuste de 10,16% na remuneração — o teto dos benefícios do INSS passou de R$ 6.433,57 para R$ 7.087,22. Como consultar os benefícios Uma maneira simples de fazer a consulta dos benefícios do INSS é através da central de atendimento por telefone, no número 135. Ao ligar, informe o número do CPF e confirme algumas informações cadastrais, de forma a evitar fraudes. O atendimento está disponível de segunda a sábado, das 7h às 22h; O segurado pode acessar o site Meu INSS, que reúne diversos serviços digitais do INSS. Após fazer o login, na tela inicial, clique no serviço de "Extrato de Pagamento" e você terá acesso ao seu extrato e todos os detalhes sobre o pagamento do benefício; A consulta do benefício também pode ser feita pelo aplicativo Meu INSS, disponível para download para Android e iOS. Assim como no acesso pelo site, de início, é necessário fazer o login, e então, todos os serviços disponíveis e histórico das informações do beneficiário serão listados.

Rede de fast food norte-americana afirmou que venderá todos os seus negócios em território russo e que processo já foi iniciado. Imagem de arquivo mostra clientes entrando em loja da rede McDonald's em Moscou Tatyana Makeyeva/Reuters O McDonald's anunciou nesta segunda-feira (16) que vai se retirar totalmente da Rússia. A rede de fast food dos Estados Unidos afirmou que já iniciou o processo para a venda de seus negócios em território russo. Em março, após o início da guerra na Ucrânia, o McDonald's já tinha anunciado o fechamento de seus 850 restaurantes na Rússia e a suspensão de todas as suas operações no país, seguindo o passo de várias multinacionais que decidiram se distanciar de Moscou após a invasão russa da Ucrânia. As empresas que deixaram a Rússia depois do início da guerra A gigante do fast food apontou para a crise humanitária causada pela guerra, dizendo que manter seus negócios na Rússia "não é mais sustentável, nem é consistente com os valores do McDonald's". A rede de fast food empregava 62 mil funcionários na Rússia, país onde estava presente há mais de 30 anos. O primeiro McDonald's no país foi aberto logo após a queda do Muro de Berlim e foi um símbolo poderoso do alívio das tensões da guerra fria entre os Estados Unidos e a União Soviética, que entraria em colapso em 1991. Loja do McDonald´s em São Petersburgo, em imagem de março de 2022 Anton Vaganov/Reuters Impacto financeiro A companhia espera um impacto financeiro entre US$ 1,2 bilhão e US$ 1,4 bilhão ao deixar a Rússia. A Rússia, onde o McDonald's administra diretamente mais de 80% de seus restaurantes que levam seu nome, representa 9% do faturamento total da empresa e 3% de seu lucro operacional. O CEO Chris Kempczinski disse que a “dedicação e lealdade ao McDonald's” dos funcionários e centenas de fornecedores russos tornaram difícil a decisão de sair. “No entanto, temos um compromisso com nossa comunidade global e devemos permanecer firmes em nossos valores”, afirmou. A rede disse que continua pagando os salários integrais de seus funcionários no país. A empresa disse que busca um comprador russo para contratar esses trabalhadores, mas não deu informações sobre potenciais compradores. Com informações da AP Multinacionais decidem interromper negócios na Rússia após invasão da Ucrânia

Medida pretende acabar com fraudes e acrescentar informações mais precisas sobre a qualidade do pó nas embalagens de café. A partir de 2023, os consumidores que forem aos supermercados comprar café deverão ter mais garantias de pureza e encontrarão informações complementares sobre o tipo de grão, ponto de torra e moagem. Essas são algumas das mudanças que surgiram com a nova Portaria SDA 570 do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), assinada no dia 10 de maio e publicada no dia seguinte no Diário Oficial da União. Segundo o texto do documento, um padrão oficial de classificação do café torrado foi determinado por requisitos de identidade e qualidade, amostragem, modo de apresentação e a marcação da rotulagem. A proibição de venda também está prevista caso um café seja considerado impróprio para o consumo humano. Isso acontece se o produto apresentar mau estado de conservação, odor estranho, teor de impureza acima de 1% e elementos considerados diferentes na composição. + Veja tudo sobre o café na página especial 'Grão Sagrado' Portaria do Mapa cria um padrão de classificação do café torrado Jonatam Marinho Até o café descafeinado precisará apresentar teor de cafeína abaixo de 0,1% para que não seja classificado como “fora do tipo”. Segundo o assessor Jurídico e de Relações Governamentais da Associação Brasileira da Indústria do Café (Abic), Felipe Moreira, o Mapa fiscalizará todo o trajeto do café desde a fábrica até os pontos de venda. “A ação poderá acontecer a partir de denúncias ou dentro da rotina de fiscalização do próprio órgão. As análises serão feitas pelas entidades credenciadas junto ao Mapa ou pela própria empresa, desde que tenham toda a estrutura laboratorial e profissionais credenciados”, explicou. O advogado Felipe Moreira, que esteve presente na cerimônia de assinatura da portaria, também disse que o documento é um instrumento legal. Esta nova portaria permitirá fiscalizar e punir aqueles que comercializam café adulterado . Além disso, a proposta atende uma demanda de órgãos de defesa do consumidor. “Esses órgãos entendiam que a ausência de um padrão oficial de classificação impedia a atuação na fiscalização e no controle do café colocado à disposição do consumidor brasileiro. Esse padrão é uma ferramenta legal que permitirá combater as más práticas do mercado”, contou. O presidente do Conselho Nacional do Café (CNC), Silas Brasileiro, parabenizou a Abic e o Mapa pela portaria que pretende facilitar o acesso do consumidor aos cafés de qualidade. “A portaria traz um regulamento sobre o café consumido no Brasil. Os consumidores poderão ficar tranquilos porque ele [café] passará por uma fiscalização com regras muito severas sobre aquilo que está sendo oferecido no mercado. E, para a indústria, as normas poderão ser cumpridas”, comemorou. Entenda como nova portaria do Mapa pretende tirar cafés adulterados dos supermercados do Sul de MG Shutterstock O Sul de Minas A região do Sul de Minas é a principal produtora de café arábica do Brasil. Ela possui muitas empresas de torrefação e cooperativas que vendem o próprio café. Segundo dados da Abic, das 160 empresas de Minas Gerais que são associadas à entidade, 70 são do Sul de Minas (44%). Dessas, 6% são de grande porte e outras 94% são micro e pequenas empresas. As indústrias do Sul de Minas correspondem a 15% da base de associados da Abic a nível nacional. Embalagens de café terão de apresentar informações mais completas sobre o produto Jonatam Marinho Indústria Ao ser perguntado sobre o impacto da medida na indústria, Moreira contou que a novidade ainda passará por um período de adaptação com os industriais. “As torrefações passam a ter de se registrar junto ao Ministério da Agricultura. Assim, eles começam a exercer a atividade de classificação por um profissional credenciado, irão adequar o rótulo, verificar os processos e ter um controle de qualidade. Será necessário provar que a torrefação vai cumprir todas as medidas exigidas”, afirmou. Moreira também detalhou as mudanças que o consumidor encontrará nas embalagens. Segundo ele, os rótulos passarão a ter informações padronizadas como o ponto de torra (escura, média e clara), espécies de café (arábica e robusta) e moagem (fina, média e grossa). “Ao comprar um café de moagem média, por exemplo, essa mesma característica precisa existir em diferentes marcas de forma equivalente. O padrão pode facilitar a escolha do consumidor no ponto de venda”, disse. Os rótulos ainda terão a identificação de uma qualidade mínima em termos sensoriais. “Os requisitos como aroma, corpo, sabor recebem uma nota de qualidade global. Um padrão de qualidade mínima em termos sensoriais. Um produto abaixo do mínimo dessa legislação deverá estar identificado como abaixo do padrão ou fora do mínimo previsto em legislação”, completou Felipe Moreira. Café deverá atender às normas do Mapa e não poderá apresentar impurezas Jonatam Marinho Moreira terminou explicando que as entidades do setor privado continuarão a dizer o que é um café superior, gourmet e especial e ainda se é sustentável e ambientalmente responsável. “A portaria do Mapa irá estabelecer um padrão mínimo e uniformizar a linguagem utilizada permitindo que o Mapa combata fraudes e puna aqueles que não cumprem a legislação”, falou. Portaria A portaria que estabelece o regulamento técnico do café torrado no Brasil entra em vigor a partir do dia 1º de janeiro de 2023 e está disponível na íntegra no site do Mapa. Além do próprio Ministério da Agricultura, também participaram da cerimônia de assinatura do documento membros da iniciativa privada e entidades ligadas ao setor cafeeiro, como o coordenador de Produção Agrícola da CNA, Maciel da Silva; o diretor de Relações Governamentais da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Rogério Castro Vieira; a assistente da CNC, Vanessa Souza; e o advogado da ABIC, Felipe Moreira. Veja outras notícias do café do Sul de Minas na página especial "Grão Sagrado"

O g1 esteve em uma reunião dos Devedores Anônimos e conversou com quem chegou ao fundo do poço, mas conseguiu se reerguer. Leia as histórias. Pedro escondia dívidas da família Wagner Magalhães/g1 Quando chegou à sala de Devedores Anônimos, em 2019, Pedro tinha quatro dívidas muito grandes: duas com bancos (cheque especial e empréstimo) e duas com cartões de crédito, sem que a família ou os amigos soubessem. Técnico em informática, ele conheceu a irmandade na internet. “Eu ficava entrando e saindo de dívida toda hora e, em algum momento, pensei que pudesse existir algum grupo para devedores. Quando cheguei, vi que todos tinham históricos parecidos com o meu”, diz. Pedro é um pseudônimo. Ele e outros participantes dos Devedores Anônimos contaram suas histórias ao g1. Por dentro de uma reunião de devedores anônimos Rita: 'Devia a 10 cartões e tremia de abstinência' Dolores: 'Era perseguida por 3 agiotas' Maria: 'Comprava cinco sapatos iguais de uma vez' As dívidas de Pedro foram escalonando porque ele entrava em profundo nervosismo. Não suportava a pressão e renegociava com mais juros, mas não conseguia pagar as parcelas. Pagava as primeiras cinco, no máximo, e logo precisava abandoná-las de novo. Um tempo depois, caía na mesma armadilha. “Eu ficava impaciente, alterado, comia muito e passava noites sem dormir pensando nas dívidas. Não via como sair disso. Todos nós somos muito ansiosos. Então se oferecem algo como sendo ‘uma solução ideal’, a pessoa doente vai aceitar.” Ele passou a entrar em pânico cada vez que o telefone tocava, pois as cobranças estavam aumentando. No grupo, precisou tratar principalmente o controle emocional. "Aprendi a ter paciência e atender as ligações, conversar com as pessoas, até porque são atendentes que estão trabalhando também, e passava a explicar a situação mais claramente." Quando ele alcançou serenidade para enfrentar um telefonema e se mostrou disposto a pagar, conseguiu bons acordos. Num desses, Pedro viu uma dívida de quase R$ 40 mil se transformar em pouco mais de R$ 2 mil. A esposa e os filhos não sabiam de nada. Quando ele finalmente se sentiu confortável, sentou com eles e abriu o jogo: “Olha, eu tou quebrado. Esse negócio de comer pizza no final de semana é fantasia.” Aquela conversa foi um alívio enorme para as costas de Pedro. E foi da abertura que veio a ajuda. “Naquele momento crítico, alguém assumiu uma conta de luz, outra pessoa pagou a internet, recebi dinheiro para o mercado e isso me ajudou bastante” De lá para cá, ele conseguiu quitar 3 das 4 dívidas e viu uma mudança significativa na sua vida. “Meu comportamento e meu temperamento mudaram. A partir de 2019, quando cheguei na sala, comecei a dormir tranquilo”, conta. Hoje, Pedro não tem mais cartão de crédito e anota todos os seus gastos em uma planilha.

O g1 esteve em uma reunião dos Devedores Anônimos e conversou com quem chegou ao fundo do poço, mas conseguiu se reerguer. Leia as histórias. Maria comprava cinco peças iguais de uma vez Wagner Magalhães/g1 Maria sempre ganhou bem. Trabalhou por 38 anos em cargos de liderança em duas grandes empresas. Isso não a impediu de ter que recorrer a uma sala de DA para pedir ajuda. "Eu gastava todo o meu salário e todo o cheque especial. No dia do pagamento, não tinha um centavo. Um dia, eu cheguei para o gerente e disse: 'recebi hoje, vim sacar e não tenho salário, o que houve?'. O pagamento tinha dado apenas para cobrir o especial e os juros. Levei um susto." Maria é um pseudônimo. Ela e outros participantes dos Devedores Anônimos contaram suas histórias ao g1. Por dentro de uma reunião de devedores anônimos Rita: 'Devia a 10 cartões e tremia de abstinência' Dolores: 'Era perseguida por 3 agiotas' Pedro: 'Passei três meses sem dormir pensando nas dívidas' O susto foi forte, mas não o suficiente para suprir a compulsão por compras. Maria torrava o salário em sapatos, bolsas, roupas, almoços para ela e os colegas, táxis, gorjetas, presentes, lanches. "Eu comprava afeto, isso é um padrão da doença de quem é devedor. É uma doença espiritual e emocional, começa na cabeça. Eu preciso comprar porque a doença faz com que nós acreditamos que precisamos", conta. Qualquer ocasião banal - como uma viagem ou um aniversário - era motivo para que ela comprasse uma porção de coisas: cinco sapatos do mesmo modelo, mas com cores diferentes. O mesmo acontecia com bolsas e roupas. Vários iguais e de uma vez só. "Eu entrava em uma loja e a vendedora sentia minha energia. Desde cedo que eu tenho essa doença. Recebi meu primeiro salário em 1973 e gastei inteiro com roupa. Você imagina por que uma pessoa inteligente, que estuda, trabalha e tem família faz isso? Eu fiz faculdade de administração, sempre trabalhei e não juntava nenhum dinheiro", narra. "É igual ao alcoólico, né? Ele não pode tomar o primeiro gole. E eu não posso fazer a primeira compra." O descontrole prejudicou Maria muitas vezes e a impediu de realizar sonhos. "Eu me lembro que recebi um dinheiro de um processo e gastei tudo. Não comprei um bem, um carro, não mobiliei a casa", conta. Também acarretou consequências para o filho. Ele queria fazer cursos e viagens, mas ela não conseguia pagar porque o dinheiro corria de suas mãos. Em um dos passos do programa, ela pediu desculpas a ele. Maria procurou a irmandade em 2011, quando descobriu que se aposentaria com um terço do salário - e se desesperou diante das contas. Foi nas trocas de histórias e depoimentos das reuniões que ela conseguiu forças para travar a luta diária de frear a vontade de gastar.

O g1 esteve em uma reunião dos Devedores Anônimos e conversou com quem chegou ao fundo do poço, mas conseguiu se reerguer. Leia as histórias. Dolores chegou a ser perseguida por três agiotas Wagner Magalhães / g1 Dolores foi a pioneira do grupo na cidade do Rio de Janeiro. Quando ela percebeu que estava doente, em 2000, ainda não havia a irmandade no estado. Ela frequentava uma voltada para comedores compulsivos, mas sempre acabava falando sobre dinheiro. "As pessoas começaram a ficar com muita pena de mim. Depois, passaram a se identificar. Então criamos um novo grupo só para quem sofria com dívidas." Dolores é um pseudônimo. Ela e outros participantes dos Devedores Anônimos contaram suas histórias ao g1. Por dentro de uma reunião de devedores anônimos Rita: 'Devia a 10 cartões e tremia de abstinência' Maria: 'Comprava cinco sapatos iguais de uma vez' Pedro: 'Passei três meses sem dormir pensando nas dívidas' Dolores trabalhava como diarista no fim dos anos 1990. Ela ganhava muito pouco e gastava muitas vezes mais que o salário com coisas para ela e a filha. Para se livrar do aluguel, comprou também um terreno. "Achei que eu tivesse ficado rica, só pode. Tive que pegar empréstimo com três agiotas para a construção da casa. Depois, estava quase perdendo o terreno porque não tinha dinheiro pra pagar, a imobiliária já estava batendo na porta da minha casa pra colocar em leilão. Então peguei mais dinheiro de agiotas para recuperar o terreno", conta. "Eu não sabia fazer conta, né? Os agiotas me cobravam 30% ao mês, mas eu tinha entendido que ia ser 30% do total. Então, fui devendo cada vez mais e não consegui pagar, virou uma bola de neve. Foi quando fiquei desesperada.” “Eu vivia com medo e sufocada, eles me ligavam três vezes por dia, descobriram onde eu trabalhava e iam atrás de mim toda semana. Eu dizia que ia conseguir pagar no dia seguinte, mesmo sabendo que não tinha de onde tirar.” Dolores não tinha coragem de contar para as pessoas o que acontecia e, então, passou a se isolar. Sem dormir, prestes a perder a casa e ameaçada pelos agiotas, ela finalmente tomou coragem para conversar com pessoas do grupo de devedores. E foi lá que recebeu orientação para buscar a Justiça. Com a ajuda de um advogado, cuja casa ela limpava, Dolores conseguiu refinanciar o terreno com prestações que coubessem em seu salário e recuperou a posse. Já a relação com os agiotas foi resolvida por uma espécie de “milagre inexplicado”: “Na época, a polícia começou a matar agiotas em série aqui no Rio. Um deles eu terminei de pagar. E os outros dois sumiram e não me perturbaram mais. Eu não sei se eles foram mortos ou fugiram do mapa, mas sei que tive paz.” Esse foi só o momento mais crítico de Dolores, mas, ao longo desses mais de 20 anos, outras dívidas surgiram. Uma vez, ela “surtou”, entrou no supermercado e comprou tudo que podia colocar em cheques: televisão, móveis, todas as comidas caras que eu os filhos queriam e ela nunca podia comprar. "E quem disse que eu consegui cobrir o cheque? Nada, levei cinco anos pagando juros em cima de juros, com nome sujo e sem poder comprar a prazo”, conta. Como um dos passos do grupo, ela agora tem uma planilha e sabe exatamente quanto ganha e gasta. Foi também no grupo que ela encontrou incentivo para fazer um curso de cozinheira no Senac. Hoje, Dolores faz buffet para eventos. “Na irmandade a gente costuma dizer que nossa evolução é só por hoje, mas essa recaída eu não vou ter mais não.”

O g1 esteve em uma reunião dos Devedores Anônimos e conversou com quem chegou ao fundo do poço, mas conseguiu se reerguer. Leia as histórias. Rita chegou a dever a 10 cartões de uma vez Wagner Magalhães/g1 Assim que pegou o primeiro salário, Rita começou a se endividar. Mas ela notava que, desde pequena, não conseguia fazer com que as coisas parassem em suas mãos ou bolsos, mesmo que fosse um saco de balas. Aos 18, ela pagava uma dívida para entrar em outra. A compulsão pelas compras foi aumentando até que Rita se viu em um buraco: tinha 10 cartões de crédito – e gastava com todos. “Tudo que você imaginar de loja, eu tinha cartão. Roupas, bancos, casa de show, material de construção, móveis. Acabava o limite de um e eu comprava em outro. Em algumas lojas, tinha uma fila enorme pra pagar a fatura. Mas, se você comprasse algo, eles te deixavam passar na frente. Então eu comprava uma roupa nova cada vez que ia pagar a fatura”, conta. “Eu vivia infeliz e desesperada porque nunca tinha dinheiro para nada e não sabia como iria pagar as 10 faturas todo mês.” Rita é um pseudônimo. Ela e outros participantes dos Devedores Anônimos contaram suas histórias ao g1. Por dentro de uma reunião de devedores anônimos Dolores: 'Era perseguida por 3 agiotas' Maria: 'Comprava cinco sapatos iguais de uma vez' Pedro: 'Passei três meses sem dormir pensando nas dívidas' Rita morava no apartamento do pai. Quando a filha tinha três anos, uma bala perdida atravessou a janela da casa. Nas semanas seguintes, outras balas começaram a furar as paredes. Sem dinheiro para bancar um aluguel e aterrorizada pela criança, se mudou com a filha e o marido para o quartinho nos fundos da casa da avó. Quando contou sua história na outra irmandade que participava, todos indicaram que Rita procurasse os devedores anônimos. Em 2004, ela entrou pela primeira vez em uma sala do DA. A primeira lição era também a mais difícil: parar de comprar. “Era muito difícil para mim, como se eu tivesse que parar de me drogar. Senti até a crise de abstinência, me tremia toda, suava, tinha dores no corpo”, conta. “Muitas vezes fiquei apertada porque queria resolver tudo de uma vez”. Resolver tudo de uma vez é tentar pagar todas as dívidas, esgotar o dinheiro e não ter o suficiente para viver. E, muitas vezes, mesmo zerando as economias, a quantia não é suficiente para quitar a dívida. Entrar na irmandade não foi uma história com um final de conto de fadas. Durante os anos, ela passou por mais alguns momentos de instabilidade e aperto. Mas não voltou mais “para aquela loucura”, diz. "É importante dizer que é uma doença que não tem cura. E eu não estou livre dela, né? Conto com a força do grupo. É como se eu fosse um celular descarregado. Vou lá para recarregar."